sexta-feira, 18 de abril de 2008

O cívico

O cívico, sai da Loja do Cidadão e caminha até à casinha onde se paga o estacionamento. Depois, regressa ao local onde está a sua viatura.

O grunho, sai da Loja do Cidadão e entra directamente no carro. Pára no meio do caminho e vai pagar enquanto os outros aguardam pacientemente atrás dele.

Espero que ao menos, o senhor em causa recicle toda a lata que tem.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Um tipo distrai-se e dá nisto… (Futebolices I)

Já escrevi noutras ocasiões que prefiro ver outros desportos como o râguebi, o atletismo ou o basquetebol, àquele ópio das massas que dá pelo nome de futebol.

Não tenho nada contra a modalidade em si e, com a disposição certa, até consigo ver um jogo sem elevar os níveis de tédio ao insuportável.

O que me chateia mesmo são as conversas sobre futebol e a importância que se lhe dá. O que me faz fechar a boca e afastar de um grupo de pessoas é um boa e velha conversa de chacha sobre árbitros, clubes e outras cacas laterais. Sobretudo quando há diálogos tão giros que se podem criar à volta do estado do tempo.

Aquelas histórias sobre "o ................. é melhor do que o ................... (preencher com qualquer coisa) ou "existe uma conspiração dos Illuminati com o objectivo de impedir o ................ (preencher com o clube da sua preferência) de ganhar o campeonato", são aborrecidas e geralmente revelam uma pobreza de argumentos que transformam qualquer pessoa adulta numa criança de 5 anos. Isto sem qualquer ofensa para as crianças de 5 anos. Juro que já assisti a conversas bem giras acerca da qualidade de alguns brinquedos ou sobre a nojice que é a sopa de espinafres.

Admito, sou um snob nesta matéria. E noutras também. Não me junto às massas. Só às vezes, com o fito ingénuo de tentar elevar o nível da discussão com algumas ideias que não passem por pegar fogo a uma das maiores cidades do país, ou por amputar os genitais de árbitros e dirigentes. Claro que nunca tive sucesso.

Toda esta conversa a propósito do jogo de ontem.

Então não é que, estava eu ao telefone com alguém que me é muito querido – olá fofa, beijinho para si – quando passei pela transmissão do jogo – sim nós fazemos zapping enquanto falamos ao telefone, manias – e vi o resultado em dois a zero para o Benfica. Comentei, "ena o Benfica a ganhar dois a zero em Alvalade" e esqueci o assunto.

Hoje de manhã dou com um artigo com o título "Rui Costa: fim de carreira que não esperava". Querem ver que o rapaz se magoou no jogo? Fui ler o dito artigo e fiquei em choque. Esperem lá! Afinal o Benfica não ganhou o jogo???

Rumei rapidamente ao site do Record e pasmei. Cinco a três? Oito golos? Confirmei se não se tratava de um jogo entre o Borussia Moenchengladbach (tentem lá dizer isto com a boca cheia de sopa de espinafres e é garantido que ficam a parecer uma criança de cinco anos) e o Bayern de Hussenschmurfenpliffen (não parece mas este nome é inventado). Não era. Por algum acaso do destino parece que o jogo de ontem foi mesmo interessante e emotivo.

E eu não vi. Confesso que fiquei um tudo nada chateado.


***

Acho que já perorei neste blogue sobre os problemas nos clubes. Despedem-se treinadores a mais e dirigentes a menos. Não é um problema exclusivo do futebol, pode aplicar-se a todo o país.

Nós não temos maus trabalhadores, temos más chefias, má organização. E nem sequer temos de melhorar muito. Basta melhorar um bocadinho para ficarmos ao nível da Inglaterra, da França, já para não falar da Espanha. Com um bocadinho menos de corrupção e um pouquinho mais de "cultura de mérito", por oposição à "cultura da cunha". Apenas com esta alteração mínima no comportamento das nossas elites, a gente vai lá.

O problema no Benfica, como noutras organizações, reside no facto de os dirigentes serem incompetentes e comprarem e venderem activos (leia-se jogadores) preocupando-se apenas com o lucro que possam obter e não com o rendimento desportivo ou as necessidades da equipa. Simples. Sou mesmo um génio. Bom ok, não sou...não é preciso ser um génio para chegar a estas conclusões...

Um tipo distrai-se e dá nisto… (Futebolices I)

Já escrevi noutras ocasiões que prefiro ver outros desportos como o râguebi, o atletismo ou o basquetebol, àquele ópio das massas que dá pelo nome de futebol.

Não tenho nada contra a modalidade em si e, com a disposição certa, até consigo ver um jogo sem elevar os níveis de tédio ao insuportável.

O que me chateia mesmo são as conversas sobre futebol e a importância que se lhe dá. O que me faz fechar a boca e afastar de um grupo de pessoas é um boa e velha conversa de chacha sobre árbitros, clubes e outras cacas laterais. Sobretudo quando há diálogos tão giros que se podem criar à volta do estado do tempo.

Aquelas histórias sobre "o ................. é melhor do que o ................... (preencher com qualquer coisa) ou "existe uma conspiração dos Illuminati com o objectivo de impedir o ................ (preencher com o clube da sua preferência) de ganhar o campeonato", são aborrecidas e geralmente revelam uma pobreza de argumentos que transformam qualquer pessoa adulta numa criança de 5 anos. Isto sem qualquer ofensa para as crianças de 5 anos. Juro que já assisti a conversas bem giras acerca da qualidade de alguns brinquedos ou sobre a nojice que é a sopa de espinafres.

Admito, sou um snob nesta matéria. E noutras também. Não me junto às massas. Só às vezes, com o fito ingénuo de tentar elevar o nível da discussão com algumas ideias que não passem por pegar fogo a uma das maiores cidades do país, ou por amputar os genitais de árbitros e dirigentes. Claro que nunca tive sucesso.

Toda esta conversa a propósito do jogo de ontem.

Então não é que, estava eu ao telefone com alguém que me é muito querido – olá fofa, beijinho para si – quando passei pela transmissão do jogo – sim nós fazemos zapping enquanto falamos ao telefone, manias – e vi o resultado em dois a zero para o Benfica. Comentei, "ena o Benfica a ganhar dois a zero em Alvalade" e esqueci o assunto.

Hoje de manhã dou com um artigo com o título "Rui Costa: fim de carreira que não esperava". Querem ver que o rapaz se magoou no jogo? Fui ler o dito artigo e fiquei em choque. Esperem lá! Afinal o Benfica não ganhou o jogo???

Rumei rapidamente ao site do Record e pasmei. Cinco a três? Oito golos? Confirmei se não se tratava de um jogo entre o Borussia Moenchengladbach (tentem lá dizer isto com a boca cheia de sopa de espinafres e é garantido que ficam a parecer uma criança de cinco anos) e o Bayern de Hussenschmurfenpliffen (não parece mas este nome é inventado). Não era. Por algum acaso do destino parece que o jogo de ontem foi mesmo interessante e emotivo.

E eu não vi. Confesso que fiquei um tudo nada chateado.


***

Acho que já perorei neste blogue sobre os problemas nos clubes. Despedem-se treinadores a mais e dirigentes a menos. Não é um problema exclusivo do futebol, pode aplicar-se a todo o país.

Nós não temos maus trabalhadores, temos más chefias, má organização. E nem sequer temos de melhorar muito. Basta melhorar um bocadinho para ficarmos ao nível da Inglaterra, da França, já para não falar da Espanha. Com um bocadinho menos de corrupção e um pouquinho mais de "cultura de mérito", por oposição à "cultura da cunha". Apenas com esta alteração mínima no comportamento das nossas elites, a gente vai lá.

O problema no Benfica, como noutras organizações, reside no facto de os dirigentes serem incompetentes e comprarem e venderem activos (leia-se jogadores) preocupando-se apenas com o lucro que possam obter e não com o rendimento desportivo ou as necessidades da equipa. Simples. Sou mesmo um génio. Bom ok, não sou...não é preciso ser um génio para chegar a estas conclusões...

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Por causa de notícias destas é que criei este blogue!

Disto não há todos os dias!

A sério, podem não acreditar mas eu adoro estas notícias:

Repolho gigante em quintal de Fronteira dá para alimentar 20 pessoas

Querem ver que estou a ficar disléxico?

O comité de correcção de erros do Steed (COCORRES) ontem teve que fazer horas extraordinárias.

É impressão minha ou estou a dar cada vez mais erros de ortografia?

Será que posso mandar as culpas para cima do teclado?

Dos óculos?

Do Salazar?

terça-feira, 15 de abril de 2008

Novidades

Comunicado

Gentes, população, povo, seres humanos e membros de juntas médicas em geral:

O Steed, esse génio da rabdomância e da efabulação masturbatória, guru da missanguinha e pai de santo dos candomblés da Noruega, decidiu na sua infinita sabedoria criar um blogue dedicado somente à sua paixão por história.

Por essa razão, o trabalho de grande fôlego intitulado "A Primeira Guerra According To Steed", passará para esse novíssimo sítio da internet que dá pelo nome de:



Os textos sobre história que pululavam deste lado passaram também para o novo blogue.

José Hermanos Saraivas deste país, todos em força para o novo blogue!

sábado, 12 de abril de 2008

La Lys

Ontem foi o aniversário da Batalha de La Lys.

A editora A Esfera dos Livros fez coincidir o lançamento de "Das Trincheiras Com Saudade", de Isabel Pestana Marques, com a efeméride. O jornal "Público", a propósito de ambos, incluiu este artigo na edição de ontem.

Ainda não li o livro, por isso sobre ele não vou abrir a boca.

Quanto ao artigo, ficaram-me algumas dúvidas. Fiquei surpreendido com umas quantas afirmações. O erro de lhe chamar "batalha de Las Lys" fez-me rir.



Aviso: A partir de agora isto só interessa mesmo a que goste de história. Não fala de mulheres nuas nem de futebol e não tem piadas. A sério, não tem.


[Citações do artigo do jornal "Público" assinaladas a bold e em itálico]


"Na historiografia europeia (...) a batalha de Las [sic] Lys nem sequer existiu."

Falso. Nem é preciso levantar o rabo da cadeira para ver a quantidade de referências à batalha na Internet. Em inglês e em francês. Possivelmente o jornalista não terá encontrado nada porque pesquisou por "Las Lys". Também poderia ter procurado por "4ª Batalha de Ypres" ou "Batalha de Estaires" designações pelas quais também é conhecida.

A designação "Batalha de Armentiéres" é menos correcta. Embora o sector seja idêntico, refere-se a uma batalha de 1914, no início da guerra, pertencente a uma fase a que mais tarde foi dado o nome de "corrida para o mar" e que levou à imobilização da guerra das trincheiras.

A batalha de La Lys foi travada como consequência do ataque com o nome de código "Georgette", que por sua vez derivou de um plano mais ambicioso chamado "George", englobado na última ofensiva alemã chamada "Kaiserschlacht".


"Do primeiro ao último momento deste período, a aventura portuguesa na guerra europeia não passou de uma série de mal-entendidos e de mitos colocados ao serviço de objectivos pouco confessáveis."

Os mitos são obviamente posteriores aos acontecimentos. É um facto que o governo da Primeira República tinha interesses egoístas na intervenção portuguesa mas o papel que esta teria na conservação das colónias africanas não é de todo um mito. Sabia-se por cá que existiria um acordo entre a Grã-Bretanha e a Alemanha para repartirem Angola e Moçambique. Tal acordo dataria de 1898 e foi reavivado em 1911. Apesar de negado por ambas potências, este facto não deixou de se juntar às razões para a nossa entrada na guerra.

Mais, não foi Portugal que entrou na guerra. É verdade que, de início, os britânicos recusaram o alinhamento nacional com os aliados mas com o passar do tempo acabaram por nos pressionar para que arrestássemos os navios Alemães ancorados em Lisboa. Tal acto levou a Alemanha a declarar guerra a Portugal.


"Chegados ao seu destino, tiveram de caminhar cerca de 30 kms, carregados com todo o equipamento de campanha, até aos seus locais de acantonamento."

E? Onde é que está o problema nisto? A guerra teve lugar entre 1914 e 1918. A mecanização dos exércitos só teve lugar de modo relevante durante a Segunda Guerra Mundial. Ou seja, era perfeitamente normal marchar 30 kms, embora tenha encontrado algumas fontes que referem o transporte por comboio até Thérouane, ponto de concentração designado para o CEP.


"A falta de hábitos de higiene propiciou o alastrar das doenças e dos piolhos, sarna e outros parasitas"

Nós não seríamos os mais asseados da Frente Oeste, mas a presença destas pragas era uma constante em todos os sectores. O piolho, a sarna, o pé-de-trincheira e a ratazana eram companheiros inseparáveis de todos os soldados.


"O armamento era insuficiente e inapropriado e ninguém tinha recebido treino adequado para a guerra das trincheiras"

Por razões logísticas, todo o nosso armamento foi fornecido pelos Britânicos. Não fazia sentido estar a montar uma estrutura apenas para duas divisões, quando a já existente funcionava bem devido à experiência acumulada em mais de três anos de guerra. O equipamento era praticamente igual ao das outras forças do Império Britânico: espingardas Lee-Enfield, metralhadoras Lewis e Vickers, granadas Mills. Só os capacetes eram inicialmente de qualidade inferior (os Brodie Mark I tipo A).

Quanto ao treino, o CEP passou, tal como qualquer divisão britânica, por um período de instrução sobre ataques com gás e tácticas de guerra nas trincheiras. Nenhuma unidade chegava a França e ia directamente para a frente. Veja-se que após a chegada a Thérouane, em Fevereiro, as primeiras tropas portuguesas só entraram em linha no mês de Abril.


"(...) furiosos com as más condições e com as diferenças de tratamento entre soldados e oficiais, muitas vezes os portugueses se sublevaram, se esconderam ou fugiram."

Ao contrário do que se passava no exército britânico, que tinha instaurado um sistema de rotatividade, que significava não só a alternância entre frente, apoio, reserva e retaguarda, mas também a possibilidade de obter licenças, as tropas portuguesas foram obrigadas a uma presença quase constante ao serviço por falta de efectivos. Por outro lado, as licenças eram escassas e privilegiavam os oficiais em detrimento dos praças.

O número de oficiais que veio de licença a Portugal e já não voltou foi altíssimo, causando uma razia nos quadros dos batalhões do CEP. Pelo contrário, o número de deserções registadas entre os praças foi mínimo.


"No dia seguinte [refere-se a 10 de Abril, o dia seguinte ao início da ofensiva alemã no sector português], com a ajuda dos ingleses, começaria a recuperação."

Não foi assim que se passaram as coisas. Os alemães continuaram a avançar até ao final do mês de Abril.

Se houve um mito de La Lys, criado pelo Estado Novo para achincalhar a Primeira República, é lícito que seja desfeito. Mas substituir velhos mitos por outros parece-me apenas uma gigantesca falta de chá.

Corrente de ar (palavras cheias de O2)


auxili ar
atravess ar
salt ar
respir ar
carreg ar
gui ar
soletr ar
am ar
aliment ar
centr ar
renov ar
acab ar
ambient ar
govern ar
ludibri ar
louv ar
esquadrinh ar
encant ar
embelez ar
sacrific ar
adivinh ar

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Portalegre, o centro do mundo civilizado

Este ano, ou muito me engano ou hei-de ir a Portalegre umas quantas vezes.

Parece que o município construiu um centro de espectáculos e não é que têm lá gente com bom gosto? Os maganos!

Topem só a programação da coisa:

Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre

Assim de repente era capaz de me apetecer ver

1 de Maio - Meredith Monk
17 de Maio - John Cale
7 de Junho - Señor Coconut

Mas há outras coisas que parecem interessantes:

Tomas Kubinek

Yard Dogs Road Show

Fim do mundo o $#%&&$!!! Isto é que é qualidade de vida!!!

Pronto, desculpem lá o momento de entusiasmo louco. Prometo que já volto ao normal.

Baila comigo prostituta!


Ainda agora, a propósito do "Showroom Dummies", lembrei-me do "Showroom Dummies" dos Kraftwerk.

Não é curioso como algumas coisas nos lembram elas mesmas?


Cha-cha-cha!

Charles Boycott


Charles Boycott é hoje lembrado não por ter inventado algo útil ou por um feito heróico, mas por ter sido mau como as cobras para os irlandeses da zona de County Mayo (para a origem da palavra mayonnaise ver o post a seguir). Tão mau que os habitantes recusaram-se a trabalhar nas suas terras, a servi-lo e a sentar-se ao seu lado na igreja. Deste modo, o apelido Boycott passou a sinónimo de ostracismo e desobediência civil.

***

A propósito, este blogue acha a ideia do boicote aos Jogos Olímpicos de Pequim parva e hipócrita. Os Tibetanos já eram oprimidos quando o COI entregou a organização aos Chineses. Estar agora com ameaças veladas e conversas tolas sobre ir ou não ir é apenas demagogia para incauto ver.

Façam lá os jogos e deixem toda a gente competir. Muita gente empatou dinheiro em doping durante quatro anos para agora ver desfeitos os sonhos de ganhar uma medalha olímpica.

E o Tibete?

Se estão mesmo preocupados com os tibetanos e gostam muito do Dalai Lama, basta uma atitude séria, como por exemplo cortar o abastecimento de algumas matérias-primas, ou implementar taxas aduaneiras mais elevadas para as exportações chinesas.

Comam lá a fruta e o legume mas primeiro verifiquem se não vieram da China.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Deus existe mesmo pá!

...escreveu o contínuo da judiaria para o seu colega contínuo da mesquita, no dia em que se encontravam papiando tranquilamente no mensageiro do éme-ésse-éne.

(Ou será "da" éme-ésse-éne? velhinho das barbas desce daí e vem explicar-nos como é)

o ecumenismo, dizia o do templo hebreu, tem destas coisas. É tão interessante pensar num deus multi-plataformas que quase ninguém, hoje em dia, se dá ao trabalho de defender a sua religião.

O dos muçulmanos lançou um homenzinho amarelo de sobrancelha levantada, indicando desconfiança e admiração e retorquiu prontamente: isso é um disparate meu caro! ninguém defende a sua religião tão bravamente como os crentes no Islão.






Um Oops....e coisas bastante interessantes que alegraram o meu dia (volume 2)

Agora que tenho tido mais tempo para chafurdar na Internet (oinc, oinc) descobri que afinal isto não é só pornografia e boçalidade. Também existem outras coisas boas, além da ejaculação feminina e de gajos esborrachados de encontro a árvores.

Por exemplo este video, recomendado por um dos comentadores da tal notícia disparatada no Expresso online:




Um Oops....e coisas bastante interessantes que alegraram o meu dia (volume 1)

As notícias sobre ciência e tecnologia devem ser o pesadelo de qualquer jornalista...

Um texto sobre um novo sistema computacional desenvolvido no CERN (Organização Europeia de Investigação Nuclear), na Suiça, quase levou os comentadores do Expresso online ao motim.

Algo irritante, como o facto de os sites dos jornais usarem grandes quantidades de notícias da Lusa, leva a isto: origem nesse pasquim bife que é o The Guardian, tradução pela Lusa e copy/paste pelo Expresso online.

Resultado: um disparate. Até eu, com os meus conhecimentos científicos de nível zero consigo reparar na argolada que é dizer que a Internet foi inventada no CERN.

Duuuuuuhhh...qualquer idiota sabe que foram os amaricanos que inventaram esta coisa.

A história continua já aí em cima!

Um Oops....e coisas bastante interessantes que alegraram o meu dia (volume 1)

As notícias sobre ciência e tecnologia devem ser o pesadelo de qualquer jornalista...

Um texto sobre um novo sistema computacional desenvolvido no CERN (Organização Europeia de Investigação Nuclear), na Suiça, quase levou os comentadores do Expresso online ao motim.

Algo irritante, como o facto de os sites dos jornais usarem grandes quantidades de notícias da Lusa, leva a isto: origem nesse pasquim bife que é o The Guardian, tradução pela Lusa e copy/paste pelo Expresso online.

Resultado: um disparate. Até eu, com os meus conhecimentos científicos de nível zero consigo reparar na argolada que é dizer que a Internet foi inventada no CERN.

Duuuuuuhhh...qualquer idiota sabe que foram os amaricanos que inventaram esta coisa.

A história continua já aí em cima!

Um, dois, um, dois, três, quatro, cinco bocadinhos de jazz

Já passaram alguns meses desde a última vez que escrevinhei acerca da minha paixão pelo jazz.

Continuo a confessar que sou um mísero aprendiz. Entusiasta e humilde em toda a minha ignorância. E este é um dos discos que me ajuda a ser um pouco mais sabedor:

















e outros quatro bocadinhos de jazz essencial:



















Um, dois, um, dois, três, quatro, cinco bocadinhos de jazz

Já passaram alguns meses desde a última vez que escrevinhei acerca da minha paixão pelo jazz.

Continuo a confessar que sou um mísero aprendiz. Entusiasta e humilde em toda a minha ignorância. E este é um dos discos que me ajuda a ser um pouco mais sabedor:

















e outros quatro bocadinhos de jazz essencial:



















Um, dois, um, dois, três, quatro, cinco bocadinhos de jazz

Já passaram alguns meses desde a última vez que escrevinhei acerca da minha paixão pelo jazz.

Continuo a confessar que sou um mísero aprendiz. Entusiasta e humilde em toda a minha ignorância. E este é um dos discos que me ajuda a ser um pouco mais sabedor:

















e outros quatro bocadinhos de jazz essencial:



















Um, dois, um, dois, três, quatro, cinco bocadinhos de jazz

Já passaram alguns meses desde a última vez que escrevinhei acerca da minha paixão pelo jazz.

Continuo a confessar que sou um mísero aprendiz. Entusiasta e humilde em toda a minha ignorância. E este é um dos discos que me ajuda a ser um pouco mais sabedor:

















e outros quatro bocadinhos de jazz essencial:



















Um, dois, um, dois, três, quatro, cinco bocadinhos de jazz

Já passaram alguns meses desde a última vez que escrevinhei acerca da minha paixão pelo jazz.

Continuo a confessar que sou um mísero aprendiz. Entusiasta e humilde em toda a minha ignorância. E este é um dos discos que me ajuda a ser um pouco mais sabedor:

















e outros quatro bocadinhos de jazz essencial: