sábado, 13 de janeiro de 2007

Revisão da matéria dada

Estive a ler alguns posts que têm cerca de um ano e cheguei à seguinte conclusão: Passados estes doze meses o Nilton continua a não ter piada e está cada vez mais irritante.

Revisão da matéria dada

Estive a ler alguns posts que têm cerca de um ano e cheguei à seguinte conclusão: Passados estes doze meses o Nilton continua a não ter piada e está cada vez mais irritante.

Revisão da matéria dada

Estive a ler alguns posts que têm cerca de um ano e cheguei à seguinte conclusão: Passados estes doze meses o Nilton continua a não ter piada e está cada vez mais irritante.

Revisão da matéria dada

Estive a ler alguns posts que têm cerca de um ano e cheguei à seguinte conclusão: Passados estes doze meses o Nilton continua a não ter piada e está cada vez mais irritante.

Revisão da matéria dada

Estive a ler alguns posts que têm cerca de um ano e cheguei à seguinte conclusão: Passados estes doze meses o Nilton continua a não ter piada e está cada vez mais irritante.

Ui! Ca bom!

Ás vezes isto compõem-se. Basta o Coltrane e um quentinho, uma garrafa de água e um livro e o mundo é perfeito.

Ui! Ca bom!

Ás vezes isto compõem-se. Basta o Coltrane e um quentinho, uma garrafa de água e um livro e o mundo é perfeito.

Ui! Ca bom!

Ás vezes isto compõem-se. Basta o Coltrane e um quentinho, uma garrafa de água e um livro e o mundo é perfeito.

Ui! Ca bom!

Ás vezes isto compõem-se. Basta o Coltrane e um quentinho, uma garrafa de água e um livro e o mundo é perfeito.

Ui! Ca bom!

Ás vezes isto compõem-se. Basta o Coltrane e um quentinho, uma garrafa de água e um livro e o mundo é perfeito.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

no campo

mal posso acreditar nos insectos, na folhas, no pó que atravessa o ar,
longe de todas as coisas que me são queridas,
da electricidade e das ondas de rádio
da miséria e de tudo o que é escuro e mete medo.

no campo

mal posso acreditar nos insectos, na folhas, no pó que atravessa o ar,
longe de todas as coisas que me são queridas,
da electricidade e das ondas de rádio
da miséria e de tudo o que é escuro e mete medo.

no campo

mal posso acreditar nos insectos, na folhas, no pó que atravessa o ar,
longe de todas as coisas que me são queridas,
da electricidade e das ondas de rádio
da miséria e de tudo o que é escuro e mete medo.

no campo

mal posso acreditar nos insectos, na folhas, no pó que atravessa o ar,
longe de todas as coisas que me são queridas,
da electricidade e das ondas de rádio
da miséria e de tudo o que é escuro e mete medo.

no campo

mal posso acreditar nos insectos, na folhas, no pó que atravessa o ar,
longe de todas as coisas que me são queridas,
da electricidade e das ondas de rádio
da miséria e de tudo o que é escuro e mete medo.