Logo a seguir a dar o blogue como encerrado e a ter ouvido insultos e incómios, o bloguista tem normalmente uma de duas reacções:
a) caga em tudo e em todos e como tem mais que fazer, tipo ser consultor de uma empresa chinesa de blogues, não volta a escrever nem uma vírgula.
b) volta no dia seguinte como se não tivesse sido nada com ele.
Este coiso aborda essencialmente nada em especial. É rigorosamente imprevisível. Inclui diversas referências ao nicles absoluto e contém níveis elevados de parvoíce. Em dias bons pode encontrar por aqui alguns textos medianamente interessantes sobre cinema, televisão, cultura popular e marketing.
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segunda-feira, 31 de outubro de 2005
Está na moda acabar com o blogue
E se há coisa que eu adoro é andar na moda, por isso cá vai: este blogue acabou. Prontos..........vá, podem-se ir embora......andem.....já não há mais nada para ver, circulem, circulem......FIM.
Como escrever muito sem dizer nada
Esta segunda-feira cinzentona, entalada entre um domingo e um feriado, que ameaçava tornar-se chata e desinteressante transformou-se, de repente, num dia animadote e bem disposto.
Tudo graças aos comentadores de notícias do "Portugal Diário". Abaixo seguem algumas pérolas, recolhidas na lista de comentários à notícia - também com a sua piada - "Livro de português «pode mudar Igreja para sempre». Editora que comprou direitos admite que o autor Luís Miguel Rocha pode vir a ser o próximo Dan Brown, o americano que escreveu «O Código DaVinci»"
Comentário #1
a magia da forma:
o nosso conhecimento é grande, a nossa liberdade de criar também é muito elevada, mas o nosso principio é o grande mistério, a grande obra do criador. cada um de nós é liberdade da criação da grande imagem do criador que é o universo. cada um de nós segue uma via, um caminho uma liberdade independente, o seu desejo a sua forma o seu destino, é a liberdade individual que está presente em cada um de nós.o mesmo se passa com a imagem que está presente em cada um de nós, somos a liberdade da origem, temos em cada um de nós o sinal da obra única e majestosa a grande obra criada e feita, somos a grande força do poder do universo, cada um de nós é imagem de uma única força, a chama de fogo o principio, cada um de nós transporta a realidade a grande verdade, a chama de fogo. é por isso que a nossa forma física é uma forma livre, uma liberdade, que tem por missão dar testemunho da realidade, que tem por caminho, transportar toda a verdadeira natureza da nossa pessoa.
Comentário #2
A relegião é o ópio do povo(Karl Marx).Mas dá muito jeito do ponto de vista ideolóico para a exploração do povo.
Comentário #3
A teoria marxista, está provado, foi o pior ópio da juventude dos anos 60 e seguintes. A avaliar, pelos resultados, verificou-se que as experiências sob o farol dessa ideologia fundamentada na dialéctica do materialismo histórico se despenharam, sem excepção, no abismo da iniquidade absoluta. Que a(s) Igreja(s) tenha(m) que se adaptar às novas realidades ninguém o duvida, agora esperar que essa(s) mesma(s) instituição(ões) andem a reboque de um qualquer pensador, bastando para o efeiito, escrever um livro ao jeito de "best seller", vai uma distância secular e como sempre aconteceu. Para mal da humanidade seria cair no vazio absoluto, face à falência das ideologias professadas por muitos, como a do alemão Karl Marx e seus continuadores. O caminho da espiritualidade, na suas multiplas facetas é por onde segue a humanidade, colocando as veredas marxistas no seu lugar, fazendo já parte da arqueologia do século XX. Que alguns as queiram virtualizar, até se compreende. Que as queiram ressuscitar, apensa pura estultícia...
Comentário #4
Li o livro do codigo da Vinci e fiquei impressionado como o poder do marketing faz um livro MEDIOCRE num grande "best seller"??.Literatura barata, literatura de férias igual que "os
cinco" os "sete" "Corin Tellado", só demonstra que o público em vez de ler boa literatura ( Saramago,Lobo Antunes,Agustina Bessa-Luis e tantos outros) só lê lixo comercial.Pelo menos lemos escritores portugueses e com qualidade.E estes pseudo escritores fazem fortunas à conta dos pacóvios.
domingo, 30 de outubro de 2005
Neon 1968
Com um movimento rápido das ancas
Aliás
a inanição
a comovente
história
da inanição
veio de longe
de uma certa demonstração
sudorífera e imprópria.
Após a ignição da dança
temo sentir-me feliz
não ter nada para dizer
se olhaste bem para o espelho
terás visto as minhas mãos
bem firmes em volta do teu pescoço
as minhas pernas movendo-se
em diversos ângulos impossíveis
no sentido estrito da coisa
na direcção insegura do ridículo.
Arregaça vigorosamente a calça
escolhe um local com rigor
prepara-te para mimar
os espasmos do homem santo
os movimentos secretos
da tua loja maçónica
repleta de homens de avental
e
pula mação, pula mação
pula, pula, pula
O apelo à revolta
cala fundo entre as costelas
e da tua falta de vocabulário
do meu sentido de estética
nascerá o sentido apurado da vida
numa embalagem reciclada
com direito a fanfarra
cheia de letras coloridas
anunciada em neons
por toda a parte
a inanição
a comovente
história
da inanição
veio de longe
de uma certa demonstração
sudorífera e imprópria.
Após a ignição da dança
temo sentir-me feliz
não ter nada para dizer
se olhaste bem para o espelho
terás visto as minhas mãos
bem firmes em volta do teu pescoço
as minhas pernas movendo-se
em diversos ângulos impossíveis
no sentido estrito da coisa
na direcção insegura do ridículo.
Arregaça vigorosamente a calça
escolhe um local com rigor
prepara-te para mimar
os espasmos do homem santo
os movimentos secretos
da tua loja maçónica
repleta de homens de avental
e
pula mação, pula mação
pula, pula, pula
O apelo à revolta
cala fundo entre as costelas
e da tua falta de vocabulário
do meu sentido de estética
nascerá o sentido apurado da vida
numa embalagem reciclada
com direito a fanfarra
cheia de letras coloridas
anunciada em neons
por toda a parte
Credo! É Domingo de manhã!
Querem saber qual será o futuro desta coisa a que chamam "blogoesfera"?
Passará muito pelo aparecimento de sites assim: www.defamer.com , com a forma de blogue mas que realmente já não o são, tal como o entendemos hoje. Ou seja, o blogue transformar-se-á num novo tipo de media feito por profissionais ou semi-profissionais que poderão viver das receitas de publicidade. Os anunciantes, verão com bons olhos este novo modo de chegarem a públicos fragmentados numa altura em que a publicidade em massa estará a definhar como consequência da "revolução digital" que pemite aos espectadores escapar aos anúncios. Os grandes blogues permitirão estabelecer perfis de leitores de um modo fácil e exacto o que permitirá adequar as mensagens publicitárias e os anunciantes mais eficazmente.
Os outros blogues, os dos anónimos que escrevem sobre a sua vidinha e o seu pequeno mundo, diminuirão em número - o que não significa que aumente a qualidade dos conteúdos. Eventualmente, deixará de ser moda, alguns aborrecer-se-ão, outros desistirão ao ver que nenhum editor iluminado os descobriu, outros ainda tentarão, sem meios ou capacidade, imitar os grandes blogues que irão surgir.
Uma coisa me parece inevitável, esta blogoesfera vai mudar rapidamente. Ou eu não me chame Alfredo Marceneiro.
Passará muito pelo aparecimento de sites assim: www.defamer.com , com a forma de blogue mas que realmente já não o são, tal como o entendemos hoje. Ou seja, o blogue transformar-se-á num novo tipo de media feito por profissionais ou semi-profissionais que poderão viver das receitas de publicidade. Os anunciantes, verão com bons olhos este novo modo de chegarem a públicos fragmentados numa altura em que a publicidade em massa estará a definhar como consequência da "revolução digital" que pemite aos espectadores escapar aos anúncios. Os grandes blogues permitirão estabelecer perfis de leitores de um modo fácil e exacto o que permitirá adequar as mensagens publicitárias e os anunciantes mais eficazmente.
Os outros blogues, os dos anónimos que escrevem sobre a sua vidinha e o seu pequeno mundo, diminuirão em número - o que não significa que aumente a qualidade dos conteúdos. Eventualmente, deixará de ser moda, alguns aborrecer-se-ão, outros desistirão ao ver que nenhum editor iluminado os descobriu, outros ainda tentarão, sem meios ou capacidade, imitar os grandes blogues que irão surgir.
Uma coisa me parece inevitável, esta blogoesfera vai mudar rapidamente. Ou eu não me chame Alfredo Marceneiro.
quinta-feira, 20 de outubro de 2005
David Byrne's Journal
www.davidbyrne.com
procurar journal, clicar
clicar em Daily Live NYC
have fun
must go now, back aches badly. too tired to be here. cya.
procurar journal, clicar
clicar em Daily Live NYC
have fun
must go now, back aches badly. too tired to be here. cya.
Faça-se luz
Efeméride
Na realidade não é efeméride nenhuma. Fui eu que me lembrei de uma coisa.
Há uns anos David Byrne, o dos Talking Heads, realizou um filme chamado "True Stories". Lembro-me que, na altura, Eduardo Prado Coelho, chamou ao filme "fascista". Acho que foi a partir daí que eu comecei a achar o senhor embirrante e a detestar uma certa esquerda anafadinha e bem na vida. Não que a direita anafadinha seja melhor...
Tenho saudades do filme. Um dia destes vou comprar.
Há uns anos David Byrne, o dos Talking Heads, realizou um filme chamado "True Stories". Lembro-me que, na altura, Eduardo Prado Coelho, chamou ao filme "fascista". Acho que foi a partir daí que eu comecei a achar o senhor embirrante e a detestar uma certa esquerda anafadinha e bem na vida. Não que a direita anafadinha seja melhor...
Tenho saudades do filme. Um dia destes vou comprar.
Music For Big Cities

drambuie solomillo doctor misconception look inside this empty glass no marks no traces nothing but a beautiful sky nothing but a beautiful sky glasses reflexes tiny drops of water cold wind I am shaking perhaps it's this pretty photo this immense empty spot in my memory the hypnotic light the trance inducing sound
segunda-feira, 17 de outubro de 2005
Afinal as notícias também podem ser divertidas!
Na Sky News num dos dias após a inundação em Nova Orleães, lia-se em rodapé:
NEW ORLEANS: THOUSANDS UNABLE TO EVACUATE.
Na CNN após declarações daquele senhor que eles têm como presidente:
BUSH: THE BIGGEST CATHASTROPHE TO EVER HIT THE UNITED STATES
Pedido de Ajuda
Olhem, eu nunca vos peço nada, geralmente quero que me deixem em paz e agradeço que me larguem a labita mas, hoje andei por aí a bisbilhotar nos vossos blogues, a visitar links para outros blogues e assustei-me.
Descobrí que andam a editar livros de malta que escreve blogues. Confesso-me ignorante, pensava que o único blogueiro editado tinha sido o Pipí. Afinal, uma tal Rititi também já tem livrito e, pelo que me disseram, a filhota do Ferro Rodrigues também. Fiquei ainda a saber que a mocinha da página desperdiçada no Expresso também tem blogue. Aaaaaaahhhhh!!!!
Porque é que isto me assusta? Será que na realidade eu tenho é inveja?
Oh bolas, nada disso povo amigo...
Eu acho é que ninguém que tenha um blogue merece ser editado em livro. Porquê, perguntam vocês? Porque um blogue é um blogue e um livro é um livro. E pronto. Chamem-me bota de elástico, estreito de vista, ou burro. A verdade é que eu continuo a achar que o caminho para se conseguir editar um livro passa por enviar manuscritos para as editoras e rezar.
Ou então conhecer as pessoas certas e mexer uns quantos cordelinhos.
É verdade gente, blogue é blogue e livro é livro. Blogue é algo vários degraus abaixo de livro.
Ou, se quiserem uma analogia giraça: livro é música erudita, restaurante de estrelinha Michelin; blogue é pop, pastilha elástica mastiga-deita-fora, Britney Spears ou Spice Girls.
Aqui neste blogue, enfia-se o que é bom e menos bom. Aqui poderão sempre ter a certeza de que não se comentarão o que os outros escreveram nos seus blogues. Aqui escreve-se bem quando apetece e muita mal quando não se apetece ligar a rergras grama´ticási e ortiográficas. Isto aqui é espaço livre! E sim, estive a beberf ao almoço! Que porra é que vcs têm a ver com isso?
Pim!
PS: Ah, o pedido de ajuda....pois....olhem, em vez de dizerem que eu tenho piada ou que escrevo bem ou mal, contem-me mas é o que se passa neste mundo dos blogues. Algo geral sem muito detalhe para que eu não me aborreça. Obrigado. Agora vou dormir a sesta ali para uma sala escura...
sexta-feira, 14 de outubro de 2005
Aqui Não Há Nada Para Ver
há um horizonte pleno diante de mim
uma massa de cinzento escuro
aviões e pombos cruzam-se numa ilusão
todas estas janelas mas não se vê ninguém
ontem, com a chuva e o frio
zanguei-me com a terra
encerrei-me em casa
protegido pela electricidade
mimado pelo zumbido suve
de um micro-ondas coreano.
os aviões estão cheios de gente triste
triste como este céu de cinzeiro sujo
este horizonte desalinhado de prédios
este labirinto empestado de cores pálidas.
uma massa de cinzento escuro
aviões e pombos cruzam-se numa ilusão
todas estas janelas mas não se vê ninguém
ontem, com a chuva e o frio
zanguei-me com a terra
encerrei-me em casa
protegido pela electricidade
mimado pelo zumbido suve
de um micro-ondas coreano.
os aviões estão cheios de gente triste
triste como este céu de cinzeiro sujo
este horizonte desalinhado de prédios
este labirinto empestado de cores pálidas.
quinta-feira, 13 de outubro de 2005
Lightnin' Hopkins

Sam Hopkins nasceu em Centerville Texas, a 15 de Março de 1912. Com apenas 8 anos construiu o seu primeiro instrumento, uma guitarra feita de uma caixa de charutos e arame usado nos galinheiros.
Foi também por volta dessa idade que começou a tocar com o seu primo, Texas Alexander e o lendário Blind Lemon Jefferson.
Em meados dos anos 20 levava a vida de um vagabundo, a saltar de comboio em comboio, a jogar aos dados e a tocar blues onde calhava. Esteve preso durante algum tempo nos anos 30 e acabou por regressar ao circuito da música, mas só gravou pela primeira vez em 1946. Por mero acaso, o pianista com quem tocava chamava-se Wilson "Thunder" Smith o que acabou por dar a Sam a sua alcunha de "Lightnin'". A partir daí, nunca mais parou: gravou 43 vezes para a mesma editora, a Alladin Records de Los Angeles e para outras 20 labels até 1954 mas nenhum dos seus discos foi muito além da comunidade negra.
Só em 1959 é que a sua música atingiu uma audiência mais alargada. Durante os anos 60 o revivalismo dos blues levou-o a tocar no Carnegie Hall e até para a Rainha Isabel II de Inglaterra.
Tinha uma facilidade incrível para improvisar e muitas das suas canções eram autobiográficas ou relacionadas com qualquer aspecto que Hopkins julgasse importante.
Morreu em 1982.
Foi também por volta dessa idade que começou a tocar com o seu primo, Texas Alexander e o lendário Blind Lemon Jefferson.
Em meados dos anos 20 levava a vida de um vagabundo, a saltar de comboio em comboio, a jogar aos dados e a tocar blues onde calhava. Esteve preso durante algum tempo nos anos 30 e acabou por regressar ao circuito da música, mas só gravou pela primeira vez em 1946. Por mero acaso, o pianista com quem tocava chamava-se Wilson "Thunder" Smith o que acabou por dar a Sam a sua alcunha de "Lightnin'". A partir daí, nunca mais parou: gravou 43 vezes para a mesma editora, a Alladin Records de Los Angeles e para outras 20 labels até 1954 mas nenhum dos seus discos foi muito além da comunidade negra.
Só em 1959 é que a sua música atingiu uma audiência mais alargada. Durante os anos 60 o revivalismo dos blues levou-o a tocar no Carnegie Hall e até para a Rainha Isabel II de Inglaterra.
Tinha uma facilidade incrível para improvisar e muitas das suas canções eram autobiográficas ou relacionadas com qualquer aspecto que Hopkins julgasse importante.
Morreu em 1982.
quarta-feira, 12 de outubro de 2005
Ai Sim?
Garantiram-me que o novo director do Expresso tem o apoio do Conselho de Redacção após ter garantido que nada mudará no jornal. O senhor terá dito que este continuará grosso, chato e a ser vendido em saquinhos de plástico, como sempre. A continuação dos saquinhos de plástico era uma das principais preocupações demonstradas pelos leitores do Expresso num inquérito efectuado recentemente. Ao que parece, a maioria conta com ele para forrar o caixote do lixo ao fim de semana. O segundo ponto negativo mais citado foi a ausência de meninas com fartos seios na página 3 do caderno principal.
***
Chico Penim, foi nomeado Director de Programas da SIC. Adivinham-se tempos ainda mais difíceis para os lados de Carnaxide já que aquilo que o Chico faz de pior é exactamente programar canais de televisão. Vejam-se os casos da SIC Radical, SIC Comédia ou SIC Mulher que mais não são do que uma amálgama de programas sem nexo. Porque raio é que existem aqueles joguinhos interactivos irritantes na SIC Radical? Ou séries de acção na SIC Mulher? Ou se é assim, porque raio deram aqueles nomes aos canais? O que fazem os Malucos do Riso num canal de comédia ao lado do Seinfeld e do Allo Allo??? Quem é que deu cabo da relação com o "Gato Fedorento"?
***
***
Porque raio é que ninguém na RTP se lembrou que talvez tivesse sido boa ideia não colocar a Judite de Sousa como pivot no programa sobre as autárquicas? C'oa breca, a senhora é esposa de um tipo que era candidato e que, ainda por cima, ganhou! Ou acharam que os olhitos brilhantes e aquela felicidade toda tinha a ver com substâncias psicotrópicas?
***
Que fique registado: A Sô Dona Flor Pedroso é a favor da videovigilância.
***
***
Que fique registado também que eu acho que é mau desperdiçar papel. Por isso acho de muito mau gosto que o Expresso desperdice uma página inteirinha do seu jornal com a Carla Quevedo.
***
***
Para a malta que se fartou de rir dos Americanos por terem reeleito o Bush, apenas 3 palavras: Gondomar, Felgueiras e Oeiras. Ainda têem vontade de rir?
***
***
De qualquer modo, este blogue gosta é de paródia pelo que informo os interessados que ainda estamos a aceitar inscrições para a excursão às três localidades acima mencionadas. O programa inclui paragens de cinco minutos em cada uma delas para insultar e achincalhar os residentes após a qual fugiremos a grande velocidade não sem antes espalharmos pelas ruas folhetos com a palavra "Tansos".
segunda-feira, 3 de outubro de 2005
Especulações
- 99% dos vossos ídolos são, na realidade, seres humanos repugnantes.
- Existe muita gente que acredita que o que se passa no "Fiel Ou Infiel" é real.
- Os Americanos estão-se nas tintas para o facto de o resto do mundo pensar que eles são estúpidos. Eles acham que serem Americanos compensa esse pequeno detalhe.
quarta-feira, 28 de setembro de 2005
A Day of Dissent

Esta foto faz parte de um ensaio fotográfico do fotógrafo Lionel Delevigne, publicado na revista Mother Jones. Achei-a tão impressionante e gostei tanto dela que decidi quebrar a minha própria norma de não fazer copy paste de imagens de outros sites. Foi tirada em Washington, durante uma manifestação contra a guerra, no Sábado passado.
terça-feira, 27 de setembro de 2005
Donale visita o blogue
Hoje temos no blogue um convidado muito especial: O Donale!
Bom noite Donale.
Boa noite.
Diz-me Donale, gostas de estar aqui no blogue?
Goxtava maix de xtar em caxa.
O quê Donale?
De estar em caxa.
Em caxa Donale?
Sim.
Então porquê?
Porque estava maix aconxegadinho.
Aconchegadinho?
Xim.
E tu gostas de estar aconchegadinho Donale?
Xi-i-i-i-m-m-m-m...
Escuta Donale.
Xim?
O que tens feito?
O que tenho feito?
Sim, Donale, o que tens feito?
Olha tenho trabalhado muito.
Trabalhado muito Donale?
Xim.
Em que tens trabalhado Donale?
Em muitax coixas.
Em muitas coixas Donale?
Xim?
Sim?
Xim.
Sim?
Xim.
Muito bem. Queres dar-me um exemplo?
Tá bem.
Então dá-me lá um exemplo.
Olha...
Sim?
Poxo pedir-te uma coixa?
Claro Donale, podes pedir o que quiseres.
Deixas-me falar normalmente?
Hein?
Xim, falar como as pexoas...xem ter de xer assim como xe tivexe um aparelho nos dentex?
Mas Donale...
Deixa lá....
Bom, pronto Donale....está bem.
Obrigado. Ufa, pá...que alívio.
Olha Donale...
Pst, queria pedir-te mais um favor.
O que é?
Sempre que falares comigo não repitas o meu nome no fim de cada frase. Fica ridículo. E também ajudava se deixasses de me tratar como se eu fosse atrasado.
Bom...bem...pois, desculpa Don.....huh....desculpa.
Obrigado. Agora se quiseres ter uma conversa normal sobre o que tenho feito estou pronto.
Ah, sim....uma conversa.
Eu sei muito de Biologia e Medicina Dentária. E também posso falar de teatro Kabuki.
Kabu...? Ah sim....ok...
Na realidade estou um bocado farto de ter de me fazer passar por parvo. Sinto que chegou a hora de dar um novo rumo à minha carreira. Gostava de ter um programa no segundo canal. Um magazine de artes, teatro, bailado, pintura, música, etc. ... Olha, gostas de Kooning? Eu adoro o Expressionismo Abstracto. O uso da forma e da cor sem qualquer preocupação com objectos ou representações...
Aaahh...sim....
E o Jason Pollock? Uma força da natureza, um pouco radical demais talvez, mas mesmo assim impressionante!
Olha Donale...
Sim.
Podemos continuar esta conversa noutro dia? É que me lembrei de repente que deixei a roupa de molho no tanque...
Bom noite Donale.
Boa noite.
Diz-me Donale, gostas de estar aqui no blogue?
Goxtava maix de xtar em caxa.
O quê Donale?
De estar em caxa.
Em caxa Donale?
Sim.
Então porquê?
Porque estava maix aconxegadinho.
Aconchegadinho?
Xim.
E tu gostas de estar aconchegadinho Donale?
Xi-i-i-i-m-m-m-m...
Escuta Donale.
Xim?
O que tens feito?
O que tenho feito?
Sim, Donale, o que tens feito?
Olha tenho trabalhado muito.
Trabalhado muito Donale?
Xim.
Em que tens trabalhado Donale?
Em muitax coixas.
Em muitas coixas Donale?
Xim?
Sim?
Xim.
Sim?
Xim.
Muito bem. Queres dar-me um exemplo?
Tá bem.
Então dá-me lá um exemplo.
Olha...
Sim?
Poxo pedir-te uma coixa?
Claro Donale, podes pedir o que quiseres.
Deixas-me falar normalmente?
Hein?
Xim, falar como as pexoas...xem ter de xer assim como xe tivexe um aparelho nos dentex?
Mas Donale...
Deixa lá....
Bom, pronto Donale....está bem.
Obrigado. Ufa, pá...que alívio.
Olha Donale...
Pst, queria pedir-te mais um favor.
O que é?
Sempre que falares comigo não repitas o meu nome no fim de cada frase. Fica ridículo. E também ajudava se deixasses de me tratar como se eu fosse atrasado.
Bom...bem...pois, desculpa Don.....huh....desculpa.
Obrigado. Agora se quiseres ter uma conversa normal sobre o que tenho feito estou pronto.
Ah, sim....uma conversa.
Eu sei muito de Biologia e Medicina Dentária. E também posso falar de teatro Kabuki.
Kabu...? Ah sim....ok...
Na realidade estou um bocado farto de ter de me fazer passar por parvo. Sinto que chegou a hora de dar um novo rumo à minha carreira. Gostava de ter um programa no segundo canal. Um magazine de artes, teatro, bailado, pintura, música, etc. ... Olha, gostas de Kooning? Eu adoro o Expressionismo Abstracto. O uso da forma e da cor sem qualquer preocupação com objectos ou representações...
Aaahh...sim....
E o Jason Pollock? Uma força da natureza, um pouco radical demais talvez, mas mesmo assim impressionante!
Olha Donale...
Sim.
Podemos continuar esta conversa noutro dia? É que me lembrei de repente que deixei a roupa de molho no tanque...
quinta-feira, 22 de setembro de 2005
Cross my heart and hope to die.
A Menina Dança?
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