Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
Temas
cinema
(267)
parvoíces
(187)
internet
(169)
jornalismo
(117)
piadolas
(113)
televisão
(102)
sociedade
(96)
política
(89)
marketing e publicidade
(83)
música
(64)
notícias
(60)
portugal
(57)
desporto
(48)
economia
(46)
internacional
(28)
história
(25)
coisas artísticas
(20)
tecnologia
(16)
dilbert
(15)
livros
(15)
comida
(7)
coisas científicas
(1)
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Então e que tal a cerimónia dos Oscars?
Fraquinha, fraquinha...
Que se passou para o James Franco estar com aquele ar de frete?
Sinceramente, esperava mais deste dueto.
Que se passou para o James Franco estar com aquele ar de frete?
Sinceramente, esperava mais deste dueto.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Viva a coboiada e o filme que não diz nada! (O Steed foi ver o "True Grit" e o "Somewhere")
Nota muito breve antes que comece a maluqueira das estatuetas.
Nota nº1 - O melhor da época dos Oscars é que toda a comunicação social fala imenso de cinema. O pior da época dos Oscars é saber que esta é a única altura do ano em que a comunicação social dá valor ao cinema.
Nota nº 2 - "True Grit" pode muito bem não ser o melhor dos manos Cohen. Certo é que este "reboot" é bom. Não se leva demasiado a sério e, ao contrário do que muitos pensam, o amigo Jeff vai buscar umas santas colheradas de inspiração ao falecido John.
Nota nº3 - "Somewhere" é maravilhoso. Na linha do cinema verité defendo a criação imediata da designação cinema no pasa nada. Filmar o tédio é tramado. Sobretudo é diferente do acto de criar tédio ao espectador. O filme da menina Coppola não agradará a toda a gente, mas mostra o vazio e o aborrecimento de forma soberba. E, como é hábito, acompanha com uma banda sonora que dá vontade de a encher de abraços e beijinhos. Fica aqui um conselho para a piccola Sofia: gostámos muito do "Lost in Translation" e deste "Somewhere". Batemos imensas palminhas com o "Marie Antoinette". No próximo filme, que tal deixar estas coisas da fama e das pessoas que não sabem o que fazer com a vida? Boa? É só para a malta não começar a dizer "ah e tal a Coppola é sempre a mesma coisa".
Nota nº1 - O melhor da época dos Oscars é que toda a comunicação social fala imenso de cinema. O pior da época dos Oscars é saber que esta é a única altura do ano em que a comunicação social dá valor ao cinema.
Nota nº 2 - "True Grit" pode muito bem não ser o melhor dos manos Cohen. Certo é que este "reboot" é bom. Não se leva demasiado a sério e, ao contrário do que muitos pensam, o amigo Jeff vai buscar umas santas colheradas de inspiração ao falecido John.
Nota nº3 - "Somewhere" é maravilhoso. Na linha do cinema verité defendo a criação imediata da designação cinema no pasa nada. Filmar o tédio é tramado. Sobretudo é diferente do acto de criar tédio ao espectador. O filme da menina Coppola não agradará a toda a gente, mas mostra o vazio e o aborrecimento de forma soberba. E, como é hábito, acompanha com uma banda sonora que dá vontade de a encher de abraços e beijinhos. Fica aqui um conselho para a piccola Sofia: gostámos muito do "Lost in Translation" e deste "Somewhere". Batemos imensas palminhas com o "Marie Antoinette". No próximo filme, que tal deixar estas coisas da fama e das pessoas que não sabem o que fazer com a vida? Boa? É só para a malta não começar a dizer "ah e tal a Coppola é sempre a mesma coisa".
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Já não se podem fazer clássicos... (O Steed foi ver "O Discurso do Rei")
![]() |
| Sabe tão bem ouvir falar inglês correctamente. God Save the King! |
"Inception" - check.
"Rede Social" - check.
"Cisne Negro" - check.
"O Discurso do Rei" - check.
E ao quarto nomeado para o Oscar de melhor filme pergunto: Já não se podem fazer clássicos? É proibido filmar de forma certinha, sem grandes inovações formais ou narrativas? Confiar apenas no talento dos actores e num argumento equilibrado e bem escrito?
É preciso inovar a toda a hora? Mexer muito a câmera, ou não a mexer de todo? Filmar a preto e branco ou com muitos filtros? Afirmar muitas vezes que se fez um "filme intimista" que "explora as profundezas e complexidades da condição humana"? Mostrar sangue e/ou pessoas em pelota? Pobrezinhos a chutar para a veia?
Não podemos simplesmente apreciar o que é simples e bem feito? O que é elegante, discreto e de bom gosto? Atrevo-me mesmo a uma tirada vista como herética em certos círculos: não podemos louvar o que é "acessível" sem que algumas pessoas deixem de nos falar?
A tentação de colar um filme inglês deste género ao vetusto chavão do "selo de qualidade da BBC" é sempre grande, demasiado fácil.
Permitam-me um aparte curioso, duas das produções britânicas para televisão de maior valor, "The Jewel in the Crown" e "Brideshead Revisited", foram exibidas na ITV. Parece que a história do tal "selo de qualidade" não é exclusiva da BBC.
"O Discurso do Rei" é uma história interessante, pode ser um fait-divers, mas caraças, a Sophie Copolla passa a vida a filmar o nada e o quotidiano da fama e a malta gosta imenso.
Com excepção do Winston Churchill do Timothy Spall (muito mauzinho, valha-nos Deus...) o elenco é excelente e resiste ao exagero e à caricatura (excepto o pobre Churchill, não me canso de o repetir, mas convenhamos que não é fácil).
Existe, apesar do óbvio tom clássico, uma leve e bem doseada série de planos e sequências que não vemos numa produção para TV e o conjunto afasta-nos do que é mais corriqueiro. Tom Hooper não permite um vestígio sequer da pompa pretensiosa omnipresente nas enormes secas made in Merchant Ivory.
Em suma, é essa a maior virtude de "O Discurso do Rei". "Apenas" o facto de ser um filme todo ele feito de forma clássica, conservadora, o que lhe queiram chamar. E ainda assim, só para chatear, é um rico filme!
Dou-lhe sete mil God Save the Kings e quatro mil setecentos e treze Rule Britannias.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Um dia, os canais de televisão irão tornar-se obsoletos?
A CBS e a Netflix anunciaram um acordo de licenciamento de conteúdos com duração de dois anos.
Os conteúdos serão vendidos via streaming pela Netflix.
No pacote licenciado encontram-se séries recentes como Flashpoint, Medium e produtos mais antigos como Twin Peaks ou Twilight Zone.
Mais um passo em direcção ao fim dos canais de televisão tal como os conhecemos?
Os conteúdos serão vendidos via streaming pela Netflix.
No pacote licenciado encontram-se séries recentes como Flashpoint, Medium e produtos mais antigos como Twin Peaks ou Twilight Zone.
Mais um passo em direcção ao fim dos canais de televisão tal como os conhecemos?
E se os Oscars fossem em Lisboa?
Se os Oscars fossem em Lisboa é certo e sabido que haveria malta a vociferar:
Ligações de interesse:

Se há coisa em que somos bons é mesmo na antiga e tradicional arte de vociferar.
"Pois, vêm para aqui fazer estas coisas, só empatam o trânsito e a vida a que quer trabalhar! Se agarrassem no dinheiro e o dessem aos pobres é que faziam bem!"
Ligações de interesse:

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
"Micmacs à tire-larigot " é um grande título
Também é um filme do Jean Pierre Jeunet. Sim, esse, o de "Delicatessen", "Amelie" e "Un Long Dimanche de Fiançailles".
E o filme tem um trailer. Ei-lo. A estreia cá no burgo está marcada para 17 de Março.
E o filme tem um trailer. Ei-lo. A estreia cá no burgo está marcada para 17 de Março.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
O lado negro dos cisnes
Fui ver "Cisne Negro" com uma pressão horrível às costas. Tanta gente a tecer elogios, a clamar que cousa tão boa nunca se houvera visto neste reino.
"Se não gosto vão pensar que sou um piroso que diz mal só para parecer diferente."
Saí deprimido, a pensar que, se calhar, já não gosto de cinema.
A Natalie Portman faz um papelão. Bom, o filme é a Natalie Portman. E sim, Nina exigiu um trabalho gigantesco para recrear de forma convincente a vida de uma prima ballerina, incluindo aprendizagem de ballet clássico - truques, efeitos visuais e duplos à parte. Não sei se convence uma profissional. A mim, convenceu-me, a moça merece muito o Oscar.
O problema é que "Cisne Negro" esgota-se no desempenho da actriz e ao argumento falta sumo para as pretensões de Aronofsky. Nada contra as histórias simples. Infelizmente, esta acaba por ser um suporte frágil para o espectáculo solitário de Portman. Árido e previsível são dois adjectivos que lhe assentam como uma luva. E sim, o Darth Vader veio-me à mente em diversas ocasiões, quase o podia ouvir dizer: "come to the dark side, Nina..."
Depois vêm as embirrações pessoais. Em algumas sequências a agitação da câmara causa-me desconforto físico. Acredito que transmita algo muito bonito e profundo. A mim, dá-me apenas náuseas.
Gostei do foco nos detalhes, a preparação dos sapatinhos, os pés, a forma como o corpo é filmado, o ondular harmonioso dos músculos e dos ossos a acompanhar os movimentos das bailarinas. Há por ali gosto e inteligência.
"Cisne Negro" é um bom filme que, por sorte, caiu no goto e, por artes marqueteiras, estreou e foi promovido de forma correcta.
Os Oscars são um jogo que todos concordamos em jogar, mas não exagerem.
Ainda bem que "Cisne Negro" caiu no radar da Academia, mas não exagerem.
Todos os anos se fazem coisas muito melhores e ninguém dá por nada. É o eterno drama desta coisa dos prémios.
Dou-lhe 36 frou frous e 45 pas de deux.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Leitura recomendada (15.Fev.11): Redes Sociais, a classe de 2011
É bom, mas tão bom. É engraçado, mas tão engraçado.
É uma ilustração do que seriam as redes sociais (na verdade vai além das redes sociais, mas pronto...) se fossem uma turma de liceu. Estão lá todos os estereótipos norte-americanos que conhecemos dos filmes.
Como diriam os Beach Boys: "Fun, fun, fun, 'til her daddy takes the T-bird
away"
If Social Media Were High School Facebook Would Be The Jock [Infographic]
É uma ilustração do que seriam as redes sociais (na verdade vai além das redes sociais, mas pronto...) se fossem uma turma de liceu. Estão lá todos os estereótipos norte-americanos que conhecemos dos filmes.
Como diriam os Beach Boys: "Fun, fun, fun, 'til her daddy takes the T-bird
away"
If Social Media Were High School Facebook Would Be The Jock [Infographic]
Almanaque da comunicação social para o mês de Fevereiro
1 a 6 de Fevereiro - Deolinda
7 a 13 de Fevereiro - Velhinhos Mortos
14 de Fevereiro - Dia dos Namorados (fazer reportagens com flores e beijinhos)
15 a 20 de Fevereiro - Chupacabras
21 a 27 de Fevereiro - O Pé Grande de Alhos Vedros e o Abominável Anão das Neves na Serra da Estrela
7 a 13 de Fevereiro - Velhinhos Mortos
14 de Fevereiro - Dia dos Namorados (fazer reportagens com flores e beijinhos)
15 a 20 de Fevereiro - Chupacabras
21 a 27 de Fevereiro - O Pé Grande de Alhos Vedros e o Abominável Anão das Neves na Serra da Estrela
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Canções que deviam ser colocadas num chip e inseridas à força na cabeça das pessoas VIII
O regresso da série que fez a delícia de gerações.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O dia em que a MPAA ameaçou desligar o Google da Internet (sim, tem mesmo muita piada)
É uma boa piada.
Resume-se no seguinte:
A MPAA é a associação que representa as majors do audiovisual.
Estão a mandar notificações sobre quebra de leis de direitos de autor a torto e a direito através de empresas contratadas.
Ameaçam os utilizadores de que o ISP lhes cortará o acesso à net.
Como o processo é cego algumas dessas cartas foram enviadas para... o Google.
Ligações de interesse:
The MPAA Threatens to Disconnect Google From the Internet
MPAA Snags Google Downloading Torrents, Threatens to Disconnect
Resume-se no seguinte:
A MPAA é a associação que representa as majors do audiovisual.
Estão a mandar notificações sobre quebra de leis de direitos de autor a torto e a direito através de empresas contratadas.
Ameaçam os utilizadores de que o ISP lhes cortará o acesso à net.
Como o processo é cego algumas dessas cartas foram enviadas para... o Google.
Ligações de interesse:
The MPAA Threatens to Disconnect Google From the Internet
MPAA Snags Google Downloading Torrents, Threatens to Disconnect
Desculpe, importa-se de não interagir comigo?
Um dos dramas disto dos marquetingues e das publicidades, das comunicações, relações públicas e o diabo a sete é a rapidez com que se passa do oito para o oitenta.
De coisa estranha a moda imprescindível, as redes sociais estão a entrar no radar de marcas e agências.
Monitorizar, controlar, apagar fogos - os termos usados são outros, mas, na prática, é disto que se trata.
Tudo bem. Avançar, inovar, acompanhar os tempos. Tudo lindo.
No entanto, ou me engano muito ou esta "mudançazinha de paradigma" vai ter consequências para o utilizador normal.
Uma chusma de marcas a "aumentar o engagement e a interactividade com os consumidores" pode descambar em situações como estas:
a) Alguém escreve: "hoje comi umas torradinhas com Planta que me souberam pela vida" e logo aparece o tipo que diz "obrigado por preferir Planta, sabe que agora também pode escolher Planta com sabor a galinha?"
b) Um desabafo do género "irra, o autocarro nunca mais chega" e logo surge alguém com 20 tweets sobre os benefícios dos transportes públicos.
Claro, as marcas têm direito à defesa do seu bom nome. Indiscutível. Por outro lado, os consumidores também têm o direito a não serem incomodados.
Há uma forma simples de quebrar esta pescadinha de rabo na boca: Bloquear as contas das empresas que nos chateiam e que não nos interessam. É pouco simpático? Ui, se é. Mas isto do marketing não nasceu para ser fácil.
De coisa estranha a moda imprescindível, as redes sociais estão a entrar no radar de marcas e agências.
Monitorizar, controlar, apagar fogos - os termos usados são outros, mas, na prática, é disto que se trata.
Tudo bem. Avançar, inovar, acompanhar os tempos. Tudo lindo.
No entanto, ou me engano muito ou esta "mudançazinha de paradigma" vai ter consequências para o utilizador normal.
Uma chusma de marcas a "aumentar o engagement e a interactividade com os consumidores" pode descambar em situações como estas:
a) Alguém escreve: "hoje comi umas torradinhas com Planta que me souberam pela vida" e logo aparece o tipo que diz "obrigado por preferir Planta, sabe que agora também pode escolher Planta com sabor a galinha?"
b) Um desabafo do género "irra, o autocarro nunca mais chega" e logo surge alguém com 20 tweets sobre os benefícios dos transportes públicos.
Claro, as marcas têm direito à defesa do seu bom nome. Indiscutível. Por outro lado, os consumidores também têm o direito a não serem incomodados.
Há uma forma simples de quebrar esta pescadinha de rabo na boca: Bloquear as contas das empresas que nos chateiam e que não nos interessam. É pouco simpático? Ui, se é. Mas isto do marketing não nasceu para ser fácil.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Ainda a propósito do editorial de ontem... Viva Zapata!
O editorial de ontem do Jornal de Negócios andou de mão em mão (ou de ecrã em ecrã?) e alimentou as ânsias revolucionárias da população em estado de pré-revolta.
Depois do hino dos Deolinda o "processo revolucionário virtual em curso" ganhou outro ícone na figura de Pedro Santos Guerreiro.
Como sou dado às coisas do cinema veio-me à cabeça a figura de Emiliano Zapata, o arquétipo do líder inspirador de revoltas contra a opressão. Como não sou nada dado às coisas do Photoshop o simpático Fernando Mateus, designer extraordinaire, ofereceu-se para imortalizar o momento, bigodaça revolucionária e tudo.
Espero que o alvo da brincadeira não fique muito chateado. De qualquer forma já temos as malas feitas para pedir asilo político na embaixada do México.
Depois do hino dos Deolinda o "processo revolucionário virtual em curso" ganhou outro ícone na figura de Pedro Santos Guerreiro.
Como sou dado às coisas do cinema veio-me à cabeça a figura de Emiliano Zapata, o arquétipo do líder inspirador de revoltas contra a opressão. Como não sou nada dado às coisas do Photoshop o simpático Fernando Mateus, designer extraordinaire, ofereceu-se para imortalizar o momento, bigodaça revolucionária e tudo.
Espero que o alvo da brincadeira não fique muito chateado. De qualquer forma já temos as malas feitas para pedir asilo político na embaixada do México.
![]() |
| Viva Pedro "Zapata" Guerreiro! |
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Leitura recomendada (7.Fev.11): Para ser escravo é preciso estudar
(...) há maior inimigo da competitividade que esta quantidade alarve de impostos?Para ser escravo é preciso estudar
Somos (...) um pais desigual, economicamente mais desigual que o revoltoso Egipto (segundo o Índice de Gini, que mede a assimetria na distribuição de riqueza).
(...) as jotas tornaram-se fábricas de corrupção moral, viveiros de arenques e de tainhas, à espera da sua vez de ser como os outros, os que já lá estão.
Não é um aviso, é uma súplica.
It's all happening! (AOL compra Huff Post)
O Huffington Post surgiu em 2005.
Foi dos primeiros projectos inteiramente online a dar certo.
Para além de produzir conteúdo próprio agrega notícias e opiniões de um sem número de sites e blogs.
Aos poucos, ganhou reconhecimento e influência. De tal forma que a AOL decidiu pagar 315 milhões de dólares para juntar o "Huff Post" ao grupo que um dia quase deu cabo da Time Warner.
Os tempos mudam, as pessoas à frente do destino da AOL já não são as mesmas, a escala do negócio é cem vezes menor. Mesmo assim, é inevitável que surjam comparações .
Na palavras imortais de Penny Lane em "Almost Famous": "It's all happening!"
Ligações de interesse:
The Huffington Post
AOL to buy The Huffington Post for $315 million
How the AOL-Time Warner Merger Went So Wrong
Foi dos primeiros projectos inteiramente online a dar certo.
Para além de produzir conteúdo próprio agrega notícias e opiniões de um sem número de sites e blogs.
Aos poucos, ganhou reconhecimento e influência. De tal forma que a AOL decidiu pagar 315 milhões de dólares para juntar o "Huff Post" ao grupo que um dia quase deu cabo da Time Warner.
Os tempos mudam, as pessoas à frente do destino da AOL já não são as mesmas, a escala do negócio é cem vezes menor. Mesmo assim, é inevitável que surjam comparações .
Na palavras imortais de Penny Lane em "Almost Famous": "It's all happening!"
Ligações de interesse:
The Huffington Post
AOL to buy The Huffington Post for $315 million
How the AOL-Time Warner Merger Went So Wrong
Subscrever:
Mensagens (Atom)






