Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Resumo da matéria dada (Steed reflecte)
Apaguei o Acrobat Reader do meu computador e substituí-o pelo Foxit um outro leitor de pdf's com a enorme vantagem de ser mais leve e incomparavelmente mais rápido.
A maior parte das velhas aplicações que usava há uns tempos já foram para o lixo, substituídas por open-sources e afins sempre de melhor qualidade.
Fiquei fã do Netvibes (podia ser aplicável a outros equivalentes).
Os serviços de instant messaging continuam a ser muito importantes.
Sou muito lento mas finalmente descobri para que serve mesmo o Friendfeed e acho que o comecei a usar correctamente. Já muita gente afirmou isto mas eu gosto de lá chegar ao meu ritmo: o mais importante agora é arranjar sites e/ou aplicações que permitam meter ordem no caos causado pela diversidade de opções criada nestes últimos tempos. Ninguém tem tempo para tanta novidade!
Na sequência desta ideia: continuo a achar que o Twitter é uma moda passageira com utilidade limitada. Volto a dizer, não há tempo para alimentar tanta aplicação. Não há tempo e pachorra para ler tanta coisa.
Continuo a achar o óbvio, que isto da websocial também é uma moda mas, ao contrário do Twitter, tem pernas para alastrar além dos early adopters. Irá apenas reformular-se.
Os sites das amizades e assim estão a segmentar-se. O Facebook é mais classe A/B e o Hi5 mais C1/C2 (estas classificações em si são do tempo da pedra lascada e já significam pouco mas servem perfeitamente para transmitir a ideia). Tem muito a ver com o facto de se dominar ou não o inglês. O Facebook é mais internacional enquanto que o Hi5 é muito mais local.
A maior parte das funcionalidades da web 2.0, web social ou qualquer outra etiqueta que queiram aplicar, não sai de um grupo restrito de utilizadores. A nível mundial podem ser uns quantos mas quando se vai ver, a nível local o impacto é quase nulo. Ou seja, ninguém no nosso prédio usa. :)
Tenho grandes dúvidas sobre a utilidade de coisas como o Linkedin. Much ado about nothing...
Este foi o ano de dar ao dedo.
O do lançamento do Mooviz.org, uma brincadeira levada muito a sério para melhorar ao longo de 2009.
O ano do Cinemax em versão blogue.
Desculpem lá qualquer coisinha e...Happy New Year!
A maior parte das velhas aplicações que usava há uns tempos já foram para o lixo, substituídas por open-sources e afins sempre de melhor qualidade.
Fiquei fã do Netvibes (podia ser aplicável a outros equivalentes).
Os serviços de instant messaging continuam a ser muito importantes.
Sou muito lento mas finalmente descobri para que serve mesmo o Friendfeed e acho que o comecei a usar correctamente. Já muita gente afirmou isto mas eu gosto de lá chegar ao meu ritmo: o mais importante agora é arranjar sites e/ou aplicações que permitam meter ordem no caos causado pela diversidade de opções criada nestes últimos tempos. Ninguém tem tempo para tanta novidade!
Na sequência desta ideia: continuo a achar que o Twitter é uma moda passageira com utilidade limitada. Volto a dizer, não há tempo para alimentar tanta aplicação. Não há tempo e pachorra para ler tanta coisa.
Continuo a achar o óbvio, que isto da websocial também é uma moda mas, ao contrário do Twitter, tem pernas para alastrar além dos early adopters. Irá apenas reformular-se.
Os sites das amizades e assim estão a segmentar-se. O Facebook é mais classe A/B e o Hi5 mais C1/C2 (estas classificações em si são do tempo da pedra lascada e já significam pouco mas servem perfeitamente para transmitir a ideia). Tem muito a ver com o facto de se dominar ou não o inglês. O Facebook é mais internacional enquanto que o Hi5 é muito mais local.
A maior parte das funcionalidades da web 2.0, web social ou qualquer outra etiqueta que queiram aplicar, não sai de um grupo restrito de utilizadores. A nível mundial podem ser uns quantos mas quando se vai ver, a nível local o impacto é quase nulo. Ou seja, ninguém no nosso prédio usa. :)
Tenho grandes dúvidas sobre a utilidade de coisas como o Linkedin. Much ado about nothing...
Este foi o ano de dar ao dedo.
O do lançamento do Mooviz.org, uma brincadeira levada muito a sério para melhorar ao longo de 2009.
O ano do Cinemax em versão blogue.
Desculpem lá qualquer coisinha e...Happy New Year!
sábado, 27 de dezembro de 2008
Gozar com adolescentes faz bem à saúde
É o segundo artigo que leio em pouco tempo acerca das modas de adolescentes e das chamadas tribos. O primeiro saiu na "Visão" há umas semanas e hoje, no site do JN, foi publicado outro.
É uma verdade universal que aquilo de que os emos mais precisam é levar um estalo na cara para ver se acordam e que os rastafaris deviam ser fechados em celas durante um mês e alimentados a sandes de torresmos e tinto carrascão para largarem a mania de estar bem com eles e com a natureza.
Mas o mais hilariante são as declarações das pitas que andam a copiar as lolitas japonesas. Diz a Ana Maria que: "não digo asneiras, toco harpa, gosto de fazer bordados e crochet". Mesmo quando te picas com a agulha de crochet? A sério Ana Maria? Nunca? Mesmo? Juras?
É uma verdade universal que aquilo de que os emos mais precisam é levar um estalo na cara para ver se acordam e que os rastafaris deviam ser fechados em celas durante um mês e alimentados a sandes de torresmos e tinto carrascão para largarem a mania de estar bem com eles e com a natureza.
Mas o mais hilariante são as declarações das pitas que andam a copiar as lolitas japonesas. Diz a Ana Maria que: "não digo asneiras, toco harpa, gosto de fazer bordados e crochet". Mesmo quando te picas com a agulha de crochet? A sério Ana Maria? Nunca? Mesmo? Juras?
Já a Joana é uma humorista e graceja com o desejo de: "infectar o número máximo de pessoas possível com este gosto através da comunidade". Ainda bem. Antes com isto do que com hepatite C.
Bom desculpem mas tenho de acabar. De repente deu-me uma vontade incontrolável de ir ao sotão rever o meu blusão de cabedal e os alfinetes-de-ama.
Recordar é viver
O Expresso fez uma compilação bastante engraçada de promessas feitas por políticos ao longo de 2008.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Obrigado pá! Um texto delicodoce em véspera de Natal
É um hábito que está fora de moda este de agradecer. De qualquer modo, correndo o risco de parecer mais apalermado do que é hábito, aqui fica o agradecimento aos senhores e senhoras que escrevem os blogues que leio ao longo do ano. Deixo também uma lista ainda mais reduzida daqueles que, se amanhã acabassem, não tinham sucessor conhecido.
Fazem todos parte da lista aqui do lado mas merecem um destaque especial por serem únicos, assim tipo a Amália, o António Variações ou o Eusébio:
Da Rússia
Remixtures
Ponto Media
Certamente Que Sim!
A Minha TV
De certeza que me esqueci de algum. Desculpem lá.
Desta lista não fazem parte os blogues dos amigos porque esses fazem parte doutra liga.
Fazem todos parte da lista aqui do lado mas merecem um destaque especial por serem únicos, assim tipo a Amália, o António Variações ou o Eusébio:
Da Rússia
Remixtures
Ponto Media
Certamente Que Sim!
A Minha TV
De certeza que me esqueci de algum. Desculpem lá.
Desta lista não fazem parte os blogues dos amigos porque esses fazem parte doutra liga.
Ai que disparate! (As borlas da Zon e as notícias mal escritas)
Ponto número um. O Expresso publicou um disparatezinho. Não é grande coisa mas irrita.
Eu explico muuuuuito devagar para que todos percebam.
Existem dois lados no negócio do cinema:
a) O Distribuidor, que tem os filmes.
b) O Exibidor, que tem as salas.
Ou seja,neste caso da polémica com o novo Zon Card, que se está a queixar são os outros exibidores e não os distribuidores que ainda não se pronunciaram.
Eu explico muuuuuito devagar para que todos percebam.
Existem dois lados no negócio do cinema:
a) O Distribuidor, que tem os filmes.
b) O Exibidor, que tem as salas.
Ou seja,neste caso da polémica com o novo Zon Card, que se está a queixar são os outros exibidores e não os distribuidores que ainda não se pronunciaram.
Quando dois mundos se juntam...
A notícia é do site da Forbes.
De um lado a nota de copyright da Associated Press, no final da notícia, diz que tudo é proibido.
Do outro, a caixinha muito web 2.0 mesmo ali encostadinha a dizer: "partilhem".
Os velhos hábitos custam a desaparecer.
De um lado a nota de copyright da Associated Press, no final da notícia, diz que tudo é proibido.
Do outro, a caixinha muito web 2.0 mesmo ali encostadinha a dizer: "partilhem".
Os velhos hábitos custam a desaparecer.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
A minha prenda de Natal
A minha prenda de Natal para os que aqui vêm tem a forma de um link.

Finalmente um site como deve ser para William Elliott Whitmore, talvez a maior alegria que tive nos últimos anos no que diz respeito a música.
Mérfi Xistemas.

Finalmente um site como deve ser para William Elliott Whitmore, talvez a maior alegria que tive nos últimos anos no que diz respeito a música.
Mérfi Xistemas.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Canções que deviam ser colocadas num chip e inseridas à força na cabeça das pessoas (Especial de Natal)
É também a única canção decente de Natal alguma vez escrita.
Esta tem direito a vídeo e tudo:
It was christmas eve babe
In the drunk tank
An old man said to me, wont see another one
And then he sang a song
The rare old mountain dew
I turned my face away
And dreamed about you
Got on a lucky one
Came in eighteen to one
Ive got a feeling
This years for me and you
So happy christmas
I love you baby
I can see a better time
When all our dreams come true
They've got cars big as bars
They've got rivers of gold
But the wind goes right through you
It's no place for the old
When you first took my hand
On a cold christmas eve
You promised me
Broadway was waiting for me
You were handsome
You were pretty
Queen of New York city
When the band finished playing
They howled out for more
Sinatra was swinging,
All the drunks they were singing
We kissed on a corner
Then danced through the night
The boys of the NYPD choir
Were singing Galway Bay
And the bells were ringing out
For Christmas day
Youre a bum
You're a punk
You're an old slut on junk
Lying there almost dead on a drip in that bed
You scumbag, you maggot
You cheap lousy faggot
Happy Christmas your arse
I pray God its our last
I could have been someone
Well so could anyone
You took my dreams from me
When I first found you
I kept them with me babe
I put them with my own
Can't make it all alone
I've built my dreams around you
Esta tem direito a vídeo e tudo:
A Fairytale Of New York
In the drunk tank
An old man said to me, wont see another one
And then he sang a song
The rare old mountain dew
I turned my face away
And dreamed about you
Got on a lucky one
Came in eighteen to one
Ive got a feeling
This years for me and you
So happy christmas
I love you baby
I can see a better time
When all our dreams come true
They've got cars big as bars
They've got rivers of gold
But the wind goes right through you
It's no place for the old
When you first took my hand
On a cold christmas eve
You promised me
Broadway was waiting for me
You were handsome
You were pretty
Queen of New York city
When the band finished playing
They howled out for more
Sinatra was swinging,
All the drunks they were singing
We kissed on a corner
Then danced through the night
The boys of the NYPD choir
Were singing Galway Bay
And the bells were ringing out
For Christmas day
Youre a bum
You're a punk
You're an old slut on junk
Lying there almost dead on a drip in that bed
You scumbag, you maggot
You cheap lousy faggot
Happy Christmas your arse
I pray God its our last
I could have been someone
Well so could anyone
You took my dreams from me
When I first found you
I kept them with me babe
I put them with my own
Can't make it all alone
I've built my dreams around you
sábado, 20 de dezembro de 2008
A inevitável palhaçada (Actualizado)
Os Rebellos, pai e filha, estiveram durante longos anos à frente da Sociedade Portuguesa de autores. Saíram acusados de corrupção, má gestão, abuso de poder e com eles um rol de histórias entre o ridículo e o chocante.
Agora, por deliberação de um tribunal, a Rebello filha recebe como indemnização por despedimento ilícito "um montante nunca visto" de dois milhões de euros.
Oh how funny we are.
ACTUALIZAÇÃO: O artigo do Expresso sobre o mesmo assunto.
Agora, por deliberação de um tribunal, a Rebello filha recebe como indemnização por despedimento ilícito "um montante nunca visto" de dois milhões de euros.
Oh how funny we are.
A inevitável nomeação
Correu-se com o outro para lá meter o Diogo que entretanto também já tinha dito adeus ao Maria Matos.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Para acompanhar e investigar...
Esta notícia do Público sobre a alteração do estatuto dos monumentos nacionais.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
O sapato
Um jornalista iraquiano atirou um sapato ao Bush. Ou seja, fez algo que qualquer um de nós gostaria de fazer, embora pessoalmente preferisse uma tarte de mirtilhos ou um piano de cauda.
Como os serviços de segurança americanos têm a tendência para exagerar e tomar as medidas erradas nas alturas erradas, é bem provável que o sapato passe a constar da lista de objectos proíbidos nas conferências de imprensa do presidente dos EUA. Ou seja, passaremos a ver os jornalistas a deixar o calçado à entrada das salas e a receber uns chanatinhos de pano inofensivos.
O que vale é que a malta não se rende. Se não podemos atirar a sapata ao Bush então atiraremos a peúga de três dias ou a truce mal lavada. O importante mesmo é atirar-lhe com coisas.
O cheiro das reputações
Os chefões do BCP causam-me arrepios. A sombra da Opus Dei, os facies retirados dos moldes das estátuas de cera da Madame Toussaud e os poemas e quadros do Teixeira Pinto, têm em mim o mesmo efeito de uma corrente de ar à saída de um banho quente.
Com a natural sanha contra os banqueiros, classe de agiotas com roupa cara, cabecilhas da crise no mundo, é apenas natural que me tenha sorrido o dia ao ler a notícia sobre a investigação do Banco de Portugal ao gangue do Millenium.
Pressionado pelas notícias do encobrimento pela inércia do caso BPN, o vigilante normalmente mudo da banca tenta apresentar serviço, apesar de ninguém acreditar que algum dos figurões será condenado.
Mas é laxante ver os "bons nomes" destes fidalgos a deslizar na lama das off-shores e das compras de acções próprias.
Com a natural sanha contra os banqueiros, classe de agiotas com roupa cara, cabecilhas da crise no mundo, é apenas natural que me tenha sorrido o dia ao ler a notícia sobre a investigação do Banco de Portugal ao gangue do Millenium.
Pressionado pelas notícias do encobrimento pela inércia do caso BPN, o vigilante normalmente mudo da banca tenta apresentar serviço, apesar de ninguém acreditar que algum dos figurões será condenado.
Mas é laxante ver os "bons nomes" destes fidalgos a deslizar na lama das off-shores e das compras de acções próprias.
sábado, 13 de dezembro de 2008
As características do "Betismo"
Ontem estava a ouvir um daqueles programas de rádio em que duas pessoas falam uma com a outra (a minha vizinha de cima, que estava a estender a roupa, grita-me que a isso se chama diálogo).
Sei quem é a senhora mas desconheço o nome do participante masculino. Algo, no entanto, têm em comum. Os sintomas desse problema nacional que dá pelo nome de "Betismo".
O "Betismo" é uma forma de estar na vida. Uma formatação psico-motora (também foi a vizinha de cima, que acabou de deixar cair umas cuecas na minha varanda, que me explicou o que isto era).
Uma das demonstrações mais evidentes do "Betismo" é a tendência para comer sílabas. O "para" transforma-se em "pa". O "está" em "tá". As expressões "com a" ou "com o" passam a "ca" ou "co".
Existe ainda um tom de voz sempre igual e a ausência de expressão ou de qualquer tipo de emoção. Quem sofre de "Betismo" diz: "a tia Mariazinha levou cum piano em cima" e "Adelaide, hoje o senhor engenheiro não janta em casa" exactamente da mesma forma.
Os doentes, revelam também a incapacidade de exprimir um sentimento de forma directa. Nunca estão irritados ou com medo. Sentem-se apenas "incomodados".
"Sinto-me um pouco incomodado porque aquele senhor de capuz tá a apontar-me uma arma e diz que quer o meu BMW".
Como consequência de tudo isto, emitem opiniões de forma cuidadosa.
Nesse programa de rádio, discutia-se o caso das faltas dos deputados do PSD.
Dizia-se que sim, que estava mal, mas, por outro lado, o senhor lembrava de dez em dez segundos, que os deputados trabalham imenso. E que não estavam a falar de todos os deputado mas apenas de alguns.
Ou seja, critica-se, mas não muito porque algum dia podemos querer ser deputados e não é bom estar assim a dizer muito mal.
Há quem diga que isto é o que se chama classe e educação. Que são estas "piquenas" coisas (os doentes com "Betismo" também não sabem dizer "pequenos") que fazem a diferença entre pessoas de bem e o povo.
Pode ser, mas estragam tudo quando dizem "pa", "prontos" ou "piquenos".
Sei quem é a senhora mas desconheço o nome do participante masculino. Algo, no entanto, têm em comum. Os sintomas desse problema nacional que dá pelo nome de "Betismo".
O "Betismo" é uma forma de estar na vida. Uma formatação psico-motora (também foi a vizinha de cima, que acabou de deixar cair umas cuecas na minha varanda, que me explicou o que isto era).
Uma das demonstrações mais evidentes do "Betismo" é a tendência para comer sílabas. O "para" transforma-se em "pa". O "está" em "tá". As expressões "com a" ou "com o" passam a "ca" ou "co".
Existe ainda um tom de voz sempre igual e a ausência de expressão ou de qualquer tipo de emoção. Quem sofre de "Betismo" diz: "a tia Mariazinha levou cum piano em cima" e "Adelaide, hoje o senhor engenheiro não janta em casa" exactamente da mesma forma.
Os doentes, revelam também a incapacidade de exprimir um sentimento de forma directa. Nunca estão irritados ou com medo. Sentem-se apenas "incomodados".
"Sinto-me um pouco incomodado porque aquele senhor de capuz tá a apontar-me uma arma e diz que quer o meu BMW".
Como consequência de tudo isto, emitem opiniões de forma cuidadosa.
Nesse programa de rádio, discutia-se o caso das faltas dos deputados do PSD.
Dizia-se que sim, que estava mal, mas, por outro lado, o senhor lembrava de dez em dez segundos, que os deputados trabalham imenso. E que não estavam a falar de todos os deputado mas apenas de alguns.
Ou seja, critica-se, mas não muito porque algum dia podemos querer ser deputados e não é bom estar assim a dizer muito mal.
Há quem diga que isto é o que se chama classe e educação. Que são estas "piquenas" coisas (os doentes com "Betismo" também não sabem dizer "pequenos") que fazem a diferença entre pessoas de bem e o povo.
Pode ser, mas estragam tudo quando dizem "pa", "prontos" ou "piquenos".
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Canções que deviam ser colocadas num chip e inseridas à força na cabeça das pessoas V
Baby's on fire
Better throw her in the water
Look at her laughing
Like a heifer to the slaughter
Baby's on fire
And all the laughing boys are bitching
Waiting for photos
Oh the plot is so bewitching
Rescuers row row
Do your best to change the subject
Blow the wind blow blow
Lend some assistance to the object
Photographers snip snap
Take your time she's only burning
This kind of experience
Is necessary for her learning
If you'll be my flotsam
I could be half the man I used to
They said you were hot stuff
And that's what Baby's been reduced to...
Juanita and Juan
Very clever with maraccas
Making their fortunes
Selling second-hand tobaccoes
Juan dances at Chico's
And when the clients are evicted
He empties the ashtrays
And pockets all that he's collected
But Baby's on fire!
And all the instruments agree that
Her temperature's rising
But any idiot would know that.
Better throw her in the water
Look at her laughing
Like a heifer to the slaughter
Baby's on fire
And all the laughing boys are bitching
Waiting for photos
Oh the plot is so bewitching
Rescuers row row
Do your best to change the subject
Blow the wind blow blow
Lend some assistance to the object
Photographers snip snap
Take your time she's only burning
This kind of experience
Is necessary for her learning
If you'll be my flotsam
I could be half the man I used to
They said you were hot stuff
And that's what Baby's been reduced to...
Juanita and Juan
Very clever with maraccas
Making their fortunes
Selling second-hand tobaccoes
Juan dances at Chico's
And when the clients are evicted
He empties the ashtrays
And pockets all that he's collected
But Baby's on fire!
And all the instruments agree that
Her temperature's rising
But any idiot would know that.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Porque razão é má ideia andar aos tiros no meio da rua?
"um dos projécteis atingiu o tejadilho de um Nissan ligeiro que passava, mesmo sobre a porta do condutor."
A notícia completa aqui.
A notícia completa aqui.
Cuidado com os javalis nos hospitais
A acreditar na notícia do Jornal de Notícias aquilo são animais que podem ser perigosos quando hospitalizados:
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
E Jesus subiu à montanha e disse: "não pedirás à Glock para alterar as suas pistolas"
...e os directores da polícia em Portugal não ouviram porque estavam entretidos a ler "A Bola".
E encomendaram muitas Glock. Como não ouviram as palavras do senhor, pediram ao fabricante para fazer alterações à pistola.
E os polícias levaram com invólucros na testa e os carregadores cairam no meio do chão antes do primeiro tiro. E algum idiota esqueceu-se de encomendar os coldres.
E o senhor riu-se muito.
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