Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
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quarta-feira, 5 de março de 2008
Palavras em versão "ad nauseam"
Já foi "sinergia". Muitas vezes proferida. Quase nunca concretizada.
Agora é "paradigma", "alterar o paradigma". Quer dizer: não penses assim que é pior para ti. A primeira vez que ouvi esta palavra, aplicada como parte da expressão "alterar o paradigma", foi numa daquelas sessões com que os recursos humanos costumam preencher as horas de formação obrigatórias por lei e justificar a sua existência para além do facto de servirem para despedir os indesejados. Nessas sessões, um formador com ar muito simpático, tenta convencer-nos a ser outras pessoas. Quase como que um encenador a tentar montar uma peça. Nós somos os actores e ele tenta fazer-nos entrar nos personagens que criou para cada um. É muito divertido. Também é extremamente sinistro.
Ad nauseam.
Agora é "paradigma", "alterar o paradigma". Quer dizer: não penses assim que é pior para ti. A primeira vez que ouvi esta palavra, aplicada como parte da expressão "alterar o paradigma", foi numa daquelas sessões com que os recursos humanos costumam preencher as horas de formação obrigatórias por lei e justificar a sua existência para além do facto de servirem para despedir os indesejados. Nessas sessões, um formador com ar muito simpático, tenta convencer-nos a ser outras pessoas. Quase como que um encenador a tentar montar uma peça. Nós somos os actores e ele tenta fazer-nos entrar nos personagens que criou para cada um. É muito divertido. Também é extremamente sinistro.
Ad nauseam.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Em bicos de pés
Primeiro foi o CNE (Corpo Nacional de Escutas) que achou a sua honra manchada pelo facto de numa campanha do Media Markt aparecer um tipo com cara de parvo vestido de escuteiro.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
Agora, são os vendedores de automóveis que berram contra o BES por não se reverem na figura do comercial pintarolas, cheio de truques.
Porque é que estas atitudes são, a meu ver, bimbas?
Porque abrem um precedente que levará a que nenhuma empresa poderá usar outra coisa além de personagens anódinos nos seus anúncios. Nada de canalizadores, ladrilhadores, bancários, pilotos de avião, motoristas de táxi, trolhas, electricistas, padres, escuteiros, vendedores, cantoneiros, etc. etc. etc. A não ser que apareçam a fazer o bem e/ou sejam interpretados por pessoas com ar sério e profissional.
Os anúncios reflectem o senso comum. Não pretendem mudar nada. Servem para vender produtos ou serviços. Ao contrário do que algumas pessoas pensam - alguns dos seus criadores incluidos - não são pequenas obras de arte. Um spot a uma marca de salsichas só serve para vender salsichas. Se aumentou as vendas do cliente, a campanha foi bem planeada e eficaz. Se a empresa não vendeu mais salsichas o anúncio foi mal concebido, a planificação de media não foi adequada e fim de história.
E, quer gostem ou não, existe mesmo o estereótipo de que os escuteiros são uns totós e os vendedores de automóveis uns chico-espertos. Faz parte da cultura popular. Também se diz que a malta do marketing e da publicidade é uma cambada de vendedores de banha da cobra. E têm toda a razão.
Tudo isto veio dar mais força à minha falta de pachorra para o associativismo...
PS1: link para fotografia do senhor que manda nos escutas e que liderou esta revolta. Não confundir com o senhor que manda nas escutas e que é este.
PS2: link para a página de um forum de escuteiros em que este assunto é comentado. Não confundir com o forum dos senhores que fazem escutas, cujo endereço é obviamente secreto.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Hoje é dia nacional da Laurie Anderson. Porque sim.

It was a large room. Full of people.All kinds.
And they had all arrived
at the same building
at more or less the same time.
And they were all free.
And they were all
asking themselves the same question:
What is behind that curtain?
You were born. And so you're free.
So happy birthday.

Sun's going down. Like a big bald head.
Disappearing behind the boulevard. (Oooeee.) It's Sharkey's night.
Yeah. It's Sharkey's night tonight. And the manager says: Sharkey?
He's not at his desk right now. (Oh yeah.) Could I take a message?
And Sharkey says: Hey, kemosabe! Long time no see.
He says: Hey sport. You connect the dots. You pick up the pieces.
He says: You know, I can see two tiny pictures of myself
And there's one in each of you eyes. And they're doin' everything I do.
Every time I light a cigarette, they light up theirs.
I take a drink and I look in and they're drinkin' too.
It's drivin' me crazy. It's drivin' me nuts.
And Sharkey says: Deep in the heart of darkest America.
Home of the brave. He says: Listen to my heart beat.
Paging Mr. Sharkey. White courtesy telephone please
Well I dreamed there was an island
That rose up from the sea.
And everybody on the island
Was somebody from TV.
And there was a beautiful view
But nobody could see.
Cause everybody on the island
Was saying: Look at me! Look at me!
Look at me! Look at me!
Sky-blue sky. satellites are out tonight. let x=x. you know, I could write a book. and this book would be think enough to stun an ox. cause I can see the future and its a place - about 70 miles of here.
Hoje é dia nacional da Laurie Anderson. Porque sim.

It was a large room. Full of people.All kinds.
And they had all arrived
at the same building
at more or less the same time.
And they were all free.
And they were all
asking themselves the same question:
What is behind that curtain?
You were born. And so you're free.
So happy birthday.

Sun's going down. Like a big bald head.
Disappearing behind the boulevard. (Oooeee.) It's Sharkey's night.
Yeah. It's Sharkey's night tonight. And the manager says: Sharkey?
He's not at his desk right now. (Oh yeah.) Could I take a message?
And Sharkey says: Hey, kemosabe! Long time no see.
He says: Hey sport. You connect the dots. You pick up the pieces.
He says: You know, I can see two tiny pictures of myself
And there's one in each of you eyes. And they're doin' everything I do.
Every time I light a cigarette, they light up theirs.
I take a drink and I look in and they're drinkin' too.
It's drivin' me crazy. It's drivin' me nuts.
And Sharkey says: Deep in the heart of darkest America.
Home of the brave. He says: Listen to my heart beat.
Paging Mr. Sharkey. White courtesy telephone please
Well I dreamed there was an island
That rose up from the sea.
And everybody on the island
Was somebody from TV.
And there was a beautiful view
But nobody could see.
Cause everybody on the island
Was saying: Look at me! Look at me!
Look at me! Look at me!
Sky-blue sky. satellites are out tonight. let x=x. you know, I could write a book. and this book would be think enough to stun an ox. cause I can see the future and its a place - about 70 miles of here.
Hoje é dia nacional da Laurie Anderson. Porque sim.

It was a large room. Full of people.All kinds.
And they had all arrived
at the same building
at more or less the same time.
And they were all free.
And they were all
asking themselves the same question:
What is behind that curtain?
You were born. And so you're free.
So happy birthday.

Sun's going down. Like a big bald head.
Disappearing behind the boulevard. (Oooeee.) It's Sharkey's night.
Yeah. It's Sharkey's night tonight. And the manager says: Sharkey?
He's not at his desk right now. (Oh yeah.) Could I take a message?
And Sharkey says: Hey, kemosabe! Long time no see.
He says: Hey sport. You connect the dots. You pick up the pieces.
He says: You know, I can see two tiny pictures of myself
And there's one in each of you eyes. And they're doin' everything I do.
Every time I light a cigarette, they light up theirs.
I take a drink and I look in and they're drinkin' too.
It's drivin' me crazy. It's drivin' me nuts.
And Sharkey says: Deep in the heart of darkest America.
Home of the brave. He says: Listen to my heart beat.
Paging Mr. Sharkey. White courtesy telephone please
Well I dreamed there was an island
That rose up from the sea.
And everybody on the island
Was somebody from TV.
And there was a beautiful view
But nobody could see.
Cause everybody on the island
Was saying: Look at me! Look at me!
Look at me! Look at me!
Sky-blue sky. satellites are out tonight. let x=x. you know, I could write a book. and this book would be think enough to stun an ox. cause I can see the future and its a place - about 70 miles of here.
Hoje é dia nacional da Laurie Anderson. Porque sim.

It was a large room. Full of people.All kinds.
And they had all arrived
at the same building
at more or less the same time.
And they were all free.
And they were all
asking themselves the same question:
What is behind that curtain?
You were born. And so you're free.
So happy birthday.

Sun's going down. Like a big bald head.
Disappearing behind the boulevard. (Oooeee.) It's Sharkey's night.
Yeah. It's Sharkey's night tonight. And the manager says: Sharkey?
He's not at his desk right now. (Oh yeah.) Could I take a message?
And Sharkey says: Hey, kemosabe! Long time no see.
He says: Hey sport. You connect the dots. You pick up the pieces.
He says: You know, I can see two tiny pictures of myself
And there's one in each of you eyes. And they're doin' everything I do.
Every time I light a cigarette, they light up theirs.
I take a drink and I look in and they're drinkin' too.
It's drivin' me crazy. It's drivin' me nuts.
And Sharkey says: Deep in the heart of darkest America.
Home of the brave. He says: Listen to my heart beat.
Paging Mr. Sharkey. White courtesy telephone please
Well I dreamed there was an island
That rose up from the sea.
And everybody on the island
Was somebody from TV.
And there was a beautiful view
But nobody could see.
Cause everybody on the island
Was saying: Look at me! Look at me!
Look at me! Look at me!
Sky-blue sky. satellites are out tonight. let x=x. you know, I could write a book. and this book would be think enough to stun an ox. cause I can see the future and its a place - about 70 miles of here.
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