- Diz-me Volodia, o que fizeste hoje?
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
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segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Volodia o crava-copeques
- Diz-me Volodia, o que fizeste hoje?
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
Volodia o crava-copeques
- Diz-me Volodia, o que fizeste hoje?
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
Volodia o crava-copeques
- Diz-me Volodia, o que fizeste hoje?
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
Volodia o crava-copeques
- Diz-me Volodia, o que fizeste hoje?
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
- Andei por aí, passei pela quinta do Vassili Gregorievitch, tentei que ele me desse alguma coisa para comer e depois dormi a sesta à sombra das árvores, junto ao rio.
- Foi um dia calmo, Volodia?
-Igual aos outros, nem mais nem menos.
- E amanhã, o que vais fazer?
- Ora! Escrever um poema num pedaço de papel velho, impingi-lo a uma alma caridosa que se comova e obter alguns copeques para o mata-bicho.
- E depois?
- Olha, sei lá! Estás a aborrecer-me, deixa-me em paz.
Fala Comigo

há cinquenta anos
era tudo tão melhor
há cinquenta anos
eu achava
achava que eramos todos irmãos
que tudo tinha a ver
com amor e amizade
agora
dou-te um conselho
cuidado com a ciência
aquelas tralhas esquisitas
que nos atiram à cara
aquilo
com que nos querem
comprar a consciência
aviso-te
cuidado com o amor
evita fazer amigos
os estupores dos amigos
só te querem
abraçar
cuidado com isso
nunca se sabe
nunca se sabe
evita socializar demais
guarda a conversa
para quando estiveres sozinho
e quando a cabeça
estiver quase
quase a explodir
pensa que
de certeza
há algo escondido na música
ou naquilo que comemos
era tudo tão melhor
há cinquenta anos
eu achava
achava que eramos todos irmãos
que tudo tinha a ver
com amor e amizade
agora
dou-te um conselho
cuidado com a ciência
aquelas tralhas esquisitas
que nos atiram à cara
aquilo
com que nos querem
comprar a consciência
aviso-te
cuidado com o amor
evita fazer amigos
os estupores dos amigos
só te querem
abraçar
cuidado com isso
nunca se sabe
nunca se sabe
evita socializar demais
guarda a conversa
para quando estiveres sozinho
e quando a cabeça
estiver quase
quase a explodir
pensa que
de certeza
há algo escondido na música
ou naquilo que comemos
Fala Comigo

há cinquenta anos
era tudo tão melhor
há cinquenta anos
eu achava
achava que eramos todos irmãos
que tudo tinha a ver
com amor e amizade
agora
dou-te um conselho
cuidado com a ciência
aquelas tralhas esquisitas
que nos atiram à cara
aquilo
com que nos querem
comprar a consciência
aviso-te
cuidado com o amor
evita fazer amigos
os estupores dos amigos
só te querem
abraçar
cuidado com isso
nunca se sabe
nunca se sabe
evita socializar demais
guarda a conversa
para quando estiveres sozinho
e quando a cabeça
estiver quase
quase a explodir
pensa que
de certeza
há algo escondido na música
ou naquilo que comemos
era tudo tão melhor
há cinquenta anos
eu achava
achava que eramos todos irmãos
que tudo tinha a ver
com amor e amizade
agora
dou-te um conselho
cuidado com a ciência
aquelas tralhas esquisitas
que nos atiram à cara
aquilo
com que nos querem
comprar a consciência
aviso-te
cuidado com o amor
evita fazer amigos
os estupores dos amigos
só te querem
abraçar
cuidado com isso
nunca se sabe
nunca se sabe
evita socializar demais
guarda a conversa
para quando estiveres sozinho
e quando a cabeça
estiver quase
quase a explodir
pensa que
de certeza
há algo escondido na música
ou naquilo que comemos
Fala Comigo

há cinquenta anos
era tudo tão melhor
há cinquenta anos
eu achava
achava que eramos todos irmãos
que tudo tinha a ver
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que nos atiram à cara
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com que nos querem
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achava que eramos todos irmãos
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ou naquilo que comemos
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de certeza
há algo escondido na música
ou naquilo que comemos
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sábado, 11 de agosto de 2007
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ambicioso
à noite
o ar fresco impele-me
e diz
outras vozes
sons
pisar areia
ouvir o mar
sem o ver
ao longo do tempo
estes sons
a minha voz
à tua volta
Amanhã, não percam:
As novas aventuras de Volodia, o crava-copeques
(entretanto, cá em casa, vai tocando o Vernal Equinox do Jon Hassel, tão bom...)
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o ar fresco impele-me
e diz
outras vozes
sons
pisar areia
ouvir o mar
sem o ver
ao longo do tempo
estes sons
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à tua volta
Amanhã, não percam:
As novas aventuras de Volodia, o crava-copeques
(entretanto, cá em casa, vai tocando o Vernal Equinox do Jon Hassel, tão bom...)
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(entretanto, cá em casa, vai tocando o Vernal Equinox do Jon Hassel, tão bom...)
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http://www.amazon.com/Wicked-Life-Times-Witch-West/dp/0060987103
Em Portugal chama-se "A Bruxa de Oz", em Inglês tem o título "Wicked: The Life And Times Of The Wicked Witch Of The West". O autor é Gregory Maguire. É exactamente isso, a história da vida de Elphaba, a rapariguinha de pele verde que veio a ser a Bruxa Má do Oeste.
Há um segundo livro chamado "Son Of A Witch" e parece que está a ser escrito um terceiro. Neste momento, é uma paixão assolapada em forma de livro.
Em Portugal chama-se "A Bruxa de Oz", em Inglês tem o título "Wicked: The Life And Times Of The Wicked Witch Of The West". O autor é Gregory Maguire. É exactamente isso, a história da vida de Elphaba, a rapariguinha de pele verde que veio a ser a Bruxa Má do Oeste.
Há um segundo livro chamado "Son Of A Witch" e parece que está a ser escrito um terceiro. Neste momento, é uma paixão assolapada em forma de livro.
Oficialmente apaixonado
http://www.amazon.com/Wicked-Life-Times-Witch-West/dp/0060987103
Em Portugal chama-se "A Bruxa de Oz", em Inglês tem o título "Wicked: The Life And Times Of The Wicked Witch Of The West". O autor é Gregory Maguire. É exactamente isso, a história da vida de Elphaba, a rapariguinha de pele verde que veio a ser a Bruxa Má do Oeste.
Há um segundo livro chamado "Son Of A Witch" e parece que está a ser escrito um terceiro. Neste momento, é uma paixão assolapada em forma de livro.
Em Portugal chama-se "A Bruxa de Oz", em Inglês tem o título "Wicked: The Life And Times Of The Wicked Witch Of The West". O autor é Gregory Maguire. É exactamente isso, a história da vida de Elphaba, a rapariguinha de pele verde que veio a ser a Bruxa Má do Oeste.
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Há um segundo livro chamado "Son Of A Witch" e parece que está a ser escrito um terceiro. Neste momento, é uma paixão assolapada em forma de livro.
Em Portugal chama-se "A Bruxa de Oz", em Inglês tem o título "Wicked: The Life And Times Of The Wicked Witch Of The West". O autor é Gregory Maguire. É exactamente isso, a história da vida de Elphaba, a rapariguinha de pele verde que veio a ser a Bruxa Má do Oeste.
Há um segundo livro chamado "Son Of A Witch" e parece que está a ser escrito um terceiro. Neste momento, é uma paixão assolapada em forma de livro.
Oficialmente apaixonado
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Em Portugal chama-se "A Bruxa de Oz", em Inglês tem o título "Wicked: The Life And Times Of The Wicked Witch Of The West". O autor é Gregory Maguire. É exactamente isso, a história da vida de Elphaba, a rapariguinha de pele verde que veio a ser a Bruxa Má do Oeste.
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Em Portugal chama-se "A Bruxa de Oz", em Inglês tem o título "Wicked: The Life And Times Of The Wicked Witch Of The West". O autor é Gregory Maguire. É exactamente isso, a história da vida de Elphaba, a rapariguinha de pele verde que veio a ser a Bruxa Má do Oeste.
Há um segundo livro chamado "Son Of A Witch" e parece que está a ser escrito um terceiro. Neste momento, é uma paixão assolapada em forma de livro.
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