Gaveta de baixo: peúgas de diversas cores.
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
Temas
cinema
(267)
parvoíces
(187)
internet
(169)
jornalismo
(117)
piadolas
(113)
televisão
(102)
sociedade
(96)
política
(89)
marketing e publicidade
(83)
música
(64)
notícias
(60)
portugal
(57)
desporto
(48)
economia
(46)
internacional
(28)
história
(25)
coisas artísticas
(20)
tecnologia
(16)
dilbert
(15)
livros
(15)
comida
(7)
coisas científicas
(1)
quarta-feira, 5 de março de 2008
A mesa de cabeceira
Gaveta de baixo: peúgas de diversas cores.
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
A mesa de cabeceira
Gaveta de baixo: peúgas de diversas cores.
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
A mesa de cabeceira
Gaveta de baixo: peúgas de diversas cores.
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
A mesa de cabeceira
Gaveta de baixo: peúgas de diversas cores.
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
Gaveta de cima: medicamentos, caderneta militar, relógios que não uso, tralha variada.
Topo: Candeeiro, "A Face da Guerra" de Martha Gellhorn, "The Battle For Spain" de Antony Beevor, "O Livro do Deslumbramento" de Lord Dunsany, "A Revolução da Riqueza" de Alvin e Heidi Toffler, "América A Bem Ou a Mal" de Anatol Lieven, "The War The Infantry Knew" de J.C. Dunn, "After The Victorians" de A.N. Wilson, "O Herdeiro de Oz" de Gregory Maguire, "Hugo Pratt - O Desejo de Ser Inútil" entrevistas com Dominique Petitfaux e "Argento Vivo" de Neal Stephenson.
Há quem leia. E há quem acumule livros em cima de mesas de cabeceira...
Palavras em versão "ad nauseam"
Já foi "sinergia". Muitas vezes proferida. Quase nunca concretizada.
Agora é "paradigma", "alterar o paradigma". Quer dizer: não penses assim que é pior para ti. A primeira vez que ouvi esta palavra, aplicada como parte da expressão "alterar o paradigma", foi numa daquelas sessões com que os recursos humanos costumam preencher as horas de formação obrigatórias por lei e justificar a sua existência para além do facto de servirem para despedir os indesejados. Nessas sessões, um formador com ar muito simpático, tenta convencer-nos a ser outras pessoas. Quase como que um encenador a tentar montar uma peça. Nós somos os actores e ele tenta fazer-nos entrar nos personagens que criou para cada um. É muito divertido. Também é extremamente sinistro.
Ad nauseam.
Agora é "paradigma", "alterar o paradigma". Quer dizer: não penses assim que é pior para ti. A primeira vez que ouvi esta palavra, aplicada como parte da expressão "alterar o paradigma", foi numa daquelas sessões com que os recursos humanos costumam preencher as horas de formação obrigatórias por lei e justificar a sua existência para além do facto de servirem para despedir os indesejados. Nessas sessões, um formador com ar muito simpático, tenta convencer-nos a ser outras pessoas. Quase como que um encenador a tentar montar uma peça. Nós somos os actores e ele tenta fazer-nos entrar nos personagens que criou para cada um. É muito divertido. Também é extremamente sinistro.
Ad nauseam.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)