4 a.m.
web 2.0
Ennio
no rest for the wicked
i wish i could draw
Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
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sábado, 29 de dezembro de 2007
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
A criação segundo Steed
Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
A criação segundo Steed
Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
A criação segundo Steed
Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
A criação segundo Steed
Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
A criação segundo Steed
Um bando de franceses caiu do céu durante uma tempestade
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
ficaram enterrados num monte de terra macia e húmida
por via de uma músiquinha irritante começou a crescer um pau
os deuses dançaram em volta do pau
e os planetas e as estrelas dançaram com eles
todo o universo entrou num frenesim dançarino
até que o pau se transformou num apresentador de televisão
e das águas sairam seres muito pequenos e brilhantes a quem os deuses deram o nome de luzinhas
e outros com penugens coloridas a quem os deuses chamaram plumas.
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
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