1. Twittar menos, Twittar melhor.
Controlar a tentação de twittar a vida, tudo o que se passa, todo e qualquer link. Os outros também contam contigo para filtrares informação.
2. Consumir menos informação, melhor informação.
Nunca conseguirás saber tudo. Se tentares saber tudo, enlouqueces. Grande parte da informação que circula tem um valor muito baixo.
3. Organizar, seleccionar, deitar fora o acessório, concentrar no essencial.
A informação ecoa na net. Repete-se sem fim. Selecciona as tuas fontes. Organiza os teus feeds. Cria e formata novos feeds se os que já existem não te forem úteis. Não hesites em descartar as fontes que não te pareçam essenciais.
4. Continuar a tratar bem quem me trata bem. Ignorar quem me trata mal. Na vida, como na net.
Um troll é um troll é um troll. Tanto online, como offline. São ruído, informação inútil e sem valor, desgastam e fazem perder tempo. Don't feed the troll.
5. Ouvir mais, fazer mais perguntas, aprender. Falar menos. Reconhecer sempre os erros. Não recear fazê-lo.
Não exibas os teus conhecimentos. Sê criterioso na informação que passas aos outros. Valoriza quem não tem problemas em assumir que não sabe. Ignora os que não querem aprender. Ouve. Pergunta. Aprende.
6. Deixar de fazer listas com resoluções para o ano seguinte.
Não és um guru da auto-ajuda, não és um guru da auto-ajuda, não és um guru da auto-ajuda.
Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
Temas
cinema
(267)
parvoíces
(187)
internet
(169)
jornalismo
(117)
piadolas
(113)
televisão
(102)
sociedade
(96)
política
(89)
marketing e publicidade
(83)
música
(64)
notícias
(60)
portugal
(57)
desporto
(48)
economia
(46)
internacional
(28)
história
(25)
coisas artísticas
(20)
tecnologia
(16)
dilbert
(15)
livros
(15)
comida
(7)
coisas científicas
(1)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Momentos Douradinhos - Edição Especial (actualizado)
É provável que se lembre deste êxito de audiência:
Momentos Douradinhos - Edição Twitter
É chegada a altura de juntar mais um momento a esta singela colecção.
A história repete-se: uma marca, um cliente insatisfeito, má gestão da situação, incapacidade total para perceber como funciona a comunicação em ambiente digital. Resultado: processos em tribunal e a imagem da marca enxovalhada pelas redes sociais. Na ultima hora o assunto já era trending topic no Twitter em Portugal.
Como diz, e muito bem, o Rodrigo, enganaram-se no número e ligaram para o advogado em vez de ligar para a agência de comunicação.
Ao segundo dia a coisa chegou à media mainstream. Podemos ver aqui três fases distintas:
a) O problema estava contido no blogue e era conhecido apenas pelo círculo de amigos/conhecidos/leitores do blogue.
b) O problema chega às redes sociais, primeiro ao twitter e depois ao Facebook. O círculo alarga-se, mas ainda está relativamente contido a um nicho.
c) Os media mainstream pegam no assunto (bem ou mal, não me cabe a mim julgar). O problema passa a ser do conhecimento de um número substancialmente maior de pessoas que até há 24 horas atrás nunca tinham ouvido falar dele e torna-se verdadeiramente público.
Para pensar:
Faz sentido pegar neste assunto e dar-lhe tratamento noticioso?
Qual será o prejuízo real da marca envolvida? Será relevante?
Momentos Douradinhos - Edição Twitter
É chegada a altura de juntar mais um momento a esta singela colecção.
A história repete-se: uma marca, um cliente insatisfeito, má gestão da situação, incapacidade total para perceber como funciona a comunicação em ambiente digital. Resultado: processos em tribunal e a imagem da marca enxovalhada pelas redes sociais. Na ultima hora o assunto já era trending topic no Twitter em Portugal.
Como diz, e muito bem, o Rodrigo, enganaram-se no número e ligaram para o advogado em vez de ligar para a agência de comunicação.
--------- actualização-----------
Ao segundo dia a coisa chegou à media mainstream. Podemos ver aqui três fases distintas:
a) O problema estava contido no blogue e era conhecido apenas pelo círculo de amigos/conhecidos/leitores do blogue.
b) O problema chega às redes sociais, primeiro ao twitter e depois ao Facebook. O círculo alarga-se, mas ainda está relativamente contido a um nicho.
c) Os media mainstream pegam no assunto (bem ou mal, não me cabe a mim julgar). O problema passa a ser do conhecimento de um número substancialmente maior de pessoas que até há 24 horas atrás nunca tinham ouvido falar dele e torna-se verdadeiramente público.
Para pensar:
Faz sentido pegar neste assunto e dar-lhe tratamento noticioso?
Qual será o prejuízo real da marca envolvida? Será relevante?
domingo, 26 de dezembro de 2010
Os direitos fundamentais do ciberespaço
É uma espécie de carta de direitos fundamentais para os utilizadores do ciberespaço. Curtas e assertivas como todas as leis básicas devem ser.
I. Todos têm o direito a estar online.
II. Temos o direito de falar livremente.
III.Temos o direito de reunir informação e de agir.
IV. Toda a informação deve ser pública, por defeito. Secreta apenas quando necessário.
V. Toda a informação pública deve ser considerada um bem público.
VI. Todo os bits de informação nascem iguais.
VII. A Internet será operada de forma aberta.
Para ler e pensar.
O original, aqui.
I. Todos têm o direito a estar online.
II. Temos o direito de falar livremente.
III.Temos o direito de reunir informação e de agir.
IV. Toda a informação deve ser pública, por defeito. Secreta apenas quando necessário.
V. Toda a informação pública deve ser considerada um bem público.
VI. Todo os bits de informação nascem iguais.
VII. A Internet será operada de forma aberta.
Para ler e pensar.
O original, aqui.
Leitura recomendada (26/Dez/10) - Uma compilação hilariante sobre o tema "Little Fockers"
![]() |
| Ben Stiller e Robert de Niro em "Little Fockers" |
Is Little Fockers the Worst Movie of the Year (and 24 Other Urgent Questions)?
sábado, 25 de dezembro de 2010
O melhor comentário do ano (vox populi)
Encontrado aqui a propósito dos novos tarifários de comunicações móveis. Não me parece que seja verdade o que afirma este leitor do DN, mas, lá que tem piada...
"Eu, como não sou violento, faço como eles... roubo devagar e devagarinho... não pago TV Cabo (tenho ligação pirata), não pago Internet (uso as redes wireless da Meo e da Zon aqui perto), pago pouca electricidade (fiz uma puxada do prédio vizinho), não pago telemóvel (uma vez por mês corro as lojas aqui da cidade e peço cartões promo de 2,50€)... só falta o combustível mas vou dar um jeito...mais dia menos dia."
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Red State - campanha teaser
Uma série de posters (este é o último tornado público) e um trailer. Uns links para uns sites misteriosos. Podcasts. O mesmo objectivo. Perturbar e dar que falar. Cá para mim conseguiram. O falatório é grande. A malta quer saber que raio vai sair daqui.
A estreia mundial do filme vai ter lugar no Festival de Sundance, já a seguir ao Natal.
A estreia mundial do filme vai ter lugar no Festival de Sundance, já a seguir ao Natal.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Ó Steed, então e as tuas previsões para a media em 2011?
Hesitei. Não sou um perito. Não sou jornalista. Sou um reles marqueteiro, um vendilhão do templo, daqueles que na Bíblia faz o papel de vilão.
Mas que se lixe! Cá vai disto:
Internacional
1. Vão continuar as experiências com paywalls. Este será o ano do vai ou racha. Pessoalmente creio que vai rachar. Big time.
2. As tabletes vão continuar a ser o gadget mais desejado pelo ser humano moderno. Vão aparecer mais modelos, mais baratos e melhores. Os diversos tamanhos de ecrã vão coexistir, mas neste caso "size will matter".
3. Finalmente vai aparecer gente a dizer que é possível ganhar dinheiro com publicidade online. Dinheiro suficiente para sustentar jornalismo de qualidade.
4. As publicações em papel vão continuar a aprender a coexistir com o online.
5. A luta mais importante continuará a ser a que se trava pela neutralidade da rede. Aux armes, citoyens!!!
6. A Wikileaks passará de moda à medida que os governos aprenderem a proteger melhor os seus segredos num ambiente digital. Surgirão dezenas de pequenos sucedâneos da Wikileaks. Alguns serão usados como centrais de desinformação, outros transmitirão informações relevantes sobre actividades pouco éticas dos nossos governantes.
7. Continuará a cumprir-se a profecia do sábio David Byrne: "In the future there will be so much going on that no one will be able to keep track of it."
Nacional
1. Algumas pessoas com responsabilidade na gestão dos media vão continuar a pensar que isto da Internet é uma moda passageira que serve para ver fotos de mulheres nuas e desviar jovens inocentes.
2. Outros vão perceber o conceito de "feed rss" e bater palminhas quando conseguirem configurar o Google Reader.
3. Continuará a ser desperdiçado muito dinheiro em publicidade.
4. O Diário de Notícias da Madeira não chegará ao Verão.
5. Alguém lançará um serviço parecido com o Netflix. Funcionará muito mal. De qualquer forma a ACAPOR irá correr atrás deles com paus e tochas.
6. Algumas publicações fecharão as portas. Outras surgirão, baseadas em planos de negócio muito lindos, mas totalmente deslocados da realidade.
7. Alguém escreverá um livro intitulado "As Minhas Memórias Enquanto Troll - A Internet 1989-2010.
Mas que se lixe! Cá vai disto:
Internacional
1. Vão continuar as experiências com paywalls. Este será o ano do vai ou racha. Pessoalmente creio que vai rachar. Big time.
2. As tabletes vão continuar a ser o gadget mais desejado pelo ser humano moderno. Vão aparecer mais modelos, mais baratos e melhores. Os diversos tamanhos de ecrã vão coexistir, mas neste caso "size will matter".
3. Finalmente vai aparecer gente a dizer que é possível ganhar dinheiro com publicidade online. Dinheiro suficiente para sustentar jornalismo de qualidade.
4. As publicações em papel vão continuar a aprender a coexistir com o online.
5. A luta mais importante continuará a ser a que se trava pela neutralidade da rede. Aux armes, citoyens!!!
6. A Wikileaks passará de moda à medida que os governos aprenderem a proteger melhor os seus segredos num ambiente digital. Surgirão dezenas de pequenos sucedâneos da Wikileaks. Alguns serão usados como centrais de desinformação, outros transmitirão informações relevantes sobre actividades pouco éticas dos nossos governantes.
7. Continuará a cumprir-se a profecia do sábio David Byrne: "In the future there will be so much going on that no one will be able to keep track of it."
Nacional
1. Algumas pessoas com responsabilidade na gestão dos media vão continuar a pensar que isto da Internet é uma moda passageira que serve para ver fotos de mulheres nuas e desviar jovens inocentes.
2. Outros vão perceber o conceito de "feed rss" e bater palminhas quando conseguirem configurar o Google Reader.
3. Continuará a ser desperdiçado muito dinheiro em publicidade.
4. O Diário de Notícias da Madeira não chegará ao Verão.
5. Alguém lançará um serviço parecido com o Netflix. Funcionará muito mal. De qualquer forma a ACAPOR irá correr atrás deles com paus e tochas.
6. Algumas publicações fecharão as portas. Outras surgirão, baseadas em planos de negócio muito lindos, mas totalmente deslocados da realidade.
7. Alguém escreverá um livro intitulado "As Minhas Memórias Enquanto Troll - A Internet 1989-2010.
As previsões para os media em 2011
A partir de uma troca de ideias nascida deste post do Juan Antonio Giner, os autores dos blogues The Extraordinary Life of Steed e AlexGamela.com decidiram pedir as previsões para a media em 2011 a um grupo de pessoas que muito prezamos.
As respostas variam em profundidade e âmbito, mas todas têm o extraordinário interesse e valor que provém do conhecimento e capacidade analítica dos inquiridos.
Durante a próxima semana o Alex publicará a versão inglesa no seu alexgamela.com em conjunto com alguns comentários adicionais. Será uma espécie de lançamento em DVD com extras :)
Durante a próxima semana o Alex publicará a versão inglesa no seu alexgamela.com em conjunto com alguns comentários adicionais. Será uma espécie de lançamento em DVD com extras :)
Uma chamada de atenção, as previsões do António Granado já foram publicadas na Marketing & Publicidade. São reproduzidas aqui com a benção do António e a devida vénia à publicação em causa.
Sem mais delongas aqui ficam as previsões, ordenadas pela ordem de chegada:
Consultor em new media e Tecnologias de Informação e Conhecimento. Jornalista de 1981 até 2009. Com actividade na Internet desde 1989, tem matéria de análise e divulgação publicada em livros e inúmeros artigos de Imprensa.
A nível internacional:
1. Mais jornais vão tentar modelos de paywall. Na maioria não vai resultar porque na Internet não há massa crítica de idi... leitores dispostos a pagar pelos 95% de conteúdo indistinto que os jornais publicam, e que se encontram nos sites com outros modelos. Uma pequena percentagem vai conseguir um modelo equilibrado.
2. Vai cavar-se a distância entre as top properties regionais (BBC, Guardian, N.Y. Times) e linguísticas (Le Monde, El País, Globo) e as outras.
3. A forma ainda vencerá o conteúdo.
4. Deslumbrados com os números do Facebook e pressionados uns pelos outros, os jornais vão cometer o erro 2.0: fornecer cegamente os seus conteúdos, prestígio e trabalho dos seus colaboradores a plataformas de terceiros sem cuidar, primeiro, de perceber o valor do que obtêm em troca, nem avaliar o trade-off em termos de esforço/recompensa.
5. A meia dúzia de jornais de vanguarda redescobrirá, graças aos exemplos dos novos títulos saídos da iniciativa bloguista, o segredo do sucesso no jornalismo: ter uma redação concentrada, obcecada, em investigar o que é notícia.
6. Mais para o final do ano um grupo de meia dúzia de jornais americanos, ingleses e australianos, com o NY Times à cabeça, vai descobrir o modelo de negócio distribuído, dando a devida atenção aos diversos canais disponíveis, estratificando os conteúdos e diferindo os tempos de acesso em função das especificidades das audiências em cada canal.
A nível português:
1. A excitação e os investimentos em torno das aplicações vão aumentar -- para em 2012 os gurus de segunda vaga descobrirem que afinal os tablets e os smartphones também têm um browser, ahhhh.
2. Os meios com aplicações para iPad/iPhone pagas vão desistir antes do ano terminar.
3. Algumas redações vão descobrir em 2011 que: 1) existe uma coisa chamada World Wide Web; 2) os computadores servem para mais do que bater texto, editar imagem, ver p0rn/receitas e receber spam; 3) o Internet Explorer dá para fazer mais coisas do que ler blogs e os sites da concorrência. Do número de descobertas dependerá a velocidade da migração dos jornais para as plataformas a que continuamos a chamar novas como se a última década tivesse demorado três meses.
4. Subsistirá a dificuldade em redirecionar as Redações para o online. Espremidos até ao tutano, mal pagos, a almoçar na gaveta, os jornalistas não são motiváveis para trabalharem mais, que é o que lhes vão pedir: "olha, e fazes isso também para o online".
5. A Redação integrada não é para 2011. Pelo contrário, algumas ainda vão reforçar a "seção do online" com o que restar nas prateleiras das mudanças de chefia e uma dúzia de estagiários a senhas de refeição. Outras nem isso.
6. As novas narrativas farão aparecimentos tímidos nos títulos mais virados para a frente.
7. O número de jornalistas experientes no desemprego vai aumentar. Vai aumentar os números de estagiários e de copy-pasters a senhas de refeição ou pagos em dólares. O número de jovens jornalistas com um vínculo mais sério vai aumentar, mas pouco.
8. O Público, a RTP, a Rádio Renascença e o Jornal de Notícias vão contratar os meus serviços de jornalista-programador -- ou fazer uma cópia básica dos Tópicos do Jornal de Negócios/Record, o que é péssima ideia do meu ponto de vista.
1. Mais jornais vão tentar modelos de paywall. Na maioria não vai resultar porque na Internet não há massa crítica de idi... leitores dispostos a pagar pelos 95% de conteúdo indistinto que os jornais publicam, e que se encontram nos sites com outros modelos. Uma pequena percentagem vai conseguir um modelo equilibrado.
2. Vai cavar-se a distância entre as top properties regionais (BBC, Guardian, N.Y. Times) e linguísticas (Le Monde, El País, Globo) e as outras.
3. A forma ainda vencerá o conteúdo.
4. Deslumbrados com os números do Facebook e pressionados uns pelos outros, os jornais vão cometer o erro 2.0: fornecer cegamente os seus conteúdos, prestígio e trabalho dos seus colaboradores a plataformas de terceiros sem cuidar, primeiro, de perceber o valor do que obtêm em troca, nem avaliar o trade-off em termos de esforço/recompensa.
5. A meia dúzia de jornais de vanguarda redescobrirá, graças aos exemplos dos novos títulos saídos da iniciativa bloguista, o segredo do sucesso no jornalismo: ter uma redação concentrada, obcecada, em investigar o que é notícia.
6. Mais para o final do ano um grupo de meia dúzia de jornais americanos, ingleses e australianos, com o NY Times à cabeça, vai descobrir o modelo de negócio distribuído, dando a devida atenção aos diversos canais disponíveis, estratificando os conteúdos e diferindo os tempos de acesso em função das especificidades das audiências em cada canal.
A nível português:
1. A excitação e os investimentos em torno das aplicações vão aumentar -- para em 2012 os gurus de segunda vaga descobrirem que afinal os tablets e os smartphones também têm um browser, ahhhh.
2. Os meios com aplicações para iPad/iPhone pagas vão desistir antes do ano terminar.
3. Algumas redações vão descobrir em 2011 que: 1) existe uma coisa chamada World Wide Web; 2) os computadores servem para mais do que bater texto, editar imagem, ver p0rn/receitas e receber spam; 3) o Internet Explorer dá para fazer mais coisas do que ler blogs e os sites da concorrência. Do número de descobertas dependerá a velocidade da migração dos jornais para as plataformas a que continuamos a chamar novas como se a última década tivesse demorado três meses.
4. Subsistirá a dificuldade em redirecionar as Redações para o online. Espremidos até ao tutano, mal pagos, a almoçar na gaveta, os jornalistas não são motiváveis para trabalharem mais, que é o que lhes vão pedir: "olha, e fazes isso também para o online".
5. A Redação integrada não é para 2011. Pelo contrário, algumas ainda vão reforçar a "seção do online" com o que restar nas prateleiras das mudanças de chefia e uma dúzia de estagiários a senhas de refeição. Outras nem isso.
6. As novas narrativas farão aparecimentos tímidos nos títulos mais virados para a frente.
7. O número de jornalistas experientes no desemprego vai aumentar. Vai aumentar os números de estagiários e de copy-pasters a senhas de refeição ou pagos em dólares. O número de jovens jornalistas com um vínculo mais sério vai aumentar, mas pouco.
8. O Público, a RTP, a Rádio Renascença e o Jornal de Notícias vão contratar os meus serviços de jornalista-programador -- ou fazer uma cópia básica dos Tópicos do Jornal de Negócios/Record, o que é péssima ideia do meu ponto de vista.
Jornalista, professor universitário e consultor na área dos new media. Autor de diversos livros sobre Internet e jornalismo. Autor do Online Journalism Blog.
My prediction for 2011 is a raft of data analysis and visualisation tools as various parties try to solve the problems raised by large datasets from governments and increasing numbers of semantic datasets. In the longer term I think realtime information, contextual information and intelligent devices will play an increasingly important role.
Another prediction to add. I said that things would get ugly in 2010 and have been sadly proved right. I think they’ll get even uglier in 2011 as the reaction against the shift in power grows and the fallout from Wikileaks continues. Expect a lot of rushed-through legislation against the invisible threats of the web which has implications for journalists and publishers.
1. A imprensa escrita vai estar em mutação.
2. Na imprensa escrita … os líderes serão cada vez mais líderes.
3. Na imprensa escrita … uns acabarão, outros mudarão a periodicidade e outros passarão para online.
4. Novos títulos irão surgir mas com enfoque em nichos. Títulos especializados. Direccionados a comunidades.
5. Os registos e tempo de permanência nas redes sociais vão continuar a crescer em alta velocidade.
6. Mais smartphones, muitos tablets … crescimento de acessos internet por mobile!
7. Todos os media, novos e velhos, a adaptarem-se ao mobile.
8. Velocidade de acesso a internet sempre a aumentar: o WIMAX vai chegar.
9. Uma dúvida permanecerá: conteúdos online ficam gratuitos ou começa-se a pagar?
1. Os média mais atentos apostarão definitivamente nos conteúdos móveis. Criarão aplicações para todas as plataformas e ganharão visibilidade e audiência.
2. Muitos média com conteúdos medíocres não resistirão a fazer-se pagar por eles, como se fosse possível enganar os utilizadores. Perderão em influência e em publicidade.
3. Os serviços informativos geo-localizados arrancarão definitivamente, fazendo uso das capacidades cada vez maiores dos telemóveis que já aí estão.
4. A continuada redução do tamanho das redacções fará surgir projectos jornalísticos de nicho e hiperlocais que, em última instância, ameaçarão a sobrevivência dos próprios média tradicionais.
5. Os conteúdos jornalísticos de qualidade continuarão a ser a tábua de salvação dos média. Quem não for capaz de os produzir, e continuar a insistir no marketing pelo marketing, afundar-se-á muito depressa.
6. O iPad e os outros tablets não serão por si só a salvação dos jornais. Produzir para estas plataformas exige recursos, imaginação e conteúdos de muita qualidade. A concorrência será feroz, e só os mais capazes sobreviverão.
7. O vídeo continuará a sua escalada como o conteúdo mais procurado pelos utilizadores. Os média terão de saber lidar com esta tendência e preparar conteúdos na área, recorrendo a profissionais especializados, se é que ainda os não têm.
8. As redes sociais continuarão a ser uma plataforma privilegiada para a divulgação dos conteúdos dos média. As novas narrativas que estas redes proporcionam poderão ser exploradas com êxito por aqueles que se prepararem para o desafio.
9. A venda de produtos e serviços poderá ser uma das principais actividades dos média durante o próximo ano. Mais do que simples conteúdo noticioso, os utilizadores querem informação útil às suas vidas e estão dispostos a pagar por isso.
10. A utilização de conteúdos gerados pelos utilizadores continuará a aumentar. Assim como aumentará o chamado jornalismo de bases de dados, ou “data journalism”, permitindo o tratamento noticioso de enormes quantidades de informação.
The holidays mean that more people will receive mobile gadgets such as smartphones and iPads, which means and even larger audience for the burgeoning platform.
News media who haven't already must focus on developing content for mobile platforms and apps or take advantage of the inevitable availability of templates that take some of the guesswork out of development. This also means less reliance on Flash and newsrooms will either have to retrain or restaff areas dominated by Flash developers.
The new year will also see a refinement of multimedia strategies. So far many multimedia projects have been experimental in some ways, but we can now look back and see what works and what doesn't and better serve our readers and viewers.
The new year will also see a refinement of multimedia strategies. So far many multimedia projects have been experimental in some ways, but we can now look back and see what works and what doesn't and better serve our readers and viewers.
Diretor de "Record" desde 2003. Integra ainda o Conselho Editorial da "Sábado" e é colunista do "Correio da Manhã". Iniciou a carreira jornalística no "Mundo Desportivo", em 1964.
1. As edições diárias em papel continuarão a perder vendas em banca e alguns títulos terão de enfrentar, de facto, o fantasma de encerramento que os persegue.
2. As edições online, gratuitas, aumentarão a suas audiências e os “desportivos” (Record, A Bola, O Jogo e Mais Futebol) manterão o seu domínio dos sites nacionais (240 milhões de papeviews/mês).
3. O suporte e-paper, pago, confirmará não ser modelo de negócio.
4. A “tablet revolution” avançará muito significativamente, mas a crise que afeta a classe média, somada ao nosso atraso cultural, impedirá a sua relativa massificação, única forma de a tornar rentável.
5. Continuará a crescer a influência do jornalista-google e a decrescer a do jornalista-irresponsavelmente-licenciado e também por isso cada vez mais desempregado.
6. Os sites dos principais títulos portugueses desenvolverão lentamente, muito lentamente, os seus projetos de web TV, perseguindo o sonho de uma presença no cabo e de uma nova fonte de receita.
7. Jornalistas da comunicação escrita, com maior espírito de sobrevivência, intensificarão a sua aprendizagem nas áreas das técnicas audiovisuais.
8. Os canais de televisão iniciarão a sua renovação tecnológica e com ela acelerarão o processo de redução de pessoal.
9. As receitas de publicidade cairão entre 20 e 30 por cento, sendo a rádio e a imprensa escrita, em particular a gratuita, os sectores mais atingidos.
10. O novo Acordo Ortográfico será finalmente adotado pelos órgãos de informação que teimam em resistir-lhe.
1. Os tablets (parece que o iPad está em vias de esgotar para o Natal) vão intensificar o consumo de informação on-line. Esta tendência poderá trazer com ela a tentação para a cobrança de acessos por determinados media (as chamadas paywalls) que, sinceramente, vejo condenada ao fracasso. Em qualquer caso, terá de trazer novos modelos de negócio.
2. Os jornalistas estão a descobrir avidamente o Twitter e o Facebook, são cada vez mais bloggers e produtores de conteúdos nas redes sociais, e começam até a ser gestores das suas comunidades on-line. Também haverá cada vez mais free-lancers. Provavelmente o Sindicato de Jornalistas não conseguirá acompanhar esta nova realidade. Parece-me pois provável que um dia destes surja uma associação profissional que congregue os novos interesses e desafios da profissão.
3. A intensificação de fenómenos do tipo “leaks” vai dificultar e confundir a abordagem tradicional dos media ao tratamento de informação. Trabalhar com fontes anónimas e não confirmadas pode trazer, a prazo, a descredibilização do papel de “gatekeeper” dos editores.
4. Os mesmos “leaks” (que se vão reproduzir como um vírus numa sociedade em crise, económica e de valores) vão criar um novo paradigma nos jornais ditos de referência. Aquele que não trouxer um “watergate” por dia em manchete arrisca-se a perder “influência” ou relevância.
- Para o final, deixo duas interrogações:
1. Porque é que em Portugal não se fala de aquisições nem fusões nos media? (tirando o hipotético caso Lusa-RTP, como pensam sobreviver todos os media privados?) Não será a altura de pensar nisso?
2. Estará algum grupo a pensar num diário concebido em exclusivo para o i-Pad, à semelhança do projecto do Murdoch? Se pensarmos que em 2011 deverá haver entre 30 e 40 mil possuidores desta máquina (a que somam outros tablets), a prazo o negócio pode tornar-se interessante.
MANUEL FALCÃO
Iniciou a carreira como jornalista, presidiu ao Instituto Português de Cinema e entre outras actividades foi director da RTP2. Actualmente é director-geral da agência de planeamento estratégico e de meios Nova Expressão. É co-autor do blogue Lugares Comuns.
1- O investimento publicitário nos canais de cabo vai continuar a crescer;
2- O investimento publicitário nos canais abertos de televisão vai continuar a cair;
3- O investimento publicitário em meios digitais vai continuar a crescer e provavelmente ultrapassará o investimento em jornais diários e na rádio;
4 - O investimento publicitário na imprensa vai continuar a cair;
5 - As empresas de media portuguesas ainda não têm um modelo de negócio para estes novos tempos.terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Qual foi o filme mais "pirateado" do ano?
![]() |
| Terá "Kick-Ass" passado ao lado de uma grande carreira comercial por causa dos inúmeros downloads ilegais? |
"Avatar".
De acordo com o THR, Esq., um dos blogs residentes do The Hollywood Reporter, o filme do Sr. Cameron foi descarregado em sites de torrents o lindo número de 16.850.000 vezes, mais coisa, menos coisa.
O autor recolheu estes números no Torrentfreak.
Aconselho alguma calma antes de começarem a falar sobre o prejuízo encaixado pela Fox e pelos produtores e exibidores.
Não sabemos quantos dos que fizeram o download pela Internet também viram o filme em sala. Ignoramos o número médio de pessoas que teve acesso ao filme por cada download. Por fim, acho aceitável concluir que um número indeterminado de pessoas nunca iria ver o filme ao cinema. Enfim, desconhecemos umas cenas e tal.
De qualquer forma, podemos fazer algumas contas rápidas:
O filme somou, grosso modo, dois mil e oitocentos mil milhões de dólares (2.800.000.000 USD) em receita bruta, em todo o mundo. Mais o home entertainment (DVD, BluRay) e mais as vendas para televisão.
A um preço médio de sete dólares as descargas ilegais representariam cerca de 116 milhões de dólares. Ou seja, 4% da receita bruta mundial em cinema.
É dinheiro, mas não é dramático, sobretudo se tivermos em conta que existe alguma sobreposição entre os universos dos que descarregaram o filme e os que foram ao multiplex.
Mais dramático é o caso de "Kick Ass" que fez apenas 96 milhões de dólares em box office. Como se isso não bastasse, foi o segundo título mais descarregado.
Os 11,4 milhões de downloads aos mesmos sete dólares representariam quase 80 milhões de dólares. Uns brutais 83% da receita bruta mundial.
As contas são simples de fazer. Mais difícil é ter a certeza de que os resultados permitem extrair conclusões. Alguém consegue ter a certeza de que "Kick-Ass" seria um êxito de bilheteira se não existissem os torrents?
Outro filme que, de acordo com os produtores, foi um fracasso financeiro por culpa dos "piratas" é "The Hurt Locker". Neste caso, fica mais fácil perceber quem tem razão. O filme passou despercebido no lançamento em sala. Quando começou a ganhar prémios e a ser falado, raras eram as salas que o estavam a exibir. As descargas na Internet substituíram o circuito tradicional de distribuição. A responsabilidade vai direitinha para os timings de estreia. Os velhos hábitos pagam-se caro neste novo mundo em que quase tudo é digital e está ali à mão de semear. Se queremos ganhar dinheiro com os conteúdos temos de alterar estratégias.
Presença dos oradores no Upload Lisboa 2010 nas redes sociais (o dayafter)
Tal como prometido, eis os novos dados recolhidos dois dias após a segunda sessão do Upload Lisboa 2010.
O objectivo era simples: verificar se a presença no Upload Lisboa teria alguma impacto na presença dos intervenientes nas redes sociais mais importantes.
Tenham presente que o valor disto é mínimo. É como comparar alhos e bugalhos (já agora, alguma vez viram um bugalho?)
O Facebook é usado por quase todos como uma rede de carácter mais privado - só o amigo Brian Solis tem uma página de fãs, o que se compreende porque é o único que existe como marca.
O LinkeIn é uma rede social para contactos profissionais e, como tal, tem um âmbito restrito.
O Twitter é a única rede em que este tipo de medição tem algum valor, mas, mesmo assim, tudo depende do facto de se ter um perfil aberto ou fechado a cadeado.
De qualquer forma, com estas ressalvas presentes, os dados estão aqui. E a conclusão a que chego é que se deu aqui aquilo a que chamo de "Efeito Freeze".
Lembram-se daquele anúncio do Tochas em que ele tentava mudar a percepção de que só se deve beber água com gás quando se está mal disposto?
Ele bebia uma água com gás e depois dizia: "Eh, estou na mesma!" É esse o efeito Freeze.
Foi isso mesmo que aconteceu neste caso. Não vi mudanças significativas na presença deste pessoal nas redes sociais.
Esperem lá um minuto antes de começarem a invectivar e resfolegar. Isto não é igual a dizer "ah e tal aquilo não serve para nada".
Alguns dos oradores movimentam-se no mercado brasileiro, o Solis é um cidadão do mundo e há malta que tem mais que fazer do que simplesmente coleccionar seguidores e amiguinhos.
Talvez por estar ocupada a fazer com que os clientes tenham mais seguidores e amiguinhos?
Tomem lá quadro e divirtam-se!
Nota: (se forem pitosgas, como eu, cliquem na imagem)
O objectivo era simples: verificar se a presença no Upload Lisboa teria alguma impacto na presença dos intervenientes nas redes sociais mais importantes.
Tenham presente que o valor disto é mínimo. É como comparar alhos e bugalhos (já agora, alguma vez viram um bugalho?)
O Facebook é usado por quase todos como uma rede de carácter mais privado - só o amigo Brian Solis tem uma página de fãs, o que se compreende porque é o único que existe como marca.
O LinkeIn é uma rede social para contactos profissionais e, como tal, tem um âmbito restrito.
O Twitter é a única rede em que este tipo de medição tem algum valor, mas, mesmo assim, tudo depende do facto de se ter um perfil aberto ou fechado a cadeado.
De qualquer forma, com estas ressalvas presentes, os dados estão aqui. E a conclusão a que chego é que se deu aqui aquilo a que chamo de "Efeito Freeze".
Lembram-se daquele anúncio do Tochas em que ele tentava mudar a percepção de que só se deve beber água com gás quando se está mal disposto?
Ele bebia uma água com gás e depois dizia: "Eh, estou na mesma!" É esse o efeito Freeze.
Foi isso mesmo que aconteceu neste caso. Não vi mudanças significativas na presença deste pessoal nas redes sociais.
Esperem lá um minuto antes de começarem a invectivar e resfolegar. Isto não é igual a dizer "ah e tal aquilo não serve para nada".
Alguns dos oradores movimentam-se no mercado brasileiro, o Solis é um cidadão do mundo e há malta que tem mais que fazer do que simplesmente coleccionar seguidores e amiguinhos.
Talvez por estar ocupada a fazer com que os clientes tenham mais seguidores e amiguinhos?
Tomem lá quadro e divirtam-se!
Nota: (se forem pitosgas, como eu, cliquem na imagem)
Investimentos publicitários em 2010 (um longo bocejo)
Perguntinha de algibeira: por que razão não aparece o online nestes rankings?
Deve ser porque a Internet é uma moda passageira, coisa de gente maluca. Aquilo é só jogos e porcarias.
"Ó senhor cliente, ponha o dinheiro na televisão que é um valor seguro. A internet? Fazemos umas coisas no Facebook. Diz que a miudagem anda toda por lá por causa de um jogo que dá para criar vacas e ovelhas."
Nada mudou. Televisão, televisão, televisão. Descontos, GRPs, rappeis e mais rappeis.
Quem sabe? Talvez eles tenham razão. Talvez isto da Internet seja uma moda. Talvez acabe amanhã.
O artigo refere 4,5 mil milhões de euros de investimento a preço de tabela. Como o mercado português continua a funcionar como um souk marroquino, o valor real deve andar à volta dos 2 mil milhões.
Em resumo, mais um ano de sonolenta rotina. Vou hibernar outra vez. Acordem-me quando houver alguma novidade.
Ligações de interesse:
Modelo/Continente, Euro RSCG e Initiative lideram investimento publicitário
Deve ser porque a Internet é uma moda passageira, coisa de gente maluca. Aquilo é só jogos e porcarias.
"Ó senhor cliente, ponha o dinheiro na televisão que é um valor seguro. A internet? Fazemos umas coisas no Facebook. Diz que a miudagem anda toda por lá por causa de um jogo que dá para criar vacas e ovelhas."
Nada mudou. Televisão, televisão, televisão. Descontos, GRPs, rappeis e mais rappeis.
Quem sabe? Talvez eles tenham razão. Talvez isto da Internet seja uma moda. Talvez acabe amanhã.
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O artigo refere 4,5 mil milhões de euros de investimento a preço de tabela. Como o mercado português continua a funcionar como um souk marroquino, o valor real deve andar à volta dos 2 mil milhões.
Em resumo, mais um ano de sonolenta rotina. Vou hibernar outra vez. Acordem-me quando houver alguma novidade.
Ligações de interesse:
Modelo/Continente, Euro RSCG e Initiative lideram investimento publicitário
Trailer de "Hanna" o novo filme de Joe Wright (o do "Atonement")
Ena, ena... será que Joe Wright se cansou de fazer filmes muito bonitinhos?
Depois de "Atonement", "Pride and Prejudice" e "The Soloist" este "Hannah", sobre uma menina de 16 anos treinada pelo pai para ser uma assassina, parece uma mudança radical de estilo.
Depois de "Atonement", "Pride and Prejudice" e "The Soloist" este "Hannah", sobre uma menina de 16 anos treinada pelo pai para ser uma assassina, parece uma mudança radical de estilo.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Sunday sermon
Then cometh he to a city of Samaria, which is called Sychar, near to the parcel of ground that Jacob gave to his son Joseph and there he said: isn't writing and saying that things are dead sort of...uhm...dead?
(Steed 4:5)
As melhores campanhas do mundo encontram-se aqui...
A Mini decidiu começar a fazer test-drives nocturnos. O conceito é simples: Durante a noite, as estradas estão vazias e o divertimento aumenta. Para ilustrar o facto a campanha inclui três tipos de pessoas que podem estragar uma experiência de condução: um polícia de trânsito, ciclistas e velhotes com auto-caravanas.
As melhores campanhas do mundo... aqui.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
As previsões para os Oscars 2011 (Steed is Zandinga)
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| Colin Firth e Helena Bonham-Carter em "The Kings's Speech". |
O que dá realmente gozo é partir dos rumores e completar o xadrez dos nomeados um mês antes do acontecimento.
A maior piada é que se acertamos fazemos um figurão. As pessoas pedem-nos para abençoar os filhos e as miúdas atiram-nos peças de roupa interior. Se falhamos somos a chacota do bairro. De qualquer forma é sempre divertido.
Por isso, without further ado...
Melhor Filme
127 Hours
Black Swan
Inception
The Fighter
The Kids Are All Right
The King's Speech
The Social Network
The Winter's Bone
True Grit
Rabbit Hole
Melhor Realizador
David Fincher - The Social Network
Darren Aronofsky - Black Swan
Danny Boyle - 127 Hours
Tom Hooper - The King's Speech
Debra Granik - The Winter's Bones
Melhor Argumento Original
Inception
The Fighter
The King's Speech
Black Swan
Melhor Argumento Adaptado
127 Hours
The Social Network
Winter's Bone
Shutter Island
Rabbit Hole
Melhor Actor
Jesse Eisenberg - The Social Network
Colin Firth - The King´s Speech
James Franco - 127 Hours
Jeff Bridges - True Grit
Robert Duvall - Get Low
Melhor Actor Secundário
Geoffrey Rush - The King´s Speech
Christian Bale - The Fighter
John Hawkes - Winter's Bone
Mark Ruffalo - The Kids Are All Right
Jeremey Renner - The Town
Melhor Actriz
Natalie Portman - Black Swan
Jennifer Lawrence - Winter's Bones
Annete Benning - The Kids Are All Right
Michelle Williams - Blue Valentine
Halle Berry - Frankie and Alice
Melhor Actriz Secundária
Helena Bonham Carter - The King´s Speech
Mila kunis - Black Swan
Melissa Leo - The Fighter
Nicole Kidman - Rabbit Hole
Hailee Steinfield - True Grit
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