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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Actualidade é quando o homem quiser (Portable Readers)

O Kindle da Amazon

O Marketing Online fez eco do disparate saído no Sol: a notícia da apresentação do Sony Reader como uma grande novidade no dia 24 de Julho.

O estranho é que o Sony Reader já anda aí há uma data de tempo, desde Setembro de 2006.

Lembro-me de ter lido e falado sobre isso há meses e inclusivamente de ter lido críticas comparando-o com o modelo equivalente da Amazon, o Kindle.

Aquilo a que, quer o Sol quer o Marketing Online queriam dizer era que o Sony Reader vai ser lançado no Reino Unido, essa é que era a notícia.

Já que tocamos no assunto e porque eu sou um grande entusiasta deste tipo de gadgets aqui fica uma pequena lista de leitores portáteis e as respectivas datas de lançamento:

  • iRex iLiad (Julho de 2006)
  • Sony PRS-500 (Setembro de 2006)
  • Fujitsu FLEPia (Abril 2007)
  • Hanlin eReader (Agosto de 2007)
  • Amazon Kindle (Novembro de 2007)
  • Cybook Gen3 (2007)
  • Readius (2008)
  • Astak Mentor (Maio 2008)

Alguns são principalmente para ler, outros incluem também leitores de mp3 e o Raedius também é telemóvel. Há quem se queixe do design, do peso, da ergonomia do tamanho. Eu gosto de os comparar aos primeiros telemóveis.

Certamente irão melhorar. Ainda falta algum tempo para que a leitura através de aparelhos digitais sejam tão popular como o mp3. Mas para lá caminhamos...

Interessante serão depois os aparelhos que integrem a o mp3 e o e-book. Imaginem só o bom que será ir para férias e levar tudo o que se quer ler e ouvir num aparelhito do tamanho de uma folha A5. Ah o futuro, o futuro...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Kindle surpresa


Behold the brand new Kindle 2 da Amazon! O leitor digital mais fininho que um penso higiénico, mais leve que um...




Ok, ainda não é assim nenhum Brastemp mas já é mais bonitinho que o anterior.

sábado, 31 de julho de 2010

Os livros das minhas férias - Keeping an image to the outside world

 Um facto, as vendas de livros do Tio Patinhas aumentam 300% durante as férias de Verão. 
Tal como nos casos de corrupção, depois, não é ninguém.



Gostam do título, em português e em estrangeiro? Fui eu que inventei, sozinho.


Nesta altura do ano, as pessoas vão de férias. Infelizmente, a maior parte regressa ao fim de algum tempo.

Outra coisa que as pessoas fazem, nesta altura do ano, é mostrar ao mundo os livros que dizem que vão ler durante as férias.

Isto é particularmente verdade no caso da malta que tem uma audiência, ou seja, quem é visto, ouvido ou lido por um número significativo de outras pessoas. Como têm uma imagem a manter é regra afirmarem que têm a mala cheia de livros que condizem com essa imagem.

Não me recordo de ouvir alguém dizer que leva a mala cheia de livros do Tio Patinhas ou que vai aproveitar o tempo para reler a colecção das "Gémeas no Colégio de Santa Clara". Ou, simplesmente, passar 15 dias ou três semanas sem olhar para outra coisa que não sejam os glúteos bem torneados das (e dos) colegas veraneantes.

Nada disso. Há que manter a personagem.

Por isso, o economista diz que vai ler livros sobre economia - e talvez um romance sobre um casal de contabilistas loucamente apaixonado que tem de enfrentar um revisor de contas ciumento.

O jornalista modernaço mostra o Kindle carregado com uma série de relatórios sobre como não vão existir jornalistas quando regressar da praia da Mantarota.

O advogado jura pela Bíblia que vai ler as memórias dos colegas que conseguiram livrar a Union Carbide de pagar uma pipa de massa às vítimas do desastre de Bophal - algo que o levará a substituir os posters do Homem-Aranha que tem no quarto por headshots autografados deste novos heróis.

Então e tu ó Steed, que livros dizes que vais ler?

Eu, meus queridos droogs, já tenho a mala cheia com o Clive Cuss...eer... uma magnifica monografia sobre sepulturas indígenas no Pantanal, as memórias do Cardeal Merry del Val e uma simpática epístola do Professor Charlie P. Domenicus da Universidade de Maryland sobre como a água engarrafada vai destruir a humanidade.

Boas férias, suckers!

terça-feira, 5 de maio de 2009

As novas do mundo da leitura digital

Oba, oba.

Parece que vamos entrar numa nova fase no que diz respeito aos leitores digitais.

Depois dos monos tipo Kindle ou Sony Reader finalmente estão para sair uns modelos que não se parecem com o Quasímodo.

Olha o belo do link, do link, do link e do link.

Divirtam-se.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Para acabar de vez com...os livros

Odeio livros. A sério! Foram uma invenção porreira mas tiveram o seu tempo. A música já passou a digital, o cinema em casa já passou a digital, a televisão está a passar para digital, até o cinema nas salas de cinema - esse dinossauro da era analógica - está a mudar para o formato digital.

E os livros? A portabilidade da leitura? Népias.

Os livros são anacronismos nos dias de hoje. Pesados, não dão jeito nenhum, precisamos de duas mãos para os manusear, o que nos impede, por exemplo, de beber uma imperial e ler ao mesmo tempo. Ah, e depois matamos imensas irmãs árvores para fazer o papel com que se imprimem. Só desvantagens.

Então mas porque raio é que hoje conseguimos ter a obra completa de Bach, Beethoven, Brahms e Mickael Carreira num aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos e se queremos ler o Expresso no jardim temos de andar de saco de plástico ou de portátil? Em qualquer dos casos arriscamo-nos a ganhar uma escoliose.

A verdade é que já mandamos homens à lua e curámos uma data de doenças mas não conseguimos inventar uma maneira de levar todos os livrinhos que queremos ler nas férias numa pequena pochette à cintura.

Bom...já tentaram mas... o Sony Reader parece ter alguns problemas de utilização e o Amazon Kindle tem o design de uma retroescavadora. Ambos têm menos autonomia que um ministro iraquiano e, por agora, preços muito altos.

Faltarão um par de anos até que estes aparelhos se desenvolvam e multipliquem de modo a que valha a pena trocar os livros de papel por leitores digitais. Pessoalmente, mal posso esperar.

E poupem-me ao discurso de que nada substitui o cheiro dos livros e das livrarias. Hoje já se compram imensos livros online. Além disso, vai ser engraçado ver mais uma indústria lidar com o fenómeno da pirataria...(riso malévolo).

Sim, sim...estou com mau feitio. E depois?

Para acabar de vez com...os livros

Odeio livros. A sério! Foram uma invenção porreira mas tiveram o seu tempo. A música já passou a digital, o cinema em casa já passou a digital, a televisão está a passar para digital, até o cinema nas salas de cinema - esse dinossauro da era analógica - está a mudar para o formato digital.

E os livros? A portabilidade da leitura? Népias.

Os livros são anacronismos nos dias de hoje. Pesados, não dão jeito nenhum, precisamos de duas mãos para os manusear, o que nos impede, por exemplo, de beber uma imperial e ler ao mesmo tempo. Ah, e depois matamos imensas irmãs árvores para fazer o papel com que se imprimem. Só desvantagens.

Então mas porque raio é que hoje conseguimos ter a obra completa de Bach, Beethoven, Brahms e Mickael Carreira num aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos e se queremos ler o Expresso no jardim temos de andar de saco de plástico ou de portátil? Em qualquer dos casos arriscamo-nos a ganhar uma escoliose.

A verdade é que já mandamos homens à lua e curámos uma data de doenças mas não conseguimos inventar uma maneira de levar todos os livrinhos que queremos ler nas férias numa pequena pochette à cintura.

Bom...já tentaram mas... o Sony Reader parece ter alguns problemas de utilização e o Amazon Kindle tem o design de uma retroescavadora. Ambos têm menos autonomia que um ministro iraquiano e, por agora, preços muito altos.

Faltarão um par de anos até que estes aparelhos se desenvolvam e multipliquem de modo a que valha a pena trocar os livros de papel por leitores digitais. Pessoalmente, mal posso esperar.

E poupem-me ao discurso de que nada substitui o cheiro dos livros e das livrarias. Hoje já se compram imensos livros online. Além disso, vai ser engraçado ver mais uma indústria lidar com o fenómeno da pirataria...(riso malévolo).

Sim, sim...estou com mau feitio. E depois?

Para acabar de vez com...os livros

Odeio livros. A sério! Foram uma invenção porreira mas tiveram o seu tempo. A música já passou a digital, o cinema em casa já passou a digital, a televisão está a passar para digital, até o cinema nas salas de cinema - esse dinossauro da era analógica - está a mudar para o formato digital.

E os livros? A portabilidade da leitura? Népias.

Os livros são anacronismos nos dias de hoje. Pesados, não dão jeito nenhum, precisamos de duas mãos para os manusear, o que nos impede, por exemplo, de beber uma imperial e ler ao mesmo tempo. Ah, e depois matamos imensas irmãs árvores para fazer o papel com que se imprimem. Só desvantagens.

Então mas porque raio é que hoje conseguimos ter a obra completa de Bach, Beethoven, Brahms e Mickael Carreira num aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos e se queremos ler o Expresso no jardim temos de andar de saco de plástico ou de portátil? Em qualquer dos casos arriscamo-nos a ganhar uma escoliose.

A verdade é que já mandamos homens à lua e curámos uma data de doenças mas não conseguimos inventar uma maneira de levar todos os livrinhos que queremos ler nas férias numa pequena pochette à cintura.

Bom...já tentaram mas... o Sony Reader parece ter alguns problemas de utilização e o Amazon Kindle tem o design de uma retroescavadora. Ambos têm menos autonomia que um ministro iraquiano e, por agora, preços muito altos.

Faltarão um par de anos até que estes aparelhos se desenvolvam e multipliquem de modo a que valha a pena trocar os livros de papel por leitores digitais. Pessoalmente, mal posso esperar.

E poupem-me ao discurso de que nada substitui o cheiro dos livros e das livrarias. Hoje já se compram imensos livros online. Além disso, vai ser engraçado ver mais uma indústria lidar com o fenómeno da pirataria...(riso malévolo).

Sim, sim...estou com mau feitio. E depois?

Para acabar de vez com...os livros

Odeio livros. A sério! Foram uma invenção porreira mas tiveram o seu tempo. A música já passou a digital, o cinema em casa já passou a digital, a televisão está a passar para digital, até o cinema nas salas de cinema - esse dinossauro da era analógica - está a mudar para o formato digital.

E os livros? A portabilidade da leitura? Népias.

Os livros são anacronismos nos dias de hoje. Pesados, não dão jeito nenhum, precisamos de duas mãos para os manusear, o que nos impede, por exemplo, de beber uma imperial e ler ao mesmo tempo. Ah, e depois matamos imensas irmãs árvores para fazer o papel com que se imprimem. Só desvantagens.

Então mas porque raio é que hoje conseguimos ter a obra completa de Bach, Beethoven, Brahms e Mickael Carreira num aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos e se queremos ler o Expresso no jardim temos de andar de saco de plástico ou de portátil? Em qualquer dos casos arriscamo-nos a ganhar uma escoliose.

A verdade é que já mandamos homens à lua e curámos uma data de doenças mas não conseguimos inventar uma maneira de levar todos os livrinhos que queremos ler nas férias numa pequena pochette à cintura.

Bom...já tentaram mas... o Sony Reader parece ter alguns problemas de utilização e o Amazon Kindle tem o design de uma retroescavadora. Ambos têm menos autonomia que um ministro iraquiano e, por agora, preços muito altos.

Faltarão um par de anos até que estes aparelhos se desenvolvam e multipliquem de modo a que valha a pena trocar os livros de papel por leitores digitais. Pessoalmente, mal posso esperar.

E poupem-me ao discurso de que nada substitui o cheiro dos livros e das livrarias. Hoje já se compram imensos livros online. Além disso, vai ser engraçado ver mais uma indústria lidar com o fenómeno da pirataria...(riso malévolo).

Sim, sim...estou com mau feitio. E depois?

Para acabar de vez com...os livros

Odeio livros. A sério! Foram uma invenção porreira mas tiveram o seu tempo. A música já passou a digital, o cinema em casa já passou a digital, a televisão está a passar para digital, até o cinema nas salas de cinema - esse dinossauro da era analógica - está a mudar para o formato digital.

E os livros? A portabilidade da leitura? Népias.

Os livros são anacronismos nos dias de hoje. Pesados, não dão jeito nenhum, precisamos de duas mãos para os manusear, o que nos impede, por exemplo, de beber uma imperial e ler ao mesmo tempo. Ah, e depois matamos imensas irmãs árvores para fazer o papel com que se imprimem. Só desvantagens.

Então mas porque raio é que hoje conseguimos ter a obra completa de Bach, Beethoven, Brahms e Mickael Carreira num aparelhinho do tamanho de uma caixa de fósforos e se queremos ler o Expresso no jardim temos de andar de saco de plástico ou de portátil? Em qualquer dos casos arriscamo-nos a ganhar uma escoliose.

A verdade é que já mandamos homens à lua e curámos uma data de doenças mas não conseguimos inventar uma maneira de levar todos os livrinhos que queremos ler nas férias numa pequena pochette à cintura.

Bom...já tentaram mas... o Sony Reader parece ter alguns problemas de utilização e o Amazon Kindle tem o design de uma retroescavadora. Ambos têm menos autonomia que um ministro iraquiano e, por agora, preços muito altos.

Faltarão um par de anos até que estes aparelhos se desenvolvam e multipliquem de modo a que valha a pena trocar os livros de papel por leitores digitais. Pessoalmente, mal posso esperar.

E poupem-me ao discurso de que nada substitui o cheiro dos livros e das livrarias. Hoje já se compram imensos livros online. Além disso, vai ser engraçado ver mais uma indústria lidar com o fenómeno da pirataria...(riso malévolo).

Sim, sim...estou com mau feitio. E depois?