sexta-feira, 20 de junho de 2008

Os estranhos títulos das notícias

Não é embirração mas estes casos continuam a aparecer-me à frente.

Notícia do JN: "Portugal sai do Euro empurrado pelo árbitro"

Lê-se o texto e...curioso. Não há uma única referência à arbitragem. Falam nos falhanços de Ricardo a sair aos cruzamentos e de dois golos de bola parada. Quanto ao árbitro, nada.

Estranho.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Novo round nas tricas entre Associated Press e bloggers

Esta tem carradas de piada.

Para os que felizmente têm coisas mais importantes em que pensar, relembro que a Associated Press (AP) andou a pressionar um blogger por este ter utilizado uma citação de um texto da agência noticiosa. Depois disso, anunciou a intenção de criar regras para o uso dos seus conteúdos em blogues.

O engraçado neste assunto está no facto de a própria AP ter citado o blogue TechCrunch. O autor está pior que estragado e diz que lhes vai mandar a conta pelas palavrinhas usadas.

As previsões de Madame Zinga

Madame Zinga, a bruxa de serviço aqui no blogue prevê duas coisas após a eliminação de Portugal do Euro:

  • Vêm aí os incêndios.
  • O Sócrates tá lixado.

Mais food for thought

Regresso a este post para um pequeno post-mortem. Adoro a expressão "post-mortem", muito CSI, muito Dexter...

Após ter passado os olhos (já ninguém lê, isso é tão século XX) pelos artigos mencionados e por mais alguns textos no Publishing 2.0, acho que já consigo pensar pela minha própria cabeça e deixar algumas ideias muito básicas sobre o que aprendi nos últimos tempos:

Estão a ocorrer uma data de mudanças. Quais são realmente importantes e como nos irão afectar é algo que ainda não conseguimos compreender. É como a imagem estafada de estarmos no meio de uma tempestade. Sabemos que está muito vento e chuva à nossa volta mas não conseguimos ver além disso.

O alargamento das tecnologias digitais às massas criou problemas a todas as empresas que baseavam o seu negócio na exclusividade do acesso à informação e na dificuldade em a criar. Antes, se quisesse escrever um texto sobre uma série de televisão que não tivesse estreado em Portugal, estava dependente de raras publicações a preços exorbitantes ou de algum amigo que viajasse aos Estados Unidos. Hoje, tenho tudo ao meu dispor desde que saiba procurar ( e este é um dos busílis da questão). Ou seja, com um mínimo de preparação, posso aceder a uma variedade de temas que antes eram exclusivo e privilégio de alguns.

O acesso facilitado veio também aumentar a facilidade de partilha. Gravar um disco de vinil para uma cassete era quase tão difícil como fazer um arroz de tomate decente. Partilhá-lo com um grupo de amigos, uma tarefa hercúlea.

Nesses tempos, tal como hoje, essa partilha era ilegal. Mas a dificuldade em fazê-lo mantinha a tranquilidade do lado de empresas e músicos que sobreviviam da venda de discos.

Actualmente, posso partilhar um álbum com 50 pessoas em menos tempo do que demora a pedir o menú #2 num restaurante de fast-food. Posso aceder a filmes, programas de televisão e até a livros, sempre de forma ilegal, em diversos pontos da internet.

O número de pessoas que fazem isto é tal que, se a lei fosse cumprida à letra, os velhos gulags siberianos não chegariam para prender toda a gente (a piada é de mau gosto mas acho que perceberam).

Mas por outro lado, as antigas empresas, baseadas no modelo de venda de conteúdos, não podem simplesmente fechar, desaparecer. Os autores não podem continuar a produzir obras sem ganhar um tusto. É fundamental criar outros modelos de negócio.

E é nesta parte que o filme termina, por agora. Estamos nesta fase de tentar perceber como se ganha dinheiro com esta nova situação de conteúdos a circular livremente entre as massas.

Por falar em massa, deu-me a larica. Vou ali comer e já volto.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Tropa de Elite, pirataria e droga

Ganda nóia de título!!!!

Mais a sério aqui deixo a recomendação para lerem o texto de um senhor chamado Pedro Dória.

Tropa de Elite, pirataria e droga

Ganda nóia de título!!!!

Mais a sério aqui deixo a recomendação para lerem o texto de um senhor chamado Pedro Dória.

O download day do Firefox 3

Às 18h00 (hora de Lisboa), foi o caos. Uma molhada virtual que entupiu todas as entradas para o Firefox.

Agora as coisas estão mais calmas. Quanto ao número de downloads, da última vez que olhei já tinha passado dos sete milhões!

A contagem continua até às 18h00 de hoje por isso aproveitem se quiserem fazer parte do recorde.

Investimento online ultrapassa televisão no Reino Unido

Já está. No Reino Unido parece que o investimento publicitário online vai ultrapassar pela primeira vez o efectuado em televisão. Apesar de muitas dúvidas que ainda existem sobre a sua eficácia.

A histeria pelos animais

Uma coisa que custa a entrar na cabeça de algumas pessoas é o facto de dizer que gosto de animais mas aprovo as touradas. No caso de uns mais histéricos, o facto de ainda por cima gostar de bifes.

O tom da discussão à volta das touradas anda muito próximo do que aconteceu com o aborto. Ou seja, não há debate possível quando as pessoas apenas gritam umas com as outras e estão mais preocupadas em vencer o que vêem como uma luta, do que em ouvir.

É legítimo que se lute por causas. Mas também é legítimo que se estabeleça a diferença entre o que é sério e o diletante.

A verdade é que tenho lido argumentos mais interessantes do lado dos aficionados que dos ditos defensores dos animais. De um lado fala-se, do outro berram-se palavras de ordem e mostra-se um enorme desconhecimento sobre o que é a tourada. Sobretudo porque se deixam instrumentalizar por uma espécie de politicamente correcto que se confunde com modernidade. Algo que pretende transformar a nossa vida em algo asséptico e supostamente mais humano.

Pois a crua realidade meus caros é que uma sociedade sem touradas fica apenas mais chata. Não aumenta a felicidade geral, não nos torna mais civilizados, não acaba com a violência. Torna-nos apenas menos humanos mais iguais uns aos outros. Da pior maneira possível.

Associated Press reúne com associação de bloggers para discutir directrizes

As leis de copyright tal como existem não fazem qualquer sentido na actualidade. A Internet veio transformar o modo como acedemos e partilhamos dados, textos literários ou noticiosos, imagens, sons.

Os negócios que tinham como base qualquer um destes produtos, foram apanhado com as calças na mão e reagiram da pior maneira. E ainda hoje recusam a evidência. Hoje, quase toda a gente viola as leis de copyright várias vezes ao dia, de modo consciente e inconsciente.

Segundo a Wired, nos Estados Unidos, foi a Associated Press que há pouco tempo decidiu intimidar o autor de um blogue chamado The Druge Retort, pressionando-os a retirar alguns textos que considerou "utilizados de forma imprópria".

Agora, os advogados da Associated Press, vão reunir com uma associação de autores de blogues para discutir directrizes que permitam a utilização de conteúdos da agência de notícias em blogues.

Ou seja, vamos torná-lo tão complicado e tão difícil que ninguém terá vontade de ter um blogue.

Associated Press reúne com associação de bloggers para discutir directrizes

As leis de copyright tal como existem não fazem qualquer sentido na actualidade. A Internet veio transformar o modo como acedemos e partilhamos dados, textos literários ou noticiosos, imagens, sons.

Os negócios que tinham como base qualquer um destes produtos, foram apanhado com as calças na mão e reagiram da pior maneira. E ainda hoje recusam a evidência. Hoje, quase toda a gente viola as leis de copyright várias vezes ao dia, de modo consciente e inconsciente.

Segundo a Wired, nos Estados Unidos, foi a Associated Press que há pouco tempo decidiu intimidar o autor de um blogue chamado The Druge Retort, pressionando-os a retirar alguns textos que considerou "utilizados de forma imprópria".

Agora, os advogados da Associated Press, vão reunir com uma associação de autores de blogues para discutir directrizes que permitam a utilização de conteúdos da agência de notícias em blogues.

Ou seja, vamos torná-lo tão complicado e tão difícil que ninguém terá vontade de ter um blogue.

terça-feira, 17 de junho de 2008

O espaço público e as empresas

O PSD da Câmara Municipal de Lisboa vai apresentar hoje uma moção de censura ao vereador Sá Fernandes na assembleia municipal e recomendar que lhe seja retirado o pelouro dos espaços verdes.

O que fez o vereador?
  • Alugou a Praça das Flores à Skoda durante duas semanas, para eles fazerem o lançamento de um carro.
  • Negociou com a Sonae a construção de um parque infantil no Jardim da Estrela, patrocinado pela marca Continente.
Crime! Miséria! Desgraça!

A CML está sem dinheiro, vítima da má gestão de quem por lá andou antes, PSD e PS.

Se os privados estão dispostos a dar dinheiro para fazer aquilo que a autarquia não faz porque desbaratou recursos e em troca a cidade só tem que ceder algum espaço durante um período limitado, onde é que está o escândalo? É mau incentivar a responsabilidade social das empresas?

  • Não é isso que é feito todos os anos nas festas de Lisboa? Patrocínios e cedência de espaço público para venda de produtos?
  • Não foi já feito na Praça do Comércio para meter lá a árvorezinha de natal da opu...er...do BCP?
  • E o Parque da Bela Vista negociado no mandato de Santana Lopes, ocupado pelo Rock in Rio e depois deixado ao abandono durante meses?

Sou todo a favor de eventos que animem a cidade mas seria bom aproveitá-los para deixar algum benefício para quem vive na zona. Seria muito mais transparente negociar contrapartidas visíveis do que dinheiro a que ninguém vê a cor.

O Sá Fernandes não é um santo. Tem muita gente à perna por causa do túnel do Marquês e não é o Robin dos bosques que alguns desejavam. Mas, neste caso, há um aproveitamento político parvo. De quem no PSD se vê obrigado a não o deixar brilhar porque isso coloca em evidência a sua própria incompetência e de quem, no BE, o quer deitar abaixo.

Ou seja, a conversa do costume. Manobras políticas e interesses dos partidos à frente do bem das populações.

PS: Lembrei-me agora do clássico "Sobral de Monte Agraço já tem parque infantil"...

O Malheiro é divertido

Outro motivo de interesse no Destak são as crónicas do João Malheiro.

Um excelente exemplo de escrita pomposa, cheia de palavras caras sem cabimento.

As más traduções no Destak

Outro exemplo da pressão exercida pelos leitores.

Tal como no caso do Público, o erro foi exposto na área de comentários. O Marlbourough College é uma escola secundária e não uma universidade.


REALEZA
Princesa apanhada a dançar nua na faculdade
16 | 06 | 2008 15.25H

A princesa Eugénia de York foi repreendida pela escola que frequenta depois de ter sido apanhada a brincar nua no espaço da faculdade, referiu a UK Press Association.

Luis Miguel Mota | lmota@destak.pt

A princesa, de 18 anos, é a sexta na linha de ascensão ao trono britânico, filha do Príncipe André, Duke de York, e da irreverente Sarah Ferguson, tendo sido repreendida pela conceituada universidade de Marlborough, a oeste de Londres.

É hoje! É hoje!

O Firefox 3 estará disponível a partir das 18h00, hora de Lisboa, 10h00 hora de Los Angeles. Para fazer o download é só carregar no botãozinho aqui ao lado.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Blogueiros da vossa rua uni-vos!

O trocadilho é bacoco mas a verdade é que, por diversas razões*, um grupo de blogueiros nacionais decidiu fazer algo.

Não, não foi um corte de estrada, nem um buzinão, nem mais uma (bocejo) petição online.

Por agora criaram - tcharan! - um blogue, um grupo no friendfeed e um wiki que pretende juntar uma série de conselhos e boas práticas para o blogueiro moderno.

Descrito assim às três pancadas, isto é mais ou menos como quando aparece um miúdo grande lá na rua e começa a roubar o dinheiro do almoço dos mais pequenos. As vítimas tendem a unir-se e a combinar como se hão-de defender do malvado.

Eu não gosto de pertencer a grupos mas desta vez achei que valia a pena. Há grandes possibilidades de aprender alguma coisa e na realidade começam a aparecer blogues interessantes cá pelo burgo.




* Uma delas o hilariante programa da SIC (booooo!!! fora!!!!) sobre.....tremam todos....."Os Perigos da Internet".

Ainda a falta de revisão de textos no Público




França poderá suprimir 266 mil efectivos da Defesa
16.06.2008 - 13h01 AFP, PÚBLICO
A França poderá reduzir os seus efectivos da área da Defesa para 54 mil civis e militares, num prazo de seis a sete anos, o que constituirá uma severa cura de emagrecimento das forças armadas, actualmente com cerca de 320 mil pessoas no total, noticiou a AFP citando “fonte autorizada”.




A mesma notícia no site do Nouvel Observateur:

DEFENSE

Les effectifs des armées réduits de 54.000 personnes

NOUVELOBS.COM | 16.06.2008 | 19:15

Le train de mesures prévu dans le nouveau Livre blanc sur la défense et la sécurité nationale, que présentera mardi Nicolas Sarkozy, inclut une réduction des effectifs de la défense qui contribuera à un effort accru en matière de crédits d'équipements de 377 milliards d'euros.

Soldats français (AP)

Soldats français (AP)




Une réduction des effectifs de la défense de 54.000 personnes sur 6 à 7 ans est prévue selon le Livre blanc sur la défense et la sécurité nationale, a-t-on appris, lundi 16 juin de source autorisée.
Cette réduction touchera aussi bien les effectifs militaires que civils de la défense, qui emploie en tout 320.000 personnes, selon la même source
.




E finalmente a origem no site da AFP:

Le Livre blanc sur la Défense: réductions d'effectifs et renseignement

16/06/2008 16h13

Des soldats du 8e Régiment parachutiste d'infanterie de marine (8e RPIMA) le 20 mai 2008 à Castres
©AFP/Archives - Eric Cabanis

PARIS (AFP) - Après dix mois de gestation, le Livre blanc sur la défense et la sécurité nationale qui doit être détaillé mardi par Nicolas Sarkozy fixe de nouvelles priorités stratégiques pour la France avec à la clef une réduction des effectifs des armées et l'accent mis sur le renseignement.

L'annonce de ces mesures par le chef de l'Etat, chef des armées, prendra l'allure d'une grand-messe: plus de 3.000 militaires, gendarmes, policiers et responsables de la sécurité civile réunis Porte de Versailles à Paris.

Au-delà du decorum, ce Livre blanc, premier du genre depuis 14 ans et premier à associer défense et sécurité, promet de bouleverser ce domaine.

A commencer par la supression de 54.000 des 320.000 postes civils et militaires de la défense dans les 6 ou 7 prochaines années, la fourchette haute des réductions d'effectifs envisagées depuis quelques mois par le ministre Hervé Morin.



O erro nos números divulgados pelo Público foi apontado por mais do que um leitor. Foi apontado ainda o facto de a imagem que acompanha a notícia ser de soldados portugueses.

São ingratos estes tempos da Internet, com uma data de gente a ler tudo á lupa e com o poder de reclamar.

Sabemos que as condições de trabalho não são as melhores, que os jornais estão com gente a menos e cheios de estagiários mal pagos (os que são pagos), cheios de vontade, mas sem alguém por perto que lhes ensine.

Sabemos isso tudo mas depois não podem querer que a malta leve a imprensa tradicional a sério pois não?


É amanhã, é amanhã!

Muita gente não acredita mas eu sou mesmo muito distraído. E não, não é verdade que isso seja sinónimo de genialidade.

Portanto, se não me engano, hoje estamos a 16 de Junho. Amanhã será 17, o Firefox 3 Download Day, dia em que o novíssimo Firefox 3 fica disponível para o comum dos utilizadores.

Não se esqueçam, toca a fazer o download! Sempre podem dizer que ajudaram a quebrar um recorde mundial. Bem melhor do que passar 30 dias a tocar pandeireta, ou fazer um pão com chouriço gigante.

Se olharem para o mapa que mostra o número de pessoas que se comprometeu a fazer o dowload poderão ver que de Portugal - ai que orgulhoso estou - vieram mais de 14 mil registos e que o total mundial, na altura em que estou a escrever isto, é de 1,3 milhões.

Se estiverem pouco ocupados, podem aproveitar este mapa para procurar outras informações completamente inúteis:

a) Qual é o país/território com menos registos? Dica: Façam zoom ao mapa e procurem ali para a zona das Caraíbas e no Pacífico.

b) Se quiserem estabelecer relações completamente desprovidas de espírito científico podem tentar ligar o número de registos ao desenvolvimento do país. Procurem surpresas sobretudo nos países emergentes.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Livro de reclamações

Se forem ver o novo filme do senhor Shyamalan, The Happening, ao Alvaláxia, o mais certo é verem muitos microfones a aparecer.

A malta normalmente ri muito e acha que o filme está mal feito.

Quer isto dizer que o realizador é um grande nabo e que ninguém deu por nada durante a fase de pós-produção e ao longo de todos os visionamentos?

Na realidade não é nada disso.

Sempre que aparece um microfone no topo do ecrã a responsabilidade é única e exclusivamente do cinema.

Porquê?

Desculpem algum detalhe menos correcto, não sou técnico. Tentei aprender com quem sabia e, se bem me recordo, é mais ou menos isto:

Os filmes têm diversos formatos.

Os mais comuns são o chamado normal 1:33 ou flat, 1:85 que é um formato intermédio, e finalmente o 2:35:1 ou scope.

É da responsabilidade do cinema ter equipamento que lhe permita exibir o filme correctamente, tal como o realizador o idealizou.

Se não o fizerem, a imagem fica mal enquadrada e acabamos por ver coisas que não é suposto aparecerem, como os famosos microfones. Ao mesmo tempo, estamos a ver a imagem cortada em ambos os lados.

Em termos práticos o filme fica estropiado.

Cada vez que isso aconteça, sugiro que reclamem com o gerente do cinema. Peçam o livro de reclamações se assim o entenderem. Sobretudo não deixem que vos tentem passar por parvos.

Se forem ao IMDB e pesquisarem os filmes do Shyamalan, irão reparar que todos foram filmados ou em 2:35:1 ou em 1:85.

O 1:85 é o formato intermédio que causa mais problemas. Foi o formato do Lady in The Water e terá sido (ainda não consegui confirmar) o do The Happening.*

Hoje, o Alvaláxia estava a exibir o filme no formato 1:33. Consequência: havia imagem fora do ecrã em baixo, em cima apareciam microfones e a imagem estava cortada nos lados. Foi-me dito que experimentaram com 1:85 mas que "apareciam barras em baixo e em cima". Possivelmente barras que deviam mesmo aparecer.

A reclamação ficou registada.

* Já confirmei no IMDB. O formato do The Happening é 1:85, o mesmo que o gerente do cinema jurou que não podia colocar porque "apareciam umas barras em cima e em baixo".

E mais três blogues sobre publicidade e marketing

http://www.ibelieveinadv.com/

http://www.marketing-alternatif.com/

http://disruption.splinder.com/

Em inglês, francês e italiano. Sejam poliglotas. Faz bem à saúde.