quinta-feira, 31 de julho de 2008

Jogos Olímpicos de Beijing, parte II (os horários) - actualizado

Bird's Nest illuminated
(Photo credit: Luo Xiaoguang/Xinhua)

Pois fiquem sabendo que a diferença horária de Lisboa para Pequim é de +7 horas.

De Brasilia para Pequim é de +11 horas.

O Eurosport irá cobrir os Jogos non stop desde o dia 6 de Agosto, com o torneio olímpico de futebol, dois dias antes da abertura oficial.

A cerimónia de abertura começará às 13 horas, hora de Lisboa, 9 da manhã em Brasília.

Em Portugal poderão assistir em directo na RTP e no Eurosport. No Brasil...uh....pois não sei, tipo na Globo ou na Sport TV?

No site oficial dos jogos poderão ver o esquema completo por modalidade.

Have fun!

Portuguese robots rule!!!!

A equipa da Universidade de Aveiro foi campeã do mundo de futebol para autómatos!!!! Olé! Olé, olé, olé, olééé!!!

Aqui fica a notícia do Mundo Digital.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

A relevância do anúncio

Na Ad Week saiu uma notícia sobre a relação entre a relevância dos anúncios e o interesse da audiência.

A notícia refere uma análise feita nos Estados Unidos pela empresa que comercializa o TiVo - uma espécie de Meo ou Zon Box que permite gravar programas de televisão e passar por cima dos blocos publicitários.

Os números são estes:
  • Todos os segmentos utilizam a função de gravação e passam por cima dos blocos comerciais.
  • Durante o horário nobre, 57% da programação é gravada para ser vista noutra altura(time shifted) e 66% dos anúncios não são vistos
  • Durante todo a emissão, 36% da programação é gravada para ser vista noutra altura time shifted) e cerca de 50% dos anúncios não são vistos.
No entanto, existem alguns padrões interessantes que mostram que o acto de passar por cima dos anúncios pode não ser aleatório:
  • A audiência de anúncios a produtos para a pele destinados a crianças, em lares com crianças com menos de 12 anos, foi 37% maior do que em lares com adultos com mais de 50 anos.
  • Anúncios a jogos e brinquedos teve mais 22% de audiência em lares com crianças com menos de 12 anos.
  • Anúncios políticos obtiveram uma audiência 15% superior à média em lares com adultos com mais de 50 anos.
A amostra constou de 20 mil utilizadores de TiVo.

Conclusões a retirar destes números?

1. Os aparelhos de gravação digital vieram dar ainda maior poder ao espectador.

2. A publicidade em televisão, ganhou mais um adversário a adicionar à saturação devido à quantidade e duração dos espaços publicitários e ao zapping que surgiu com o comando remoto e o aumento do número de canais que permite saltar de um para ou outro e desse modo evitar os anúncios.

3. Os aparelhos de gravação digital estão a transformar o mercado publicitário televisivo.

4. Não existe um ódio à publicidade por parte dos consumidores. Eles apenas não querem ver muita publicidade ou anúncios a produtos que não lhe interessam.

5. Os espectadores facilmente verão publicidade se esta for em quantidade, reduzida e se a acharem relevante.

Ou seja...também aqui, o digital está a provocar uma revolução nos modelos de negócio assentes na publicidade.

Por cá, tal como no caso da imprensa, toda a gente ainda fala de GRP's e taxas de cobertura e rappeis e descontos como se nada se passasse.

Os Jogos Olimpicos de Pequim

Podemos dizer que é tudo uma palhaçada, que os tipos estão dopados, que o espírito olímpico já não é o que era ou que tudo não passa de um enorme negócio. Na verdade, continua a ser o maior evento desportivo do planeta e a única altura em que modalidades tão obscuras como o Pentatlo, a luta greco-romana ou o tiro com arco aparecem na televisão.

Aqui deixo o link para o site oficial dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. De 8 a 24 de Agosto.

Ah, estes bonecos aqui ao lado são as cinco mascotes. Dão pelos lindos nomes de Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini.

A Wikipedia explica todo o simbolismo das cinco Fuwa (bonecas tradicionais chinesas). Têm as cores dos arcos do símbolo olímpico e juntando as primeiras sílabas de cada um dos nomes obtém-se a linda frase: (Běijīng huānyíng nĭ) que quer dizer "este tecido é muito barato"*

Para dados sobre a delegação Portuguesa podem ir ao site do Comité Olimpico de Portugal.

Para a Delilah e restantes visitantes de Cuiabá, Teresópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, João Pessoa e outras localidades no Brasil, aqui fica o link para o site do Comitê Olímpico Brasileiro.

Para o único visitante de Angola aqui fica o link para uma entrada da Wikipédia sobre a participação Angolana em Beijing.


* desculpem, eu não resisto. na verdade significa "Pequim dá-vos as boas-vindas"

Lembram-se dos tempos em que a Sérvia era uma grande potência no basquetebol?


O Irão acabou de ganhar à Sérvia num dos jogos de basquetebol mais trapalhões que alguma vez vi ao nível de equipas nacionais. E, garanto-vos, foram os sérvios que permitiram a vitória iraniana e não o contrário.

A Jugoslávia foi uma das maiores potências do basquetebol europeu, juntamente com a União Soviética. Quando se deu a fragmentação, alinhou primeiro como FR Yugoslavia e depois como Sérvia e Montenegro. O nível de jogo manteve-se e os bons resultados continuaram a aparecer. O ponto mais alto aconteceu em 2002 com a vitória no campeonato do mundo disputado nos Estados Unidos.

Após esta data, o basquetebol Sérvio começou uma queda impensável:
  • Campeonato da Europa de 2003 - não passou dos quartos-de-final.
  • Torneio olimpico dos Jogos Olimpicos de Atenas, em 2004 - eliminada logo na fase de grupos.
  • Campeonato da Europa disputado em Belgrado, em 2005 - ficou nos oitavos-de-final.
  • Campeonato do Mundo de 2006, no Japão - caiu nos oitavos-de-final.
  • Campeonato da Europa de 2007, em Espanha - perdeu os três jogos da fase de grupos e ficou logo ali. Foi o mesmo torneio em que a seleccção portuguesa esteve presente e onde chegou aos oitavos-de-final.
  • Para terminar, nem sequer conseguiu o apuramento para os Jogos Olimpicos de Beijing.
Li algures que a menor qualidade do basketebol Sérvio está relacionada com factores económicos mas também com má organização. Lutas internas entre dirigentes têm minado toda a estrutura e afectado a formação e as competições internas.

Dizem agora que estão a efectuar uma renovação da equipa nacional. Pelo que ví hoje contra o Irão ainda têm muito que renovar.

terça-feira, 29 de julho de 2008

A epidemia de ingleses com os copos continua

Mais um incidente envolvendo bifes podres de bêbados. Neste caso um par de bifas que tentaram abrir uma das portas do avião onde viajavam durante trajecto entre a ilha grega de Kos e Manchester.

O aparelho acabou por fazer uma escala não planeada em Frankfurt para largar as duas pifas.

E agora, o comentário do senhor Silva, pessoa que costuma comentar no site do Correio da Manhã e também no Boletim Paroquial do Feijó, ex-comentador da Bancada Central e do fórum TSF:

"Do que o Reino Unido precisa é de outra Raínha Victória!!!!"
Obrigado senhor Silva.

Para onde vão os executivos de topo de Hollywood quando são despedidos?

A resposta é: formam companhias de produção e ficam a trabalhar para o estúdio de onde acabaram de sair.

Os últimos exemplos desta política que permite salvar a face e a honra de executivos caídos em desgraça são Bob Shaye e Michael Lynne.

Após a decisão da Warner Bros. de incorporar a New Line na casa-mãe, os seus fundadores criaram a Unique, que terá o típico three-year, first-look deal* com o estúdio do coelhinho.

Shaye e Lynne anunciaram agora qual será o seu primeiro projecto: a adaptação ao cinema de "Foundation", a trilogia de Isaac Asimov.


*acordo de três anos no qual o estúdio tem direito de opção sobre todos os projectos.

Alexandre Valente diz que "Corrupção" ainda não começou a dar dinheiro

O produtor disse ao IOL que o filme baseado no livro de Carolina Salgado ainda não gerou receitas suficientes para gerar lucro.

Queixou-se de que as salas ainda lhe devem dinheiro e que ninguém o apoiou. Mostrou-se também insatisfeito pelo facto de, tal como das outras vezes, ir produzir o seu próximo filme "Second Life", sem qualquer subsídio do estado.

Vamos por partes.

O "Corrupção" vai acabar por dar dinheiro. Alguns exibidores demoram mais tempo a pagar do que seria desejável mas imagino que acabarão por pagar a parte que cabe à Utopia Filmes.

Ainda não estarão contabilizados os direitos de televisão, nem as receitas totais do home entertainment.

Balanço final: era perfeitamente dispensável o discurso do coitadinho e o choro pelo facto de não receber dinheiros públicos. Deveria ser, isso sim, motivo de orgulho.

Mad Men


A série de televisão Mad Men, sobre os publicitários em Madison Avenue, Nova Iorque, durante os anos 60, beneficiou imenso do buzz criado pelas nomeações para os Emmy.

O primeiro episódio da temporada inicial da série tinha sido visto por 950 mil espectadores. A estreia da segunda temporada, ontem, 28 de Julho, teve uma audiência estimada em dois milhões de pessoas.

As 16 nomeações para os prémios da Academy of Television Arts and Sciences trouxeram também o pequeno canal AMC para uma posição de destaque que não é habitual.

E outra campanha para ficar a rir feito parvo

Props para o blogue I Believe In Advertising o sítio ideal para ver as melhores campanhas do mundo.



segunda-feira, 28 de julho de 2008

Publicidade exterior para ficar a olhar de boca aberta

Fenomenal esta campanha de publicidade exterior.

A fase da negação

É uma fase mas irão ultrapassá-la.

No JN, o Boavista não admite a possibilidade de ser despromovido.

O trailer do novo filme de Oliver Stone



Não consegui deixar de me rir quando comecei a ver o cast...

Vamos lá ver se o Oliveira Pedra desta vez acerta.

Bling - Teorias sobre o novo-riquismo

Exemplo do bling bling tão presente no hip-hop

Ainda no site da Atlantic. Um artigo que fala de uma teoria acerca do novo-riquismo.

Diz o artigo que a tendência para o novo-riquismo é tanto maior quanto a diferença de rendimentos dentro do grupo. O exemplo dado é o dos negros norte-americanos (se você se ofende com termos que não sejam politicamente correctos, então imagine que leu afro-americanos Se é um racista ou um retornado imagine que leu pretos. Toda a gente satisfeita? Então vamos continuar...).

Dois economistas da Universidade da Pensilvânia estudaram este assunto e observaram um padrão de consumo diferente entre familias de diferentes etnias mas com os mesmos rendimentos, dimensão do agregado, etc.

Os negros e os latinos gastavam uma maior percentagem do seu rendimento em jóias, (bling) carros, artigos pessoais e roupa (artigos visíveis) do que os seus equivalentes branquinhos da silva.

Aos que já se preparam para brandir a bandeira do preconceito e do racismo, dedico a conclusão de que este comportamento não depende da etnia. É simplesmente um padrão temporário que se desenvolve em alturas de passagem de uma situação económica menos favorável para um estilo de vida desafogado. É visível na China ou na Rússia por exemplo.

Aconselho a leitura do artigo. Muito do que lá vem é apenas a sistematização de algo que é mais ou menos senso-comum para muitas pessoas. Mas sistematizar é bom. Faz bem ao cérebro.


PS: Ontem estive a ver o "American Gangster". Tem bons exemplos do que é esta cultura do bling-bling.

Quem quer mal à China?


James Fallows no seu blogue no site da Atlantic refere o desejo reprimido de muita gente de que os Jogos Olímpicos de Beijing (Pequim) sejam uma barraca. Analisa ainda as consequências de uns JO marcados por problemas. Na realidade, essa situação não interessa a ninguém.

Segundo Fallows, o fracasso de Beijing 2008 só faria com que a China se fechasse sobre si mesma, colocando as culpas nos estrangeiros. E isso não interessa a ninguém.

Sejamos francos, a China é demasiado grande ou poderosa para que possa arriscar uma mudança demasiado rápida, uma revolução.

É vital que a China continue a evoluir, que nela se consolide uma classe média com dimensão e influência suficientes para poder estabelecer outras prioridades para lá da sobrevivência. Que construa uma consciência social, que exija menos horas de trabalho e melhores condições. Que se preocupe com a poluição e os direitos humanos.


Bullshit Marketing

No marketing e na publicidade, abundam os livros de gurus que prometem mundos e fundos.

Como ser o melhor marketeer em 10 lições, como planificar sites que farão o mundo abrir a boca de admiração, os segredos do desenvolvimento de estratégias que arruinarão a concorrência, como aumentar o ROI com um corta-unhas e um pedaço de metal, da blá blá blá blá.

Em nenhuma outra área de actividade humana é publicado tanto lixo ou se escrevem tantas baboseiras. E, em nenhuma outra área, os profissionais se servem tanto de livros de auto-ajuda como no marketing e na publicidade.

Para exemplificar, imaginem um médico a ler títulos como: "Histerectomias de Sonho: O Guia Para o Corte Perfeito" ou um engenheiro de estruturas que vai para o trabalho com os "Dez Segredos Para Construir Uma Ponte" debaixo do braço. Assustador não é?

Dentro desta linha de livros que não aquecem nem arrefecem (isto é mesmo verdade, alguns são tão fininhos quem nem servem para acender uma lareira) a Amazon recomendou-me via e-mail o exemplo mais parvo que alguma vez vi:

No B.S. Marketing to the Affluent: The No Holds Barred, Kick Butt, Take No Prisoners Guide to Getting Really Rich: The Ultimate, No Holds Barred, Kick ... No Prisoners Guide to Getting Really Rich

Sim, este é o título do livro. O autor pelos vistos levou a sério os conselhos de um outro guru que pretendia ensinar-nos a sobressair num ambiente saturado. Optou então pelo título mais extenso e parvo de que se lembrou.

Pior ainda, parece que pertence a uma série de livros, todos eles com títulos compridos e parvos.

Reflexões acerca da caixa de imagens (vulgo televisão)

O autor vai achar que estou a ser um Fagundes mas estas pequenas reflexões são muito pertinentes. Ademais, como as subscrevo na totalidade, permitem-me exercer o direito à preguiça e não escrever as minhas próprias ideias. Peço desculpa mas está too hot to think.

Reflexão #1: Coisinho que aparece nas revistas da tanga vs. notícias a sério.
Os noticiários das televisões (sobretudo os das privadas) assumiram um carácter popular e tablóide. Por mais que resistam a admiti-lo.

Reflexão #2: Mau perder da TVI e canal público vs. privado.
A lengalenga dos privados sobre o desperdício de dinheiros públicos perde força quando é apresentada como justificação para os seus próprios desaires.

Reflexão #3: Muita parra vs. pouca uva.
Mais um argumento para o dossier do jornalismo tablóide nos canais de televisão.

Para quem gosta destas coisas...o box-office americano

Ainda são as estimativas de domingo mas aqueles tipos sabem tanto da poda que os resultados finais não vão variar muito.

O Dark Knight continua obviamente na frente. Caiu dentro do que é normal, cerca de 50%. O total só nos States já vai nos 314 milhões.

A comédia Step Brothers fez o seu papelito, 30 milhões é fixe e tal...passemos à frente.

Já ninguém tem pachorra para os X-Files. Tomem lá 10 milhões no primeiro fim-de-semana se ainda tinham algumas dúvidas. Eu quero sinceramente acreditar que ninguém volta a pensar num filme com o Mulder e a Scully até daqui a....sei lá, vinte anos quando se lembrarem que está na altura de um remake.

O Mamma Mia! (here we go again my, my...) aguentou-se que nem um valente e tombou só 36%.

E pronto, fim de história. Aguardemos agora calmamente pelos resultados no resto do mundo.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Como o Barclays Bank comprou uma luta com os blogues em Portugal

O Barclays Bank está em maus lençóis na blogocoisa portuguesa.

Após um caso de fraude envolvendo um cartão de crédito, o autor do blogue Browserd decidiu contar-nos a sua história e tem-no feito de modo exemplar.

Exemplar porquê? Porque a sua exposição é clara, concisa e calma. Sem histerias.

O problema deste senhor tem sido seguido um pouco como se de uma novela se tratasse e encontra-se referido numa série de outros blogues. Ganhou assim maior dimensão e ameaça transformar-se numa cause célèbre. Mas, mais importante que tudo isto, um mês e muitas idas à sua agência depois, o autor do Browserd continua com o seu caso por resolver.

No Certamente Que Sim! aparece hoje um texto que coloca a mão na ferida: Os bancos (qualquer grande empresa, acrescento eu) não existem para servir os clientes. Existem para servir os interesses dos seus accionistas.

Isto leva-me a outra questão, para mim mais relevante porque é a minha área de formação e onde trabalhei durante mais de uma década: o marketing não serve para adequar os produtos e serviços aos clientes. Serve para criar a melhor imagem possível de uma instituição, ao menor custo possível.

Em bom inglês serve para "make us look good and save our asses when shit happens".

Ou seja, todas aquelas palavras lindas de adequar o nosso produto ao público alvo e de prestar o melhor serviço ao nosso cliente são apenas balelas. O objectivo final do marketing é fazer com que as vendas aumentem e que a reputação da empresa seja cada vez melhor. Que fique claro que isso não é sinónimo de bom serviço.

Na realidade, o marketing é uma utopia, tal como foi o comunismo. Ou seja, um conjunto de ideias excelentes em teoria mas que na prática não passam de uma enorme treta.

O computador feliz

O que faz o meu computador feliz?

Em primeiro lugar um anti-virus. Tenho o McAfee mas assim que acabar a subscrição vou trocá-lo pelo AVG ou pelo Avast.

Junto-lhe o Spybot e o CCleaner para maior segurança e limpeza eficaz.

Para navegar na Internet tenho o Firefox 3 com alguns add-ons essenciais (digo eu que não percebo nada disto): o British English Dictionary e o corrector de português europeu para dar menos erros.

O Flagfox, uma mariquice útil que faz aparecer uma bandeira no canto inferior direito do browser, a indicar o país onde está alojado o site que estamos a visitar.

O fenomenal Foxmarks, que me permite sincronizar os meus favoritos e aceder-lhes em qualquer computador em qualquer parte do mundo.

O Read-It Later, onde guardo links que quero ler mais tarde (claro que acabo por acumular 4 páginas de links porque tenho mais olhos que barriga).

O Stumble Upon, que nos mostra sites recomendados por outras pessoas - dentro de um leque de temas que seleccionámos préviamente.

Finalmente, a aplicação que qualquer destravado precisa, o Reminder Fox, o equivalente digital de fazer cruzinhas nas mãos ou usar um elástico para não nos esquecermos do que temos para fazer.

Ainda na Internet, mas já nas aplicações exclusivamente online, o Netvibes permite-me passar os olhos pelas principais notícias em sete tabs diferentes, cada um representando um tema que me interessa, rir-me com as tiras diárias do Dilbert e o Calvin, ver o estado do tempo e aceder directamente às minhas contas de e-mail.

Saindo do browser, para brincar com imagens tenho o Gimp 2.

Para redimensionar fotos a granel o Easy Thumbnails.

Para criar imagens do ecrã do meu computador o Screen Grab Pro.

O Instant Eyedropper permite-me saber qual é o código de qualquer cor que me apareça pela frente.

O iSpring transforma apresentações aborrecidas em Powerpoint em excitantes ficheiros Flash.

E finalmente, o PdfRedirect, que me permite criar ficheiros pdf de modo fácil e rápido.