ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
Perlimpimpins - 3º Andar (Secção de Pózinhos)
ó homem
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
tire daqui a pata
disse o homeopata
para o cavaleiro andante
e com um golpe
o derribou da montada
Socorro!
Socorro!
gritou desesperada
a donzela
da torre alta
estendeu o lençol alvo
e pediu ao passante
que a socorresse
o homem
o sábio homeopata
disse-lhe:
falais comigo donzela?
não serei eu
a salvá-la de tal aperto
certamente prefere
este cavaleiro andante
e apontou
para o magnifico ser
que estrebuchava
entre as ervas
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
Caminhar em Ziguezague
ele
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
não é ninguém
não é nada
timido
solitário
ensimesmado
gere expectativas
encaixa sobressaltos
treme de medo
regressa ao casulo
enrola-se
e dorme
ele
que não é ninguém
que não é nada
não quer
ser mais do que é
derivar para outros seres
imitar
aprender
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
A imbecilidade nacional do ano: as petições online
Acontece pouco neste país. O povo tem de encontrar formas de se entreter.
Passada a moda de trancar administradores dentro de fábricas, bloquear estradas com pneus a arder ou organizar buzinões, este ano a novidade são as petições online.
O processo é simples. Primeiro a turba excita-se com um assunto. Depois, passam à histeria colectiva. O terceiro passo tem lugar quando alguém mais afoito coloca uma petição online e enche as caixas de e-mail de colegas, fornecedores e amigos com uma mensagem pungente e emocionada, incitando-os a cumprir o dever e assinar a dita.
Existe um quarto passo surpreendente. Como não acontece mesmo, mas mesmo nada interessante cá no burgo, a imprensa entretém-se a servir de caixa de ressonância a estas petições. Levam-nas a sério, como se servissem para alguma coisa e escrevem grandes, enormes, gigantescos títulos sobre elas.
Porque é que tudo isto é parvo? Porque estas petições têm tanto valor legal como se, de repente, me lembrasse de levar uma caixa cheia de caracóis à Câmara Municipal de Lisboa como forma de protesto sobre o tempo que o pedido de uma certidão demora a efectuar o percurso Campo Grande-Quinta do Lambert.*
Porquê? Pergunta o raro e desprevenido leitor. Ora, porque não existe qualquer sistema que identifique quem assina. Comprovei isso mesmo ao assinar a petição online contra os radares em Lisboa. Assinei como "Chico Acelera" - juro-vos que não é o meu nome - e juntei um comentário polido sobre o facto de achar que "a velocidade máxima em Lisboa devia ser 32 km/h". E foi aceite.
Conselho anarca e subversivo: Da próxima vez que vos pedirem para subscrever um destes disparates, assinem como "Popota" ou algo que o valha. Vão ajudar a convencer muita gente de que não vale a pena perder tempo com estas famosas "petições online".
E comam fruta e legumes.
*Correcção. O meu advogado leu isto - o pobrezito a tal é obrigado porque tem de ver se não me meto em alhadas - e disse que, quase de certeza, os caracóis têm mais valor legal que as petições online.
Passada a moda de trancar administradores dentro de fábricas, bloquear estradas com pneus a arder ou organizar buzinões, este ano a novidade são as petições online.
O processo é simples. Primeiro a turba excita-se com um assunto. Depois, passam à histeria colectiva. O terceiro passo tem lugar quando alguém mais afoito coloca uma petição online e enche as caixas de e-mail de colegas, fornecedores e amigos com uma mensagem pungente e emocionada, incitando-os a cumprir o dever e assinar a dita.
Existe um quarto passo surpreendente. Como não acontece mesmo, mas mesmo nada interessante cá no burgo, a imprensa entretém-se a servir de caixa de ressonância a estas petições. Levam-nas a sério, como se servissem para alguma coisa e escrevem grandes, enormes, gigantescos títulos sobre elas.
Porque é que tudo isto é parvo? Porque estas petições têm tanto valor legal como se, de repente, me lembrasse de levar uma caixa cheia de caracóis à Câmara Municipal de Lisboa como forma de protesto sobre o tempo que o pedido de uma certidão demora a efectuar o percurso Campo Grande-Quinta do Lambert.*
Porquê? Pergunta o raro e desprevenido leitor. Ora, porque não existe qualquer sistema que identifique quem assina. Comprovei isso mesmo ao assinar a petição online contra os radares em Lisboa. Assinei como "Chico Acelera" - juro-vos que não é o meu nome - e juntei um comentário polido sobre o facto de achar que "a velocidade máxima em Lisboa devia ser 32 km/h". E foi aceite.
Conselho anarca e subversivo: Da próxima vez que vos pedirem para subscrever um destes disparates, assinem como "Popota" ou algo que o valha. Vão ajudar a convencer muita gente de que não vale a pena perder tempo com estas famosas "petições online".
E comam fruta e legumes.
*Correcção. O meu advogado leu isto - o pobrezito a tal é obrigado porque tem de ver se não me meto em alhadas - e disse que, quase de certeza, os caracóis têm mais valor legal que as petições online.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Eggnog pour vous
Silenciosamente, o pequeno indio rastejou até perto da fogueira. Os anciãos ressonavam encostados uns aos outros a meio de uma ressaca de peyotl. Lentamente, o pequeno indio retirou a matraca sagrada das mãos de Urso Gorgolejante, o xamã da tribo. Regressou ao tipi com o mesmo cuidado para não fazer qualquer ruído. Ficou de joelhos junto à entrada e admirou com mais atenção o objecto que roubara.
(à suivre)
(à suivre)
Eggnog pour vous
Silenciosamente, o pequeno indio rastejou até perto da fogueira. Os anciãos ressonavam encostados uns aos outros a meio de uma ressaca de peyotl. Lentamente, o pequeno indio retirou a matraca sagrada das mãos de Urso Gorgolejante, o xamã da tribo. Regressou ao tipi com o mesmo cuidado para não fazer qualquer ruído. Ficou de joelhos junto à entrada e admirou com mais atenção o objecto que roubara.
(à suivre)
(à suivre)
Eggnog pour vous
Silenciosamente, o pequeno indio rastejou até perto da fogueira. Os anciãos ressonavam encostados uns aos outros a meio de uma ressaca de peyotl. Lentamente, o pequeno indio retirou a matraca sagrada das mãos de Urso Gorgolejante, o xamã da tribo. Regressou ao tipi com o mesmo cuidado para não fazer qualquer ruído. Ficou de joelhos junto à entrada e admirou com mais atenção o objecto que roubara.
(à suivre)
(à suivre)
Eggnog pour vous
Silenciosamente, o pequeno indio rastejou até perto da fogueira. Os anciãos ressonavam encostados uns aos outros a meio de uma ressaca de peyotl. Lentamente, o pequeno indio retirou a matraca sagrada das mãos de Urso Gorgolejante, o xamã da tribo. Regressou ao tipi com o mesmo cuidado para não fazer qualquer ruído. Ficou de joelhos junto à entrada e admirou com mais atenção o objecto que roubara.
(à suivre)
(à suivre)
Eggnog pour vous
Silenciosamente, o pequeno indio rastejou até perto da fogueira. Os anciãos ressonavam encostados uns aos outros a meio de uma ressaca de peyotl. Lentamente, o pequeno indio retirou a matraca sagrada das mãos de Urso Gorgolejante, o xamã da tribo. Regressou ao tipi com o mesmo cuidado para não fazer qualquer ruído. Ficou de joelhos junto à entrada e admirou com mais atenção o objecto que roubara.
(à suivre)
(à suivre)
Veneno de Natal II (Razões porque Portugal não precisa de um rei)
Porque razão é que nós não precisamos de um rei? Porque carga de água é que um regime monárquico à maneira antiga não tem cabimento em Portugal?
É fácil, raríssimos leitores. Onde é nós metíamos todos os reizinhos que polulam por aí? Os das repartições, dos call-centers, dos bancos, das seguradoras, dos notários e dos tribunais, das câmaras municipais e juntas de freguesia? O que faríamos a essa gente que se habituou a governar sobre os seus pequeníssimos reinos? Gente que sabe tudo o que há a saber sobre minutas, formulários e impressos - não sobre todos os que há no mundo, normalmente só são versados sobre os que se usam no seu reino.
É fácil, raríssimos leitores. Onde é nós metíamos todos os reizinhos que polulam por aí? Os das repartições, dos call-centers, dos bancos, das seguradoras, dos notários e dos tribunais, das câmaras municipais e juntas de freguesia? O que faríamos a essa gente que se habituou a governar sobre os seus pequeníssimos reinos? Gente que sabe tudo o que há a saber sobre minutas, formulários e impressos - não sobre todos os que há no mundo, normalmente só são versados sobre os que se usam no seu reino.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Veneno de Natal
Se eu algum dia disse que era racista, assim na brincadeira, com o meu melhor arzinho "blasé", esqueçam. Afinal não sou. Não sou porque nunca conseguiria dizer a uma mãe adoptiva que "a sua filha se calhar ficava melhor na outra escola que tem mais meninos como ela". Ou que "nesta escola, as únicas pessoas de cor que os meninos estão habituados a ver são as empregadas que os vêm trazer e buscar".
Ah, não referi que isto foi dito numa escola pública pois não?
Pá, que um gajo conte a ocasional anedota do preto que fez isto e aquilo ainda vai. Também as conto dos alentejanos e dos brasileiros e dos marcianos. Não o fazer é paternalista e bacoco.
Que se sugira que existem escolas só para brancos em Portugal isso já é outra coisa. Porque não há pior tipo de racismo do que este. O da malta que diz "ai eu cá não sou racista mas...". Sinceramente, prefiro os tipos do lençolinho branco e dos archotes. Ao menos em relação a esses sabemos com o que contamos.
Ah, não referi que isto foi dito numa escola pública pois não?
Pá, que um gajo conte a ocasional anedota do preto que fez isto e aquilo ainda vai. Também as conto dos alentejanos e dos brasileiros e dos marcianos. Não o fazer é paternalista e bacoco.
Que se sugira que existem escolas só para brancos em Portugal isso já é outra coisa. Porque não há pior tipo de racismo do que este. O da malta que diz "ai eu cá não sou racista mas...". Sinceramente, prefiro os tipos do lençolinho branco e dos archotes. Ao menos em relação a esses sabemos com o que contamos.
Veneno de Natal
Se eu algum dia disse que era racista, assim na brincadeira, com o meu melhor arzinho "blasé", esqueçam. Afinal não sou. Não sou porque nunca conseguiria dizer a uma mãe adoptiva que "a sua filha se calhar ficava melhor na outra escola que tem mais meninos como ela". Ou que "nesta escola, as únicas pessoas de cor que os meninos estão habituados a ver são as empregadas que os vêm trazer e buscar".
Ah, não referi que isto foi dito numa escola pública pois não?
Pá, que um gajo conte a ocasional anedota do preto que fez isto e aquilo ainda vai. Também as conto dos alentejanos e dos brasileiros e dos marcianos. Não o fazer é paternalista e bacoco.
Que se sugira que existem escolas só para brancos em Portugal isso já é outra coisa. Porque não há pior tipo de racismo do que este. O da malta que diz "ai eu cá não sou racista mas...". Sinceramente, prefiro os tipos do lençolinho branco e dos archotes. Ao menos em relação a esses sabemos com o que contamos.
Ah, não referi que isto foi dito numa escola pública pois não?
Pá, que um gajo conte a ocasional anedota do preto que fez isto e aquilo ainda vai. Também as conto dos alentejanos e dos brasileiros e dos marcianos. Não o fazer é paternalista e bacoco.
Que se sugira que existem escolas só para brancos em Portugal isso já é outra coisa. Porque não há pior tipo de racismo do que este. O da malta que diz "ai eu cá não sou racista mas...". Sinceramente, prefiro os tipos do lençolinho branco e dos archotes. Ao menos em relação a esses sabemos com o que contamos.
Veneno de Natal
Se eu algum dia disse que era racista, assim na brincadeira, com o meu melhor arzinho "blasé", esqueçam. Afinal não sou. Não sou porque nunca conseguiria dizer a uma mãe adoptiva que "a sua filha se calhar ficava melhor na outra escola que tem mais meninos como ela". Ou que "nesta escola, as únicas pessoas de cor que os meninos estão habituados a ver são as empregadas que os vêm trazer e buscar".
Ah, não referi que isto foi dito numa escola pública pois não?
Pá, que um gajo conte a ocasional anedota do preto que fez isto e aquilo ainda vai. Também as conto dos alentejanos e dos brasileiros e dos marcianos. Não o fazer é paternalista e bacoco.
Que se sugira que existem escolas só para brancos em Portugal isso já é outra coisa. Porque não há pior tipo de racismo do que este. O da malta que diz "ai eu cá não sou racista mas...". Sinceramente, prefiro os tipos do lençolinho branco e dos archotes. Ao menos em relação a esses sabemos com o que contamos.
Ah, não referi que isto foi dito numa escola pública pois não?
Pá, que um gajo conte a ocasional anedota do preto que fez isto e aquilo ainda vai. Também as conto dos alentejanos e dos brasileiros e dos marcianos. Não o fazer é paternalista e bacoco.
Que se sugira que existem escolas só para brancos em Portugal isso já é outra coisa. Porque não há pior tipo de racismo do que este. O da malta que diz "ai eu cá não sou racista mas...". Sinceramente, prefiro os tipos do lençolinho branco e dos archotes. Ao menos em relação a esses sabemos com o que contamos.
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