Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
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domingo, 18 de junho de 2006
segunda-feira, 12 de junho de 2006
Fases
Uma das reclamações que mais tenho ouvido acerca deste blogue - e ultimamente parece que não faço mais nada senão receber queixas - tem a ver com a seriedade dos meus escritos. E, sobretudo, com o facto de me esforçar para que façam algum sentido.
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
***
Outra queixa comum tem a ver com o facto de algumas pessoas acharem que os meus textos parecem sempre incompletos.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Fases
Uma das reclamações que mais tenho ouvido acerca deste blogue - e ultimamente parece que não faço mais nada senão receber queixas - tem a ver com a seriedade dos meus escritos. E, sobretudo, com o facto de me esforçar para que façam algum sentido.
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
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Outra queixa comum tem a ver com o facto de algumas pessoas acharem que os meus textos parecem sempre incompletos.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Fases
Uma das reclamações que mais tenho ouvido acerca deste blogue - e ultimamente parece que não faço mais nada senão receber queixas - tem a ver com a seriedade dos meus escritos. E, sobretudo, com o facto de me esforçar para que façam algum sentido.
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
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Outra queixa comum tem a ver com o facto de algumas pessoas acharem que os meus textos parecem sempre incompletos.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Fases
Uma das reclamações que mais tenho ouvido acerca deste blogue - e ultimamente parece que não faço mais nada senão receber queixas - tem a ver com a seriedade dos meus escritos. E, sobretudo, com o facto de me esforçar para que façam algum sentido.
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
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Outra queixa comum tem a ver com o facto de algumas pessoas acharem que os meus textos parecem sempre incompletos.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Fases
Uma das reclamações que mais tenho ouvido acerca deste blogue - e ultimamente parece que não faço mais nada senão receber queixas - tem a ver com a seriedade dos meus escritos. E, sobretudo, com o facto de me esforçar para que façam algum sentido.
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
É verdade, assoberbados e energéticos leitores. A vida tem destes acasos e, após ter passado pela fase "hermética", "onomatopaica", "interventiva", "obnóxia" e "maniaco-depressiva", encontro-me neste momento a atravessar uma fase "neo-realista". Não que eu faça a mais pequena ideia do que estas expressões querem dizer, mas parecem-me bem melhores do que "biberão" ou "bicicleta".
***
Outra queixa comum tem a ver com o facto de algumas pessoas acharem que os meus textos parecem sempre incompletos.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
Não concordo, mas compreendo que possam pensar isso. No entanto, ao contrário do que lí noutros blogues, isso não se deve ao facto de eu ter um défice de concentração ou por ser idiota. Passo a explicar.
sexta-feira, 9 de junho de 2006
Livros e Feiras
Por favor dêem uma espreitadela a estes links: RTP ; Blogantes
Já leram? Ok.
Já leram? Ok.
Eu pude ver o mesmo que a Ana dos Blogantes. A feira cheia de gente, pessoas a tentar comprar livros e os meninos e meninas das barraquinhas a partir das cinco para a meia-noite a recusarem vendas e a arrumarem tudo a grande velocidade para se pirarem.
Claro que a feira não muda desde que eu me lembro. São as mesmas barraquinhas, o mesmo modo de expor os livros o mesmo modo de os vender. Os mesmos horários, a mesma inércia. De todos. Da Câmara Municipal de Lisboa que é bem conhecida pela inércia, falta de imaginação e pouca vontade de trabalhar; dos Editores que dentro do espaço que lhes é dado também não mudaram nada (preços escritos à mão em pedacinhos de papel???); dos autores que se deixam levar para sessões de autógrafos deprimentes com ar enfadado.
Queixar é fácil. Dizer que a culpa é dos outros é sinal de imaturidade e incompetência. E na realidade era tão fácil mudar a feira do livro.
Podiam começar por dar formação às pessoas que estão nas barracas...
Livros e Feiras
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Já leram? Ok.
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Eu pude ver o mesmo que a Ana dos Blogantes. A feira cheia de gente, pessoas a tentar comprar livros e os meninos e meninas das barraquinhas a partir das cinco para a meia-noite a recusarem vendas e a arrumarem tudo a grande velocidade para se pirarem.
Claro que a feira não muda desde que eu me lembro. São as mesmas barraquinhas, o mesmo modo de expor os livros o mesmo modo de os vender. Os mesmos horários, a mesma inércia. De todos. Da Câmara Municipal de Lisboa que é bem conhecida pela inércia, falta de imaginação e pouca vontade de trabalhar; dos Editores que dentro do espaço que lhes é dado também não mudaram nada (preços escritos à mão em pedacinhos de papel???); dos autores que se deixam levar para sessões de autógrafos deprimentes com ar enfadado.
Queixar é fácil. Dizer que a culpa é dos outros é sinal de imaturidade e incompetência. E na realidade era tão fácil mudar a feira do livro.
Podiam começar por dar formação às pessoas que estão nas barracas...
Livros e Feiras
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Eu pude ver o mesmo que a Ana dos Blogantes. A feira cheia de gente, pessoas a tentar comprar livros e os meninos e meninas das barraquinhas a partir das cinco para a meia-noite a recusarem vendas e a arrumarem tudo a grande velocidade para se pirarem.
Claro que a feira não muda desde que eu me lembro. São as mesmas barraquinhas, o mesmo modo de expor os livros o mesmo modo de os vender. Os mesmos horários, a mesma inércia. De todos. Da Câmara Municipal de Lisboa que é bem conhecida pela inércia, falta de imaginação e pouca vontade de trabalhar; dos Editores que dentro do espaço que lhes é dado também não mudaram nada (preços escritos à mão em pedacinhos de papel???); dos autores que se deixam levar para sessões de autógrafos deprimentes com ar enfadado.
Queixar é fácil. Dizer que a culpa é dos outros é sinal de imaturidade e incompetência. E na realidade era tão fácil mudar a feira do livro.
Podiam começar por dar formação às pessoas que estão nas barracas...
Livros e Feiras
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Claro que a feira não muda desde que eu me lembro. São as mesmas barraquinhas, o mesmo modo de expor os livros o mesmo modo de os vender. Os mesmos horários, a mesma inércia. De todos. Da Câmara Municipal de Lisboa que é bem conhecida pela inércia, falta de imaginação e pouca vontade de trabalhar; dos Editores que dentro do espaço que lhes é dado também não mudaram nada (preços escritos à mão em pedacinhos de papel???); dos autores que se deixam levar para sessões de autógrafos deprimentes com ar enfadado.
Queixar é fácil. Dizer que a culpa é dos outros é sinal de imaturidade e incompetência. E na realidade era tão fácil mudar a feira do livro.
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Livros e Feiras
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Eu pude ver o mesmo que a Ana dos Blogantes. A feira cheia de gente, pessoas a tentar comprar livros e os meninos e meninas das barraquinhas a partir das cinco para a meia-noite a recusarem vendas e a arrumarem tudo a grande velocidade para se pirarem.
Claro que a feira não muda desde que eu me lembro. São as mesmas barraquinhas, o mesmo modo de expor os livros o mesmo modo de os vender. Os mesmos horários, a mesma inércia. De todos. Da Câmara Municipal de Lisboa que é bem conhecida pela inércia, falta de imaginação e pouca vontade de trabalhar; dos Editores que dentro do espaço que lhes é dado também não mudaram nada (preços escritos à mão em pedacinhos de papel???); dos autores que se deixam levar para sessões de autógrafos deprimentes com ar enfadado.
Queixar é fácil. Dizer que a culpa é dos outros é sinal de imaturidade e incompetência. E na realidade era tão fácil mudar a feira do livro.
Podiam começar por dar formação às pessoas que estão nas barracas...
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