quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

A criação segundo Steed

Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.

A criação segundo Steed

Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.

A criação segundo Steed

Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.

A criação segundo Steed

Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.

A criação segundo Steed

Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.

Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)

ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas

Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)

ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas

Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)

ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas

Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)

ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas

Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)

ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Caminhar em Ziguezague

ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme

ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender

Caminhar em Ziguezague

ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme

ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender

Caminhar em Ziguezague

ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme

ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender

Caminhar em Ziguezague

ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme

ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender

Caminhar em Ziguezague

ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme

ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender