segunda-feira, 31 de março de 2008

Uma mensagem de esperança


Nós, os portugueses, temos várias manias. Uma delas é que somos o único povo a ter manias. Outra é que o nosso país é uma vergonha e que só em Portugal é que nada funciona. Uma terceira mania é a de embandeirar em arco e achar que somos os melhores do mundo cada vez que algo nos corre bem.

Por uma questão de organização vamos concentrar-nos apenas na segunda mania, a de que o nosso país é uma vergonha.

É verdade, o nosso país é uma vergonha mas não estamos sozinhos. Olhem a Inglaterra por exemplo.

Leiam o que aconteceu no novissimo terminal 5 no aeroporto de Heathrow.

Para os que não conseguem ler inglês ou não têm pachorra para ler textos com mais de 10 palavras aqui fica um resumo:

A British Airways abriu um novo terminal no aeroporto de Heathrow. Era suposto ser um edífício modernaço, cheio de automatismos, onde tudo funcionaria bem transformando a seca que é viajar de avião numa experiência senão agradável pelo menos não totalmente horrível.

Infelizmente para a BAA e sobretudo para os passageiros que tiveram a infelicidade de estar no terminal 5 no dia da inauguração, correu tudo mal.

Os empregados que lidam com a bagagem não conseguiram lugar para estacionar ou demoraram horas para atravessar os procedimentos de segurança. Os poucos que conseguiram chegar não foram capazes de registar-se no novo sistema informático. As malas começaram a acumular, os vôos começaram a atrasar. Os aviões que aterravam deixaram de ter espaço para estacionar e começaram a formar fila no tarmac.

Dentro do terminal, as escadas rolantes e os elevadores não funcionavam. As máquinas de pagamento automático de estacionamento avariaram.

O sistema entrou em colapso total e obrigou a British Airways a avisar os passageiros de que as suas malas não viajariam com eles.

A Wired refere um graffiti nas casas de banho que resumia bem a situação: "Welcome to hell".

Como vêem, shit happens everywhere.

domingo, 30 de março de 2008

Piadas fáceis sobre cocó

Ontem a RTP começou a transmitir uma série de documentários da BBC sobre os alimentos. No fim de contas, muita conversa sobre algo que este blogue tem repetido há anos:

comer fruta e legumes faz bem.


Mas o mais interessante do programa para tipos com a idade mental de 10 anos como eu foram as experiências na área escatológica.

Há algo fascinante em ver um senhor e uma senhora usar uns calções em spandex com um tubinho ligado a um saco de plástico estanque colocado nas costas. O objectivo era medir a quantidade de gás expelido por dia. Para dar mais emoção à experiência, como ambos trabalhavam num rancho, foram-lhes servidas doses generosas de feijões, um dos pratos típicos do Oeste.

No final, apareceu um senhor antropólogo que mediu a quantidade de gás em cada saco colocando um frasco invertido num tanque de água. O tubo era retirado do saco e o gás ocupava então o lugar da água permitindo determinar o volume de gás acumulado.

Depois apareceu uma senhora simpática com um trabalho invejável. Recolhia amostras de fezes, analizava-as num microscópio e contava o número de bactérias.

Lindo. O que qualquer pessoa quer ver numa noite de Sábado.

Mas o que me deixou intrigado foi: que tipo de vida social tem uma pessoa destas que lida com dejectos alheios todos os dias?

- És muito simpática, o que é que fazes?
- Eu trabalho com cocó.
- Pois......

Não me parece muito atraente.

Uma solução seria que o senhor que mede os puns se casasse com a senhora das poias. Assim pelo menos teriam muito tema de conversa....

E pronto. Assim termina este texto fantástico dedicado a um tema que é caro a todos os que querem fazer piadas mas não têm talento.

Piadas fáceis sobre cocó

Ontem a RTP começou a transmitir uma série de documentários da BBC sobre os alimentos. No fim de contas, muita conversa sobre algo que este blogue tem repetido há anos:

comer fruta e legumes faz bem.


Mas o mais interessante do programa para tipos com a idade mental de 10 anos como eu foram as experiências na área escatológica.

Há algo fascinante em ver um senhor e uma senhora usar uns calções em spandex com um tubinho ligado a um saco de plástico estanque colocado nas costas. O objectivo era medir a quantidade de gás expelido por dia. Para dar mais emoção à experiência, como ambos trabalhavam num rancho, foram-lhes servidas doses generosas de feijões, um dos pratos típicos do Oeste.

No final, apareceu um senhor antropólogo que mediu a quantidade de gás em cada saco colocando um frasco invertido num tanque de água. O tubo era retirado do saco e o gás ocupava então o lugar da água permitindo determinar o volume de gás acumulado.

Depois apareceu uma senhora simpática com um trabalho invejável. Recolhia amostras de fezes, analizava-as num microscópio e contava o número de bactérias.

Lindo. O que qualquer pessoa quer ver numa noite de Sábado.

Mas o que me deixou intrigado foi: que tipo de vida social tem uma pessoa destas que lida com dejectos alheios todos os dias?

- És muito simpática, o que é que fazes?
- Eu trabalho com cocó.
- Pois......

Não me parece muito atraente.

Uma solução seria que o senhor que mede os puns se casasse com a senhora das poias. Assim pelo menos teriam muito tema de conversa....

E pronto. Assim termina este texto fantástico dedicado a um tema que é caro a todos os que querem fazer piadas mas não têm talento.

Piadas fáceis sobre cocó

Ontem a RTP começou a transmitir uma série de documentários da BBC sobre os alimentos. No fim de contas, muita conversa sobre algo que este blogue tem repetido há anos:

comer fruta e legumes faz bem.


Mas o mais interessante do programa para tipos com a idade mental de 10 anos como eu foram as experiências na área escatológica.

Há algo fascinante em ver um senhor e uma senhora usar uns calções em spandex com um tubinho ligado a um saco de plástico estanque colocado nas costas. O objectivo era medir a quantidade de gás expelido por dia. Para dar mais emoção à experiência, como ambos trabalhavam num rancho, foram-lhes servidas doses generosas de feijões, um dos pratos típicos do Oeste.

No final, apareceu um senhor antropólogo que mediu a quantidade de gás em cada saco colocando um frasco invertido num tanque de água. O tubo era retirado do saco e o gás ocupava então o lugar da água permitindo determinar o volume de gás acumulado.

Depois apareceu uma senhora simpática com um trabalho invejável. Recolhia amostras de fezes, analizava-as num microscópio e contava o número de bactérias.

Lindo. O que qualquer pessoa quer ver numa noite de Sábado.

Mas o que me deixou intrigado foi: que tipo de vida social tem uma pessoa destas que lida com dejectos alheios todos os dias?

- És muito simpática, o que é que fazes?
- Eu trabalho com cocó.
- Pois......

Não me parece muito atraente.

Uma solução seria que o senhor que mede os puns se casasse com a senhora das poias. Assim pelo menos teriam muito tema de conversa....

E pronto. Assim termina este texto fantástico dedicado a um tema que é caro a todos os que querem fazer piadas mas não têm talento.

Piadas fáceis sobre cocó

Ontem a RTP começou a transmitir uma série de documentários da BBC sobre os alimentos. No fim de contas, muita conversa sobre algo que este blogue tem repetido há anos:

comer fruta e legumes faz bem.


Mas o mais interessante do programa para tipos com a idade mental de 10 anos como eu foram as experiências na área escatológica.

Há algo fascinante em ver um senhor e uma senhora usar uns calções em spandex com um tubinho ligado a um saco de plástico estanque colocado nas costas. O objectivo era medir a quantidade de gás expelido por dia. Para dar mais emoção à experiência, como ambos trabalhavam num rancho, foram-lhes servidas doses generosas de feijões, um dos pratos típicos do Oeste.

No final, apareceu um senhor antropólogo que mediu a quantidade de gás em cada saco colocando um frasco invertido num tanque de água. O tubo era retirado do saco e o gás ocupava então o lugar da água permitindo determinar o volume de gás acumulado.

Depois apareceu uma senhora simpática com um trabalho invejável. Recolhia amostras de fezes, analizava-as num microscópio e contava o número de bactérias.

Lindo. O que qualquer pessoa quer ver numa noite de Sábado.

Mas o que me deixou intrigado foi: que tipo de vida social tem uma pessoa destas que lida com dejectos alheios todos os dias?

- És muito simpática, o que é que fazes?
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Uma solução seria que o senhor que mede os puns se casasse com a senhora das poias. Assim pelo menos teriam muito tema de conversa....

E pronto. Assim termina este texto fantástico dedicado a um tema que é caro a todos os que querem fazer piadas mas não têm talento.

Piadas fáceis sobre cocó

Ontem a RTP começou a transmitir uma série de documentários da BBC sobre os alimentos. No fim de contas, muita conversa sobre algo que este blogue tem repetido há anos:

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Mas o mais interessante do programa para tipos com a idade mental de 10 anos como eu foram as experiências na área escatológica.

Há algo fascinante em ver um senhor e uma senhora usar uns calções em spandex com um tubinho ligado a um saco de plástico estanque colocado nas costas. O objectivo era medir a quantidade de gás expelido por dia. Para dar mais emoção à experiência, como ambos trabalhavam num rancho, foram-lhes servidas doses generosas de feijões, um dos pratos típicos do Oeste.

No final, apareceu um senhor antropólogo que mediu a quantidade de gás em cada saco colocando um frasco invertido num tanque de água. O tubo era retirado do saco e o gás ocupava então o lugar da água permitindo determinar o volume de gás acumulado.

Depois apareceu uma senhora simpática com um trabalho invejável. Recolhia amostras de fezes, analizava-as num microscópio e contava o número de bactérias.

Lindo. O que qualquer pessoa quer ver numa noite de Sábado.

Mas o que me deixou intrigado foi: que tipo de vida social tem uma pessoa destas que lida com dejectos alheios todos os dias?

- És muito simpática, o que é que fazes?
- Eu trabalho com cocó.
- Pois......

Não me parece muito atraente.

Uma solução seria que o senhor que mede os puns se casasse com a senhora das poias. Assim pelo menos teriam muito tema de conversa....

E pronto. Assim termina este texto fantástico dedicado a um tema que é caro a todos os que querem fazer piadas mas não têm talento.

A dança do mês: Yiddish Mambo


the yiddish mambo.

eu não resisto a uma musiquinha que soe a esquisito.

por acidente dei com estes senhores no myspace quando procurava informações sobre a mamba negra.

as razões pelas quais andava à procura de informações sobre uma cobra venenosa não interessam para o caso mas posso dizer-vos que a relação com o meu vizinho de cima já foi melhor.

Os senhores chamam-se Global Shtetl Band

Please enjoy.

A dança do mês: Yiddish Mambo


the yiddish mambo.

eu não resisto a uma musiquinha que soe a esquisito.

por acidente dei com estes senhores no myspace quando procurava informações sobre a mamba negra.

as razões pelas quais andava à procura de informações sobre uma cobra venenosa não interessam para o caso mas posso dizer-vos que a relação com o meu vizinho de cima já foi melhor.

Os senhores chamam-se Global Shtetl Band

Please enjoy.

A dança do mês: Yiddish Mambo


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eu não resisto a uma musiquinha que soe a esquisito.

por acidente dei com estes senhores no myspace quando procurava informações sobre a mamba negra.

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Os senhores chamam-se Global Shtetl Band

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Os senhores chamam-se Global Shtetl Band

Please enjoy.

Coisas que não me saiem da cabeça


#1 caspa

dandruff delight
dandruff delight
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Coisas que não me saiem da cabeça


#1 caspa

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Coisas que não me saiem da cabeça


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Coisas que não me saiem da cabeça


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Coisas que não me saiem da cabeça


#1 caspa

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Polka Dot A Lot


polka dot, polka dot
take a good look
at my halo spot
polka dot, polka dot
holiness is something
I never sought
polka dot, polka dot
don't you loose
that line of thought
polka dot, polka dot
feel so tight
in this gordian knot
polka dot, polka dot
all the battles
we have fought
polka dot, polka dot
would you like
to see my yacht?

Polka Dot A Lot


polka dot, polka dot
take a good look
at my halo spot
polka dot, polka dot
holiness is something
I never sought
polka dot, polka dot
don't you loose
that line of thought
polka dot, polka dot
feel so tight
in this gordian knot
polka dot, polka dot
all the battles
we have fought
polka dot, polka dot
would you like
to see my yacht?

Polka Dot A Lot


polka dot, polka dot
take a good look
at my halo spot
polka dot, polka dot
holiness is something
I never sought
polka dot, polka dot
don't you loose
that line of thought
polka dot, polka dot
feel so tight
in this gordian knot
polka dot, polka dot
all the battles
we have fought
polka dot, polka dot
would you like
to see my yacht?

Polka Dot A Lot


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polka dot, polka dot
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I never sought
polka dot, polka dot
don't you loose
that line of thought
polka dot, polka dot
feel so tight
in this gordian knot
polka dot, polka dot
all the battles
we have fought
polka dot, polka dot
would you like
to see my yacht?